Como prospectar novos clientes? 11 dicas para aumentar suas métricas

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Prospectar novos clientes significa iniciar um relacionamento comercial com potenciais compradores, os denominados leads. Porém, é importante deixar claro que prospectar não é vender!

O processo de prospecção envolve diversas etapas, tais como identificar o cliente ideal para a sua empresa, saber como e quando contatá-lo, qual a melhor abordagem, dentre outros passos que mostraremos mais detalhadamente ao longo deste artigo. 

Somente depois dessa jornada é que o lead estará pronto para adquirir a solução que a sua empresa oferece. Além disso, é preciso definir de onde virão seus possíveis consumidores. 

Um estudo feito pela Meetime, empresa de soluções para Inside Sales, mostrou que 55% das empresas entrevistadas trabalham com inbound ativo, ou seja, potenciais clientes que solicitaram contato comercial. 

Outros 24% dos participantes utilizam o inbound passivo (pessoas que demonstraram interesse de alguma forma, mas não pediram contato). Há também os leads outbound, vindos de listas construídas ativamente (54%), e as indicações (31%).

Além disso, esse mesmo levantamento mostra que 44% das empresas entram em contato com 30% ou menos dos seus leads prospectados.  

Esse é um número muito preocupante considerando quantas oportunidades de venda estão sendo perdidas, já que 70% ou mais dos contatos não recebem nem sequer uma mensagem. 

Por isso, tão importante quanto a origem do lead é saber como fazer a prospecção para encantá-lo e transformá-lo em um cliente leal à sua marca, sem perder nenhuma oportunidade.

Continue lendo e confira todos os detalhes sobre o assunto a seguir!

O que significa prospectar novos clientes?

Prospectar é buscar consumidores que correspondam ao perfil de clientes da empresa para apresentar as soluções da marca, estabelecer uma relação com ele e conduzi-lo ao longo de sua jornada de compra para que a conversão aconteça e a venda seja realizada.

Como mencionamos, prospectar é diferente de vender. Para chegar efetivamente à etapa de venda é preciso, primeiro, encontrar o consumidor certo para o seu negócio.

Assim, prospectar novos clientes significa identificar as necessidades do público e despertar o interesse para as soluções que a sua empresa oferece, a fim de solucioná-las.

Se buscarmos a origem da palavra “prospecção”, veremos que ela vem do latim prospectione, que significa “ação de pesquisar”.

Trazendo isso para o mundo dos negócios, fica ainda mais claro que o conceito de prospectar novos clientes está relacionado a detectar, procurar e conquistar pessoas que têm potencial para se tornarem clientes da sua empresa.

11 dicas sobre como prospectar novos clientes

Se seu foco é fazer a sua marca crescer em volume de vendas, a prospecção de clientes deve ser uma tarefa ininterrupta. Porém, isso não quer dizer fazer diversas ligações sem propósito ou direcionamento, afinal, é preciso ter planejamento.

Além disso, é necessária uma boa dose de paciência e evitar desistir na primeira negativa, afinal, na maioria das vezes é preciso fazer inúmeros contatos com cada lead até que o potencial cliente de fato esteja preparado para fechar negócio com sua empresa.

Somado a isso, a média de um bom fluxo de prospecção inclui pesquisas + ligações telefônicas + envio de e-mails + contatos sociais.

Para te ajudar nessa jornada, separamos algumas dicas para prospectar clientes:

  1. Monte um planejamento 
  2. Estude a concorrência
  3. Defina um perfil de cliente ideal
  4. Conheça bem produto/serviço da sua empresa
  5. Crie um relacionamento verdadeiro com seus contatos
  6. Estabeleça metas
  7. Não desista, mas saiba a hora de parar
  8. Peça indicações para seus atuais clientes
  9. Faça pós-venda
  10. Tenha os passos futuros definidos
  11. Acompanhe os resultados

Confira todos os detalhes sobre cada uma delas a seguir.

1. Monte um planejamento 

A primeira dica (que também pode ser considerada um primeiro passo) é fazer o planejamento da sua estratégia de prospecção de clientes. Essa etapa é essencial para que você tenha uma visão mais holística de todas as ações que planeja fazer. 

Além disso, posteriormente isso facilitará o processo para acompanhar os resultados alcançados e tomar decisões mais assertivas do que é preciso ser aprimorado no processo.

Tenha em mente que, se você começar sem ter pelo menos o básico de uma estratégia devidamente definida, pode ser que em pouco tempo você precise refazer uma série de processos. Então evite essa dor de cabeça e já se prepare antes.

2. Estude a concorrência

Estudar seu mercado de atuação ajuda a oferecer o produto certo, na hora certa. Inclusive, analisar os concorrentes permite que você identifique quais soluções estão sendo buscadas pelos consumidores e quais não estão.

Para isso, faça um benchmarking com quem já é referência no assunto em seu ramo de atuação, pois assim você conseguirá coletar os insumos necessários para entender melhor qual é o perfil do seu público e suas demandas.

Isso nos leva à próxima dica.

3. Defina um perfil de cliente ideal

Cliente ideal é aquele que tem o mesmo perfil para o qual seu produto ou serviço foi criado. Ou seja, pessoas ou empresas que possuem características e dores comuns, as quais podem ser resolvidas com as soluções que o seu negócio oferece.

Por exemplo, o cliente ideal de um pet shop são donos de cães, gatos e outros animais domésticos. Sabendo disso, não adianta depositar esforços de prospecção em pessoas que não têm bichos de estimação, concorda?

Definir o perfil do seu público na hora de prospectar novos clientes otimiza tempo, reduz gastos e ajuda a qualificar mais leads para o time de vendas.

4. Conheça bem produto/serviço da sua empresa

Fica até estranho dizer que o SDR (Sales Development Representative), profissional responsável pela qualificação dos leads, precisa conhecer a fundo o produto ou serviço com o qual está trabalhando.

No entanto, é comum que as equipes tenham um script pronto para usar na hora de prospectar novos clientes. Ainda que esse recurso seja válido, é indicado ter conhecimento suficiente para responder além do apresentado neste roteiro.

Aqui vale salientar também que um atendimento personalizado é um importante diferencial na prospecção. Para conseguir isso é aconselhável buscar formas de estabelecer uma conexão com o lead.

Uma maneira de fazer isso é apresentando as soluções que a sua empresa oferece e não apenas incentivar a compra. Vale usar dados reais que comprovem bons resultados, bem como reforçar a experiência que o cliente terá com aquela aquisição. 

O importante é mostrar o valor que a sua solução poderá ter para o seu cliente, não para todos os clientes. Seja específico e molde a conversa ao que o seu consumidor precisa. 

E mais: o amplo conhecimento a respeito do produto/serviço da empresa permite que o agente consiga lidar com as objeções com mais facilidade. Afinal, esse conhecimento será a base para uma argumentação bem fundamentada, o que tornará a conversa mais fluída e aumentará as chances de que a objeção seja contornada.

5. Crie um relacionamento verdadeiro com seus contatos

Criar um relacionamento com o cliente talvez seja uma das principais dicas a respeito da melhor forma de prospectar clientes.

Nunca perca de vista que cada lead com o qual você entra em contato é uma pessoa que tem demandas específicas, por isso fornecer um atendimento humanizado e personalizado faz toda a diferença.

Além disso, os clientes valorizam um tratamento empático, que é uma das premissas do atendimento humanizado. Segundo o “Relatório de Tendências da Experiência do Cliente 2021” da Zendesk, 49% dos respondentes querem que os agentes tenham empatia e também esperam comprar de empresas que reflitam seus valores.

Por isso, não incentive apenas a compra, mas mostre como o que você tem a oferecer realmente ajudará o seu potencial cliente de alguma forma.

6. Estabeleça metas

Ter metas definidas é outra estratégia que ajuda na hora de prospectar clientes. Isso porque ter propósitos impulsiona a equipe e colabora para aumentar o engajamento.

Somado a isso, as metas também podem ser usadas para definir a prioridades dos prospects, ou seja, quais precisam ser mais bem trabalhados e, por isso, necessitam de um pouco mais de atenção. 

Todos os envolvidos no processo devem ter clareza sobre quais são essas metas e os alinhamentos para acompanhamento de resultados devem ser frequentes. Dessa forma, será possível identificar com mais agilidade quais ações estão trazendo bons resultados e o que ainda precisa ser melhorado. 

7. Não desista, mas saiba a hora de parar

Essa dica talvez seja um dos pontos mais sensíveis durante a prospecção, afinal a linha entre continuar tentando alcançar a venda e saber quando parar é muito tênue, por isso esse processo exige treinamento e um olhar mais atento. 

É claro que você não deve desistir do seu lead ao ouvir a primeira objeção. Porém, faça o possível para entender qual o motivo por trás do “não”, pois essa resposta te dará mais clareza sobre qual é o momento daquele cliente. 

Pode ser que o seu contato ainda não esteja “maduro” o suficiente para avançar no funil, por isso cabe pensar em estratégias de nutrição de leads para prepará-lo melhor. 

Porém, também reconheça caso o lead de fato não esteja disposto a negociar com a sua marca. Insistir em alguém que não deseja adquirir nada da sua empresa pode gerar um atrito desnecessário e ainda causar uma percepção negativa no seu contato, então não avance mais do que lhe é permitido.

8. Peça indicações para seus atuais clientes

Aqueles que já são seus clientes são as pessoas mais indicadas para indicar leads qualificados para você. Isso porque eles sabem quais soluções da empresa são eficientes e quais amigos, familiares e conhecidos poderiam aproveitá-las também. 

Por isso, solicite essas recomendações e, em troca, vale oferecer algum benefício, como descontos ou bônus.

9. Faça pós-venda

Essa dica está diretamente relacionada à dica anterior, pois o pós-venda é o melhor momento para que você peça as indicações para os seus clientes mais recentes. 

Porém, o pós-venda também é essencial para entender como prospectar novos clientes, afinal, os consumidores poderão apontar para você quais partes do processo funcionaram bem e quais ainda precisam ser melhoradas. 

Muitas vezes essa etapa é deixada de lado, mas evite fazer isso, pois você pode obter insights importantes a respeito do seu público e das ações que estão sendo feitas para conquistá-los.

10. Tenha os passos futuros definidos

Prospectar novos clientes é apenas a primeira etapa de uma longa jornada de relacionamento comercial. Por isso, ao constatar o interesse do lead, já tenha definido os próximos passos e os coloque em ação.

Por exemplo, pode ser o agendamento de uma reunião presencial, uma amostra do funcionamento do produto, enfim.

Seja qual for a etapa seguinte, é interessante que ela seja registrada o quanto antes, com o envio de um e-mail, invite, mensagem, ou qualquer outro meio que formalize a ação.

Com dica extra, vale lembrar que o passo seguinte deve ser feito no menor tempo possível à demonstração de interesse do prospect, a fim de evitar que o contato “esfrie” e todo trabalho se perca.

11. Acompanhe os resultados

Já mencionamos anteriormente a importância das metas, mas vale destacar como é fundamental acompanhar os resultados de perto para cada vez mais aprimorar o processo.

Não existe uma fórmula mágica sobre qual a melhor forma de prospectar clientes que se aplique a todas as empresas, mas analisando os seus números com atenção você conseguirá identificar com mais assertividade qual é o caminho ideal a ser seguido para gerar mais negócios para sua marca.

Onde buscar potenciais clientes?

Agora que você conhece algumas técnicas para prospectar clientes é interessante saber onde buscá-los, certo?

Cada empresa tem a sua abordagem distinta, que pode ser inbound ou outbound, conforme vimos na abertura deste artigo. 

No entanto, é válido saber que existem diversos canais que podem render bons prospects, tais como:

  • Redes sociais
  • Cadastro de clientes antigos
  • Indicações de clientes atuais
  • Participação em feiras e convenções
  • Marketing de conteúdo (por exemplo, com a oferta de materiais ricos em troca de preenchimento de cadastro com dados de contato)

Todas essas ações são válidas, por isso vale mapear quais são todas as fontes de leads que sua empresa tem para que você consiga traçar ações direcionadas a cada uma delas. 

Como as ferramentas certas ajudam a prospectar novos clientes?

Durante a prospecção de clientes é essencial anotar todas as ações que foram realizadas, como dia e hora dos contatos, o que foi abordado em cada conversa, se foi solicitado retorno e para qual data, dúvidas levantadas pelo cliente que precisa ser respondidas, dentre outras informações que possam ser relevantes.

Uma boa maneira de fazer isso é utilizando um software de CRM, uma ferramenta utilizada para fazer o armazenamento de todas as informações de potenciais clientes e clientes já ativos.

Neste recurso é possível registrar desde dados básicos, como nome, endereço, e-mail e telefone de contato, até o histórico de todos os contatos e interações realizadas.

A ideia é centralizar em um único sistema toda a relação cliente empresa, de modo a facilitar o trabalho do time de prospecção, vendas e atendimento.

Uma solução CRM contribui para:

  • Eliminar controles manuais
  • Centralizar dados e contatos
  • Acompanhar a jornada do cliente
  • Otimizar o tempo de atendimento
  • Potencializar as tarefas da equipes
  • Promover um melhor relacionamento com o cliente

O Zendesk Sell, por exemplo, é um CRM de vendas para melhorar a produtividade, os processos e a visibilidade do pipeline para as equipes de vendas.

Com ele as equipes de vendas e suporte podem acessar ferramentas integradas que fornecem todo o contexto de uma conta de cliente. Isso mantém as equipes informadas para que aproveitem as oportunidades. 

Além disso, com o Sell é fácil manter sua equipe focada nos leads e oportunidades de maior valor, sem se preocupar com tarefas administrativas. Você pode criar e gerenciar um pipeline alinhado aos seus negócios para que as equipes de vendas priorizem os clientes existentes e potenciais mais importantes.

Fonte: Zendesk

Qual a diferença entre Inbound e Outbound?

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Se o seu objetivo é aprimorar a estratégia de marketing da sua empresa, é essencial saber qual a diferença entre Inbound e Outbound.

Enquanto o Inbound Marketing é uma estratégia na qual as ações criadas por uma marca contribuem para que os potenciais clientes cheguem até ela, o Outbound Marketing vai atrás da atenção desse mesmo público.

Qual a diferença entre Inbound e Outbound?

Saber qual a diferença entre Inbound e Outbound Marketing é o primeiro passo para definir qual dessas abordagens utilizar para atrair mais consumidores para a sua empresa.

Inbound Marketing, também chamado de Marketing de Atração, é uma estratégia na qual são criadas uma série de ações que têm por objetivo atrair potenciais compradores e convertê-los em clientes da sua marca.

Já no Outbound Marketing, ou Marketing de Interrupção, as ações criadas pela sua empresa que interrompem o processo de compra do cliente ou a sua rotina, a fim de apresentar os seus produtos e serviços.

Assim, se a pergunta é qual a diferença entre Inbound e Outbound Marketing uma maneira bem simples de responder é: no Inbound o cliente chega até você, no Outbound você vai atrás dele.

O que é Inbound Marketing?

Outra forma de entender qual a diferença entre Inbound e Outbound Marketing é explicando melhor ambas as estratégias.

Como mencionado, Inbound Marketing é um conjunto de ações que vão ajudar a atrair potenciais clientes para a sua empresa.

Nesse conceito, o cliente chega até você por meio dos mecanismos de busca (tal como o Google). Para isso, você pode trabalhar o marketing de conteúdo, explorar as mídias sociais, otimizar seu site e blog para SEO, entre outras abordagens.

Essa forma de marketing vai ao encontro das etapas do processo de compra do cliente, que são aprendizado e descoberta; reconhecimento do problema; consideração da solução e decisão de compra.

Assim, cada ação do Inbound deve ser criada de modo que contribua para que o potencial cliente evolua dentro do seu funil de vendas e, ao final, feche negócio com a sua empresa.

O que é Outbound Marketing?

Outbound Marketing é a estratégia na qual a sua empresa busca de forma ativa novos clientes.

Por conta dessa característica ele também é chamado de Marketing de Interrupção. O motivo é que a sua abordagem literalmente interrompe a jornada ou a rotina do cliente.

Por exemplo, anúncios em rádio e televisão, publicidade em jornais e revistas, telemarketing ativo, todas essas formas de propaganda são exemplos de Outbound Marketing.

No mundo digital, temos como modelos de Marketing de Interrupção links patrocinados, banners em sites, propagandas no Youtube, anúncios em redes sociais, entre outros.

O que é prospecção Outbound?

Prospecção Outbound é uma forma de venda na qual a empresa aborda ativamente o cliente. 

Nessa estratégia os vendedores entram em contato com o potencial comprador, seja por meio de ligação telefônica, e-mail de apresentação, entre outros canais de comunicação.

O que é Outbound Sales ou Venda Outbound?

Para saber qual a diferença entre Inbound e Outbound é importante também conhecer o termo Outbound Sales.

Outbound Sales, ou Vendas Ativas, é um modelo comercial no qual o vendedor faz um levantamento de potenciais clientes para a sua empresa para, em seguida, entrar em contato com eles ainda que não tenham manifestado interesse na sua empresa anteriormente.

Por exemplo, o seu time de vendas pode usar redes sociais como o LinkedIn para encontrar clientes em potencial que podem se beneficiar com os produtos e/ou serviços oferecidos pela sua marca.

Uma vez que forem segmentados, tendo como base o perfil de consumidor ideal para a sua marca, é feito um primeiro contato ativo para iniciar esse relacionamento.

Como prospectar com Outbound?

Agora que você sabe qual a diferença entre Inbound e Outbound Marketing, é bem interessante saber como fazer a prospecção com o Outbound.

Para isso você deve seguir, basicamente, estes 3 passos:

  1. Defina qual o perfil do seu cliente ideal
  2. Crie um plano de marketing
  3. Continue nutrindo o contato

1. Defina qual o perfil do seu cliente ideal

No caso de vendas B2C, o cliente ideal vai ser definido com a criação de uma persona. Consiste na elaboração de um personagem semifictício que representa os gostos, preferências, dores, idade, gênero e outros aspectos do cliente certo para a sua marca.

Para vendas B2B, essa definição é feita pelo ICP (Ideal Customer Profile), que é a junção das características dos seus melhores clientes, criando o perfil da empresa perfeita para contratar serviços ou comprar os seus produtos.

2. Crie um plano de marketing

O segundo passo para prospectar com Outbound é criar um plano de marketing. Aqui, você vai definir, por exemplo, quais canais serão utilizados para abordar o seu cliente, a linguagem que será usada, a frequência dessas interações, início, metas etc.

3. Continue nutrindo o contato

Uma vez iniciada a sua prospecção com Outbound Marketing é preciso ter em mente que, por mais que o seu plano esteja bem elaborado, nem sempre o cliente dará uma resposta positiva logo no início.

Por conta disso, é fundamental nutrir esse contato. Uma forma de fazer isso é utilizando o Inbound Marketing que, nesse momento, pode se unir à sua estratégia de Outbound para alavancar o seu negócio.

Como gerar leads com Outbound?

Outro detalhe sobre qual a diferença entre Inbound e Outbound fica na maneira como os leads são gerados.

No Inbound, por exemplo, esses potenciais compradores podem ser captados por meio de landing pages, formulários preenchidos com informações de contato em troca de um material rico, tal como um e-book.

No Outbound é possível gerar leads qualificados trabalhando com um profissional de pré-venda denominado BDR, Business Development Representatives.

O BDR é o responsável por encontrar potenciais clientes utilizando, para isso, uma abordagem Outbound.

Sua função é encontrar os leads, levantar informações que podem ajudar na negociação, e fazer um primeiro contato antes de direcioná-lo para a equipe de vendas.

Caso a sua empresa ainda não tenha estrutura para essa separação de cargos, os próprios vendedores podem fazer esse mapeamento.

Entre as maneiras de gerar leads com Outbound estão a:

  • realização de pesquisas em redes sociais que tenham relação com o seu negócio;
  • participação em feiras e eventos;
  • trabalhar indicações de clientes atuais, entre outras.

Para organizar todas essas informações e não perder nenhuma oportunidade de negócios é bem importante que o seu time de vendas utilize as ferramentas certas.

Fonte: Zendesk

O que são leads e prospects? Por que e como gerar?

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Toda empresa que deseja crescer precisa saber o que são leads e prospects. Afinal, a sua lucratividade também depende de como você vai trabalhar esses dois conceitos.

Leads são pessoas ou outras empresas que representam uma oportunidade de venda para o seu negócio. Isso é constatado, pois, de alguma forma, elas demonstraram interesse no produto e/ou serviço que você oferece.

Podemos dizer que os prospects estão um passo à frente dos leads. Tratam-se de pessoas ou empresas que também se mostraram interessadas na sua oferta, porém, já tiveram algum tipo de contato direto com a sua empresa.

Mas além de saber o que são leads e prospects, é fundamental que você saiba como gerá-los, nutri-los e, dessa forma, transformá-los em clientes fiéis da sua marca.

Como fazer tudo isso? Neste artigo vamos falar:

  • O que são leads e prospects
  • Quais os tipos de leads e de prospects existentes
  • No que consiste a geração de leads
  • Por que é importante gerar leads
  • Como gerar leads para a sua empresa
  • Dicas para gerar leads B2B
  • A possibilidade de comprar leads
  • Como fazer a nutrição de leads
  • O que é preciso para qualificar os seus leads
  • Quais métricas você pode usar para gerenciamento dos seus leads
  • Qual o caminho para transformar leads em clientes
  • Quais os segredos para uma boa gestão de leads

O que são leads e prospects?

Afinal, o que são leads e prospects? Quando se fala em estratégia de marketing digital para melhorar as vendas, esses dois termos são bastante mencionados.

Leads e prospects são pessoas, ou outras empresas, dependendo do seu ramo de atuação, que têm interesse no produto ou no serviço que o seu negócio comercializa e demonstraram isso.

Isso quer dizer que esses possíveis compradores têm um problema a ser resolvido e, de alguma forma, descobriram que a sua empresa tem potencial para solucioná-lo.

No entanto, ainda que ambos tenham definições semelhantes, os leads e prospects têm características diferentes, especialmente por estarem em momentos distintos das suas jornadas de compra.

O que são leads

Leads são compradores em potencial daquilo que a sua empresa vende. Tratam-se de pessoas físicas ou pessoas jurídicas que, de alguma forma, demonstraram interesse nos seus produtos e/ou serviços.

Quando falamos que “de alguma forma demonstraram interesse”, estamos querendo dizer que elas responderam aos estímulos da sua marca.

Por exemplo, imagine que a sua empresa produziu um e-book para explicar de maneira mais completa as vantagens de um dos seus serviços.

Esse potencial cliente, ao identificar essa oferta, preencheu o formulário do seu site com nome, e-mail e telefone.

Ou seja, ele quer saber quais informações constam no e-book que a sua empresa criou e, em troca disso, fornece os dados que você solicitou.

Esses dados, por sua vez, são peças valiosas a serem trabalhadas pelo seu time de vendas. 

Com essas informações é possível, por exemplo, começar a nutrir esse lead e, dessa forma, direcioná-lo para a decisão de compra.

O que são prospects

Prospects também são potenciais compradores da sua empresa. No entanto, entende-se que eles estão um pouco mais à frente dos leads.

Ainda usando a oferta do e-book como exemplo, um prospect é aquele que baixou o material que você forneceu e que, por conta disso, já considera a sua empresa como uma das que podem resolver a dor que tem.

Geralmente, o prospect também já teve algum contato mais direto com a sua empresa. Por exemplo, pode ser que já recebeu algum outro material que esclarece ainda mais as suas dúvidas, ou mesmo tenha tido uma primeira conversa com alguém do seu time de vendas.

Quais os tipos de leads e prospects existentes?

Com o conceito sobre o que são leads e prospects mais claro, já dá para ter uma ideia que para ter um é preciso ter o outro, concorda?

Isso quer dizer que, para gerar prospects para a sua empresa é preciso, primeiro, gerar leads.

Mas antes de falarmos como você deve trabalhar a geração de leads para a sua empresa, é bem importante que conheça quais tipos de leads e prospects pode encontrar na sua trajetória.

Tipos de leads

Os tipos de leads mais comuns em um estratégia de marketing digital são:

  • Suspect
  • Lead qualificado
  • MQL
  • SAL
  • SQL

Suspect

O suspect é uma pessoa física ou jurídica que demonstrou interesse pela sua empresa. Porém, por diferentes motivos, ainda não pode ser considerado um comprador em potencial.

Ele pode, por exemplo, ter assinado a sua newsletter, ou mesmo baixado algum material rico. No entanto, não tem qualquer interesse em comprar algo da sua marca (pelo menos não naquele momento).

O suspect pode ser alguém que apenas gostaria de se aprofundar no tema que o seu e-book abordou, uma pessoa que está somente fazendo uma pesquisa mais profunda para uma compra em longo prazo, ou mesmo alguém que não tem o poder de decisão de compra.

Mas atenção! Nada de “descartar” os contatos do suspect por conta disso. Como dissemos anteriormente, ele não tem intenção de compra naquele momento, mas nada impede que mude de ideia futuramente. 

Lead qualificado

O lead qualificado, também chamado de QL ou Qualified Lead, é o potencial comprador que tem o perfil do cliente ideal da sua empresa. 

Em outras palavras, é a empresa ou pessoa que demonstrou o interesse no que você vende e essa é totalmente compatível com a sua necessidade.

Podemos até dizer que os leads qualificados são o sonho de qualquer equipe de marketing e de vendas.

Isso porque todas as estratégias criadas para convertê-lo em prospect e, posteriormente, em cliente, se encaixam perfeitamente com as suas características e com o que ele procura.

O resultado disso? As chances de realmente fechar uma venda se tornam muito maiores!

MQL

MQL é a sigla para Marketing Qualified Lead, o que quer dizer, leads qualificados pelo marketing.

São potenciais compradores que chegaram à fase do reconhecimento do problema graças aos conteúdos e materiais criados e entregues pela sua empresa.

Isso é, a sua estratégia de marketing digital contribui para o engajamento desses leads, levando-os a evoluir na sua jornada de compra.

Dica de leitura “Como engajar clientes: 4 técnicas para fortalecer o relacionamento dos seus clientes com a sua marca”

SAL

SAL significa Sales Accepted Lead, algo como, leads aceitos por vendas. Ou seja, são leads que o time de marketing já validou com qualificados. Porém, ainda precisam de mais alguns esforços antes de serem direcionados para a equipe de vendas.

SQL

Podemos dizer que o SQL, Sales Qualified Lead, é o último tipo de lead. Ele já foi abordado e educado pelo marketing e, agora, foi direcionado efetivamente para a equipe de vendas.

Isso significa que falta muito pouco para ele decidir pela compra, bastando apenas, quem sabe, uma abordagem mais estratégica ou uma oferta irresistível!

Tipos de prospects

E como estamos falando sobre o que são leads e prospects, é fundamental que você também conheça qual perfil de cliente prospect pode encontrar na sua estratégia.

Entre os mais comuns estão:

  • Prospect respondente
  • Prospect engajado
  • Prospect lead

Prospect respondente

O chamado cliente respondente é aquele que já lhe forneceu informações válidas de contato, tais como nome completo, endereço, e-mail e telefone, mas que ainda não gerou nenhuma interação efetiva com a sua empresa.

Uma boa forma de “evoluir” o prospect respondente é segmentá-lo por tipo de fonte, isso é, identificar qual canal o trouxe. 

Essa identificação vai lhe ajudar a ter bons insights do que pode ser feito para aumentar o nível de interesse desse potencial comprador. 

Por exemplo, para os que vieram do seu blog, você pode criar conteúdos mais amplos sobre os temas que o levaram a fornecer os seus dados de contato, aumentando o seu interesse.

Prospect engajado

Como o próprio nome sugere, o prospect engajado é aquele que continua consumindo os seus conteúdos. Podemos dizer que é aquela empresa ou pessoa que assina a sua newsletter, baixa os seus e-books e infográficos, se inscreve no seu canal de vídeos etc.

Esse engajamento maior lhe dá a chance de coletar ainda mais informações sobre o seu potencial cliente.

É possível, por exemplo, identificar com mais clareza qual o produto que despertou mais interesse, onde esse cliente está, quais são as suas preferências, entre outras informações valiosas.

Obviamente, o bom uso desses dados vai contribuir para que consiga estreitar ainda mais o relacionamento com esse futuro cliente.

Não deixe de ler “Estratégias de engajamento: 4 dicas para colocar em prática no seu modelo de negócio e melhorar a relação cliente-empresa”

Prospect lead

Já o chamado prospect lead é aquele que está totalmente alinhado com a sua empresa. Em outras palavras, ele passou pelas outras etapas e, agora, tem um entendimento mais amplo do seu problema, sabe que a sua oferta é a mais qualificada para resolvê-lo, basta apenas tomar a decisão de compra.

Nessa hora, é fundamental que o seu time de marketing saiba identificar o momento certo de direcioná-lo para vendas, a fim de não perder a chance de convertê-lo em cliente.

No que consiste a geração de leads?

No início da nossa explicação sobre o que são leads e prospects dissemos que é muito importante você saber como gerá-los. Além disso, ressaltamos que para ter um é preciso primeiro ter o outro, se lembra?

Pois bem, o que seria, então, o processo de gerar leads? O conceito de geração de leads, também chamado de lead generation, consiste em utilizar “iscas digitais” para atrair possíveis compradores para a sua empresa.

Isso quer dizer que a sua estratégia de Inbound Marketing não será usada apenas para atrair visitantes para as páginas do seu site e blog. Na geração de leads, essa abordagem é transformada em oportunidades de vendas.

Na prática, você pode usar algumas das opções que já mencionamos ao longo deste artigo, tais como criação de e-books, infográficos, vídeos explicativos, entre diversas outras peças.

Sugestão de leitura: “Qual a diferença entre Inbound e Outbound?” 

Por que é importante gerar leads?

Estamos detalhando o que são leads e prospects, seus perfis, tipos e até sobre a sua geração. Mas, afinal, por que eles são tão importantes para a sua empresa?

Bem, a explicação é relativamente simples, mas bastante fundamentada: é que, nem sempre, quando um potencial cliente descobre a sua empresa, ele está pronto para comprar dela.

O Inbound Marketing parte do princípio que um consumidor, seja uma pessoa física ou uma pessoa jurídica, passa por diversos momentos antes de tomar a sua decisão de compra.

Para se ter uma ideia, 92% das pessoas que visitam o site de uma empresa não estão lá para comprar. 

Assim, se logo nesse primeiro contato você já tentar efetivar a venda, as chances de não conseguir são altas. Se isso acontece, a tendência é a perda de uma valiosa oportunidade de negócio, muitas vezes irreversível.

Por isso, a importância de gerar leads. Com essa estratégia você estará trazendo esse potencial cliente para mais perto da sua empresa. 

Ao inseri-lo no seu funil e começar a nutri-lo, terá a oportunidade de, passo a passo, mostrar todo o potencial da sua empresa.

Além de despertar o interesse dele e mostrar quanto a sua empresa está apta para resolver o problema que tem, você também consegue criar um relacionamento muito mais próximo e concreto desde o princípio.

Como gerar leads para a sua empresa?

E agora que você sabe o que são leads e prospects e toda a sua importância, chegou o momento de saber como gerá-los para a sua empresa.

O primeiro passo para isso é criar e oferecer materiais digitais que realmente sejam interessantes para o público-alvo que deseja atingir.

A base para isso é o desenvolvimento de peças que abordem assuntos relevantes, que respondam as dúvidas desses potenciais compradores e que acrescentem algo às suas vidas de alguma forma.

Para isso, você pode trabalhar com diferentes alternativas, tais como:

  • Oferta de e-books
  • Infográficos
  • Planilhas exclusivas
  • Vídeos apenas para assinantes
  • Acesso a pesquisas e estudos exclusivos

Porém, é fundamental não se esquecer que a entrega desses produtos só acontece quando a pessoa ou empresa interessada lhe fornece algum dado de contato em troca.

Assim, para captar as informações que deseja, as soluções mais indicadas são:

  • Formulário
  • Landing Page
  • CTA

Formulário

O formulário pode ser utilizado para, por exemplo, liberar acesso a uma tela do seu site ou conteúdo do seu blog.

Nele, você pode solicitar informações como nome do lead, endereço, telefone, e-mail, ou o dado que considerar mais adequado para trabalhar futuramente.

A ideia é criar um formulário enxuto, apenas com os dados que realmente são necessários para um primeiro contato. Isso evita que o cliente “se canse” e desista de preenchê-lo.

Landing Page

A landing page é uma página web criada especialmente para divulgar um produto, serviço, material digital etc.

Tem a mesma função do formulário, ou seja, coletar informações do seu lead. Porém, a principal diferença é que ela é criada especificamente para uma determinada oferta.

Ou seja, se você tem, por exemplo, um e-book sobre o que é tratamento de dados e outro sobre processo de onboarding, deve criar duas landing pages diferentes.

Essa estratégia não apenas evita confundir o lead, mas também lhe ajuda a segmentar os interesses de cada um dos seus contatos e, com isso, abordá-lo de forma distinta e personalizada.

CTA

A sigla CTA significa Call To Action, em português, chamada para a ação. Trata-se de um pedido para o leitor realizar algo que você deseja, como assinar a sua newsletter, baixar algum material rico etc.

O CTA é bastante usado no marketing de conteúdo, ao longo dos artigos e/ou no final. Nas landing pages ele induz o lead a preencher as informações solicitadas. 

É possível gerar leads B2B da mesma forma?

Empresas que trabalham vendendo produtos ou prestando serviços para outras empresas costumam ficar em dúvida se a geração de leads B2B é feita da mesma forma que acabamos de explicar.

De forma prática, sim, a captação de leads B2B segue o mesmo princípio que acabamos de explicar. 

No entanto, há algumas dicas bem importantes para alcançar esses potenciais clientes que vale a pena colocar em prática, que são:

  • Tenha claro e bem definido o perfil da empresa ideal que deseja atender
  • Crie materiais que sejam atraentes para esse público
  • Divulgue essas produções nos canais onde o seu cliente ideal está
  • Descubra quem são os tomadores de decisão da empresa interessada
  • Estabeleça um primeiro contato
  • Faça uma apresentação impecável da sua empresa
  • Continue nutrindo o seu lead com conteúdos que o ajudem a tomar a decisão de compra

Via Zendesk

Omnichannel: o que é e como esse conceito pode transformar o seu negócio?

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Omnichannel: o que é

Em um mundo hiperconectado, veloz e altamente competitivo, atender às crescentes expectativas dos consumidores se tornou a palavra de ordem. Neste cenário, algumas pautas que já vinham despertando a atenção, como  “omnichannel, o que é”, ganharam ainda mais destaque. 

Afinal, tanto grandes quanto pequenas e médias empresas precisam, mais do que nunca, colocar o cliente como o foco. Aquela que não direcionar seus esforços para isso poderá, em um futuro não muito distante, perder sua força e não sobreviver mais no mercado. 

Não, não se trata de uma consideração fatalista, tampouco sensacionalista. Basta analisarmos o contexto. Apesar da transformação digital já existir desde a década de 1990, ela ganhou mais força de uns quinze anos para cá, quando a tecnologia já estava incorporada no dia a dia das pessoas. 

Isto é, nos últimos anos, os consumidores se acostumaram com as facilidades que as inovações tecnológicas trouxeram. 

Processos como pesquisar sobre um produto, avaliar a credibilidade de uma empresa e comprar virtualmente foram simplificados a um ponto em que a experiência oferecida por uma empresa se tornou tão relevante quanto o preço e a qualidade do produto oferecido por ela. Foi o que mostrou o Relatório Zendesk de Tendências da Experiência do Cliente para 2020 . 

Essa questão ganhou um novo patamar devido à pandemia da Covid-19. O isolamento social imposto pela crise de saúde global acelerou a transição para um mundo totalmente digital. 

Os clientes estão mais online do que nunca. Só para você ter uma ideia, as vendas virtuais aumentaram 30% durante a pandemia, como mostrou estudo da McKinsey. No entanto, apesar de estar mais fácil vender no ambiente digital, a competição está mais acirrada. 

É praticamente impossível encantar o consumidor atual sem oferecer a ele uma elevada experiência em toda sua jornada. Simples assim!

Uma prova disso é que o customer experience saltou para o primeiro lugar na estratégia de negócios. 

Foi o que revelou o Relatório da Experiência do Cliente para 2021, que destacou que essa questão foi impulsionada pelo fato de que 75% dos clientes estão dispostos a gastar mais com empresas que ofereçam a eles uma boa vivência em suas jornadas. 

Sim, eles estão dispostos a gastar mais, mas também estão mais exigentes e não toleram mais descaso e serviços ruins. 

Foi o que observou a Zendesk, que entrevistou  clientes, agentes e líderes de experiência do cliente de 175 países, analisando tendências de atendimento ao cliente e descobrindo ideias inovadoras para atendimento. 

Essa pesquisa gerou insights poderosos sobre as questões mais críticas, vontades e necessidades dos clientes, como:

  • 65% deles querem comprar de companhias que ofereçam transações online rápidas e fáceis;
  • 80% deles afirmaram que após vivenciarem mais de uma experiência ruim com uma marca, não hesitariam em abandoná-la. 

E a questão “omnichannel: o que é”, o que ela tem a ver com experiência do cliente? Tudo! Para compreender, de forma completa, o tema “omnichannel: o que é”, entender a importância de oferecer uma experiência omnichannel para seus clientes e muito mais, basta ler este post até o fim, o qual abordará:

  • Omnichannel: o que é? 
  • O que é estratégia omnichannel?
  • Por que adotar uma abordagem omnichannel é importante? 
  • Quais os benefícios do omnichannel para um negócio?
  • Como adotar o omnichannel em sua empresa?
  • Exemplos de empresas que adotaram a abordagem omnichannel 
  • Omnichannel: o que é? Considerações 

Omnichannel: o que é? 

Omnichannel é uma abordagem de comunicação, vendas e de atendimento que objetiva que os clientes tenham experiência integrada entre todos os canais e pontos de contatos da empresa. Ela visa eliminar as barreiras do mundo físico e online, por meio da convergência entre as ações dos dois ambientes para, assim, oferecer uma vivência fluida em toda a jornada do consumidor. 

O que é estratégia omnichannel?

Estratégia omnichannel se refere ao conjunto de práticas e ações que uma empresa utiliza para oferecer uma experiência de compra perfeita em toda sua jornada. Centralizada no cliente, ela objetiva satisfazer o consumidor em todas suas etapas, pelo meio que ele desejar, sem restrição de espaço, tempo ou canal. 

Uma empresa que trabalha com uma abordagem omnichannel não tem como foco a venda, mas sim o cliente. Para entender, na prática, sigamos um exemplo!

Vamos supor que a companhia X venda celulares. Ela não só deve garantir que a qualidade de seu produto seja boa, como também deve oferecer uma experiência alta de navegabilidade em seu site, um processo de compra fácil tanto pelo notebook como por dispositivos móveis, permitir que o consumidor tire suas dúvidas, de modo ágil, pelo telefone, chat ou outro canal de suporte, e trazer toda a facilidade que ele deseja para que retire seu celular pela loja física sem burocracia. 

Por que adotar uma abordagem omnichannel é importante? 

A resposta mais simples e realista para esta pergunta já foi mencionada neste texto: porque o cliente moderno quer vivenciar uma boa experiência em toda sua jornada e está disposto a pagar mais por isso. 

Outro motivo: o consumidor atual não tolera mais receber um serviço aquém de sua expectativa, assim como deseja ter seu problema resolvido com agilidade, independentemente do meio que ele utilize ou do canal que ele escolha.  

empresas que oferecem suporte omnichannel solucionam tickets três vezes mais rapidamente do que as demais;

os clientes dessas companhias gastam 75% menos tempo esperando uma resposta dos agentes;

as equipes de alto desempenho são duas vezes mais propensas a adotar uma abordagem omnichannel.

Apesar disso, o relatório também apontou que apenas 35% das organizações adotaram uma abordagem omnichannel em sua estratégia. 

Diante disso, é possível concluir que agregar essa estratégia pode ser um diferencial importante tanto para grandes, como para pequenas e médias empresas que desejam se destacar no mercado, não é mesmo?

Confira outras pesquisas que revelam a relevância de abraçar esse conceito:

  • empresas que contam com essa estratégia alcançam taxas de retenção de clientes 91% maiores que as demais (Aspect Software);
  • há 15 anos, apenas 7% dos consumidores acessavam mais de quatro pontos de contato em suas jornadas de compra, hoje, essa porcentagem é de 50% (Marketing Week);
  • mais de 35% dos clientes esperam poder entrar em contato com o mesmo representante de atendimento ao cliente em qualquer canal;
  • para quase 90% das pessoas, as marcas precisam se esforçar mais para oferecer uma experiência perfeita;
  • 64% dos clientes desejam ser atendidos em tempo real em todos os canais ;
  • mais de 70% das pessoas desejam ter uma experiência consistente em todos os canais, mas apenas 29% delas afirmam que realmente a conseguem;
  • 87% dos consumidores acham que as marcas precisam se esforçar mais para oferecer uma experiência perfeita.

Quais os benefícios do omnichannel para um negócio?

A principal vantagem de adotar o omnichannel em um negócio é, sem dúvida alguma, satisfazer o cliente. Afinal, hoje, 9 em cada 10 consumidores desejam que as companhias ofereçam a elas uma experiência omnichannel, como apontou pesquisa da NICE inContact

O efeito direto dessa satisfação é a melhora da imagem da marca em relação ao mercado. Isso porque, ainda de acordo com a análise, 83% dos clientes que vivenciam experiências excelentes gostam de recomendar as empresas em suas redes sociais. 

O omnichannel também ajuda a incrementar o faturamento de um negócio, visto que 89% das pessoas se esforçam para comprar da marca que oferece a eles essa experiência, o que, por sua vez, contribui para aumentar o processo de fidelidade

Considerando que os clientes leais representam as principais fontes da receita de um negócio e que conquistar um novo consumidor é 25 vezes mais caro do que manter um existente, é possível entender a dimensão e a potência de adotar uma estratégia omnichannel, não é verdade?

Como adotar o omnichannel em sua empresa?

Tenha um site responsivo 

Uma pesquisa da SPC Brasil divulgou que 74% dos brasileiros utilizam seus smartphones em, pelo menos, uma de suas etapas de compra. Além disso, 33% deles revelaram que o celular configura sua principal ferramenta de compra na Internet, que engloba desde o processo da pesquisa e finaliza com o pagamento. 

Sendo assim, é fundamental que o site de sua empresa seja bem desenhado, ou seja, tenha um layout que possa oferecer uma boa experiência por qualquer dispositivo e que traga recursos intuitivos que melhorem a navegabilidade e a usabilidade do usuário. 

Sem falar que um site responsivo demanda menos consumo de dados e o seu carregamento é mais rápido. Considerando que 25% das pessoas abandonam uma página se ela demorar mais de 4 segundos para carregar, é possível entender a importância dessa questão, certo?

Faça com que seus clientes se sintam únicos 

Uma das principais estratégias para garantir uma boa experiência para seus clientes é fazer com que eles se sintam especiais. Para tanto, é essencial conhecer o perfil de seu público a fundo, para, assim, criar promoções e campanhas personalizadas para ele. 

Para descobrir os desejos, os anseios e ir além dos dados básicos de seus clientes, é crucial colher feedbacks por meio de pesquisas de satisfação, elaborar um mapa de empatia que represente seu público e que permita uma análise aprofundada sobre seu comportamento, e coletar dados de seus clientes por meio de softwares. 

Para que suas campanhas de marketing estejam alinhadas com o momento certo de cada consumidor, você pode adotar uma ferramenta de automação que irá ajudá-lo a entender o comportamento de seu público e a criar mensagens perfeitas para cada um deles. 

Já para oferecer um suporte personalizado, você pode usar uma ferramenta de atendimento ao cliente omnichannel que permita que seus agentes acessem informações relevantes sobre seus consumidores, entendam melhor o contexto de suas demandas e que, assim, ofereçam um atendimento mais ágil e embasado. 

Verifique a eficácia de seus canais

Antes de pensar em integrar seus canais é importante avaliar quais estão funcionando bem e quais não.

Aqui, as pesquisas de satisfação também são importantes. Envie para seus clientes perguntas diretas e formulários curtos. Por meio dessa prática, você poderá entender e conhecer os meios e canais que necessitam de melhorias. 

Outra boa prática é analisar as menções sobre sua empresa nas redes sociais. Verificando as principais reclamações, você também compreenderá que canais estão oferecendo um boa experiência e quais não. 

Você também pode analisar a quantidade de conversões de cada um deles, assim como também pode promover uma pesquisa empírica. Por exemplo, faça um teste com colaboradores internos e com pessoas fora de sua empresa, peça para que elas acessem seus diferentes canais e contem como foram suas vivências. 

O autoatendimento está ineficaz? Então, isso significa que sua base de conhecimento precisa ser mudada. 

A experiência via chat está confusa? Pois, possivelmente, a inteligência artificial de seus chatbots deva ser aprimorada. 

O atendimento telefônico está falho? Talvez você precise adotar um sistema URA para melhorá-lo…

Neste quadro, não podemos nos esquecer de que há falhas de ordem humana. Por exemplo, se nas pesquisas você notar que há muitas menções sobre agilidade e falta de cordialidade e empatia, você deve direcionar seus esforços para treinar sua equipe.

Só depois de feito esse estudo e teste que sua empresa estará preparada para integrar seus canais por meio de uma ferramenta. 

Abrace a tecnologia 

Uma boa ferramenta de atendimento ao cliente omnichannel pode levar a sua estratégia de integração para outro nível. 

Para avaliar qual a melhor, é fundamental que você verifique se a empresa que a oferece é bem conceituada no mercado , se ela traz toda a inovação e tecnologia da inteligência artificial , e se ela permite a integração, por meio de um único software, de chats, e-mails, autoatendimento, telefone, redes sociais e aplicativos de mensagens. 

As vantagens de adotar uma boa ferramenta são:

  1. Eficácia e agilidade: uma vez que facilita o trabalho de seu time de atendimento por apresentar, em única tela, todos os dados do cliente. Essa facilidade, por sua vez, impulsiona a agilidade, visto que ela não só promove o fácil acesso às informações, como também possibilita que seus agentes entendam melhor o contexto de seus clientes e, assim, ofereçam um atendimento mais eficaz. 
  2. Alinhamento: além de seus canais, suas equipes devem conversar bem entre si, não é verdade? Isso nem sempre é  fácil, mas esse processo pode ser simplificado por meio de um sistema. Isso porque tanto as áreas de marketing, como de atendimento, de vendas e pós-vendas terão acesso às mesmas informações, o que as ajudará a ficar mais alinhadas, assim como permitirá a elas ter um controle mais efetivo sobre suas tarefas. 
  3. Personalização: uma ferramenta permite o registro dos dados de cada cliente. O acesso a essas informações possibilita que seus agentes conheçam as reclamações, os processos e todo o histórico do relacionamento dos consumidores com a empresa. Essa combinação de fatores favorece o amplo entendimento de seus atendentes, os quais, embasados com dados, não só conseguem oferecer um suporte mais personalizado, como mais empático e humanizado.

Garanta uma boa experiência de pagamento 

Todas as práticas acima podem ir por água abaixo se a experiência de pagamento não atender às expectativas de seus clientes. Em primeiro lugar, é importante que você ofereça diferentes formas de pagamento para garantir que a opção preferida de seus clientes seja encontrada. 

Também é vital observar se seu site apresenta um checkout transparente. Ou seja, se na etapa final de pagamento o cliente não é direcionado para outra página.  

Garantir que ele se mantenha no mesmo site não só simplifica a vida do cliente, como também evita que ele desista de realizar a compra. 

Segundo dados da Forrester Research, um site com checkout pouco amigável gera insegurança nos clientes. O resultado direto disso? Eles desistem de comprar por acreditarem que um ambiente não seja seguro. 

Exemplos de empresas que adotaram a abordagem omnichannel 

Magazine Luiza 

Colocando a experiência do cliente em primeiro lugar, o Magazine Luiza integrou seus canais digitais e offline para dar conta do acesso de milhões de usuários via aplicativo , dos milhares de chamados recebidos mensalmente, e das inúmeras pessoas que acessam o site e suas lojas. 

A aposta parece ter sido terceira. Afinal, o Magalu registrou uma receita de mais de R$ 24 bilhões, impulsionada pelo crescimento de 148% em suas vendas. 

Nike 

Por meio da ferramenta Nike Plus, a Nike deu um novo status à jornada de compra de seus clientes. Oferecendo uma experiência omnichannel totalmente diferenciada para sua audiência, a empresa integrou sua estratégia física e digital.

Isso é, hoje, os fãs da marca conseguem escanear um item pelo aplicativo, pagar pelo site e retirar o produto na loja. 

Só para você ter uma ideia, a companhia americana investiu mais de US $ 1 bilhão para oferecer uma experiência omnichannel para seus clientes e tem tanta confiança nessa estratégia que prevê que os resultados compensarão todo esse investimento. 

Apple 

A empresa do icônico Steve Jobs está sempre entre as melhores quando o assunto é qualidade de seus produtos, não é verdade? Porém, ela também é famosa por oferecer aos seus clientes um atendimento empático e uma experiência ao cliente elevada. 

Um dos motivos que explicam esse sucesso é a sua abordagem omnichannel. Seus canais perfeitamente integrados simplificam a vida de seus consumidores, uma vez que eles podem comprar o produto no site da empresa, receber alertas e notificações via aplicativo e retirar o item na loja física, de modo descomplicado e desburocratizado. 

Starbucks 

Além de ter uma proposta de valor focada em estimular e engajar funcionários, a Starbucks também não poupa esforços quando o assunto é inovação no atendimento ao cliente. 

Para tanto, disponibiliza em seu app a opção de que eles peçam seus deliciosos cafés via aplicativo antes mesmo de entrarem na loja. Basta que a pessoa acesse o app para ele oferece um menu, a Starbucks mais próxima e o tempo de espera estimado para o pedido. 

Para completar essa experiência, ele ainda traz as rotas mais rápidas para o cliente chegar à loja. Feito assim, adivinha o que o aguarda? O seu café quentinho!

Natura

A Natura também valorizou a experiência de seus clientes ao unir o mundo físico e o virtual. 

Para que seus clientes vivenciassem uma jornada virtual com uma de suas linhas, a empresa brasileira apostou na realidade virtual. Por meio de um óculos, permitiu que elas se conectassem com as comunidades extrativistas da Natura. 

Também de olho na questão  do pagamento, investiu na versão mobile via app. 

Riachuelo 

Quem também tem gostado da tecnologia da realidade aumentada é a Riachuelo, uma vez que a empresa também vem apostando nela ao possibilitar que o cliente receba informações sobre o produto via app. 

A companhia também trouxe o comando de voz da assistente virtual Alexa para sua loja. Além disso, permite que o cliente realize uma compra da loja e a receba em outro endereço, assim como possibilita que o cliente finalize o pagamento sem sair do provador. 

Quer mais? Pois ainda conta com um serviço de atendimento em totens e traz QR Codes para que as pessoas possam abrir seus armários. 

Omnichannel: o que é? Considerações 

Tão importante quanto entender o que é omnichannel, conhecer seus benefícios e descobrir como aplicá-lo em seu negócio, é avaliar o momento e a realidade de sua empresa. 

Será que você tem capital para investir na integração de canais? Nesse contexto, também é fundamental pensar a longo prazo. Afinal, a estratégia omnichannel leva a experiência dos clientes para outro nível e, como você sabe, clientes satisfeitos compram mais e tendem a se tornar fiéis. 

Fonte: Zendesk

Atendimento nas redes sociais: 5 dicas para melhorar a experiência do cliente

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Atendimento nas redes sociais

Com a chegada de diversos dispositivos eletrônicos mais baratos e conexões sempre disponíveis, as redes sociais acabaram se transformando em uma companheira constante de muitas pessoas.

Investir e realizar um bom atendimento nas redes sociais é essencial para que sua empresa possa construir uma imagem positiva, fidelizar mais clientes e alavancar as vendas.

Uma estratégia de atendimento ao cliente deve ser feita com planejamento. Pensando nisso, vamos compartilhar ao longo deste conteúdo cinco dicas que certamente irão melhorar a experiência do cliente durante o atendimento nas redes sociais. Confira e aprenda como ter sucesso nas redes sociais!

O que é experiência do cliente?

Antes de compreender como a experiência do cliente durante o atendimento nas redes sociais pode impactar o seu negócio é preciso entender a fundo: o que é experiência do cliente?

A experiência do cliente se trata de todo contato que seu potencial consumidor ou cliente, tem com o seu serviço ou produto, ou seja, remete a toda e qualquer comunicação realizada entre sua marca e o público.

Por exemplo, quando um cliente manda uma mensagem no direct do Instagram perguntando sobre os possíveis tamanhos disponíveis de um vestido de uma loja de roupas e não é respondido, isso resulta em uma experiência ruim.

Por outro lado, quando um cliente entra em contato com o suporte de uma empresa de software que ele contratou, pois não está conseguindo cadastrar um novo usuário na plataforma e é atendido prontamente e seu problema é solucionado, isso resulta em uma experiência boa.

É imprescindível estar atento a todos os pontos de interação do consumidor com sua marca, produto ou serviço. Não é por menos, que uma pesquisa realizada sobre atendimento ao consumidor revela que 73% das empresas com notas acima da média em experiência do cliente têm desempenho financeiro 44% melhor que seus concorrentes.

Logo, como consequência da importância de se estabelecer um atendimento melhor junto ao consumidor, surge o chamado Customer Success. 

O Customer Success significa “sucesso do cliente” e consiste em uma série de estratégias aplicadas pela empresa, a fim de garantir que o cliente atinja as expectativas esperadas por meio da aquisição dos produtos ou serviços oferecidos pela marca.

Qual a importância de estabelecer estratégias para a gestão de redes sociais?

Agora que você já tem uma visão clara sobre o conceito de experiência do cliente é importante que você entenda que as redes sociais podem ser o contato inicial de um consumidor com a sua marca. 

Instagram, Facebook, Twitter e Linkedin são algumas das redes sociais que podem favorecer esse diálogo e interação com o seu público. Nestas plataformas os consumidores potenciais e clientes podem fazer reclamações, elogios, assim como, tirar dúvidas e enviar sugestões sobre um determinado produto ou serviço ofertado.

Por esse motivo, que a atenção nas redes sociais deve ser redobrada visto que elas não são apenas um meio para divulgação de lançamentos e promoções, mas sim um meio de promover uma imagem positiva e consistente da sua empresa no que se refere a atender as expectativas e necessidades do público.

Logo, se faz necessário estruturar uma equipe treinada para responder o mais rápido possível as solicitações enviadas, uma vez que essa ação ajuda na fidelização e retenção de clientes.  

Outro ponto a ser ressaltado é que a forma como o atendimento nas redes sociais é feito pelos seus colaboradores influencia na reputação da sua marca. Neste caso, se um cliente detrator (consumidor que teve uma experiência ruim com uma empresa) reclama de algum produto ou serviço ofertado e não é respondido, os demais clientes da plataforma vão entender que seu serviço é ruim e que sua marca não se importa em dar assistência e resolver o problema existente.

Entenda que assim como em qualquer outro canal online o público espera agilidade e eficiência no retorno da comunicação. Por esse motivo, é fundamental estabelecer uma estratégia transparente de diálogo ao gerenciar redes sociais empresas.

Conheça 5 dicas para melhorar a experiência do cliente durante o atendimento nas redes sociais

Agora que você já sabe o que é experiência do cliente e qual a importância de estabelecer um diálogo eficiente com o seu público nas redes sociais, chegou o momento de traçar na prática uma estratégia consistente para ter um bom relacionamento com o público. Confira abaixo cinco dicas para melhorar a experiênciaicas

experiência ddo cliente durante o atendimento nas redes sociais.

1. Defina as personas do seu negócio

Antes de estabelecer uma comunicação com o público é preciso que seus colaboradores identifiquem quem são as personas da empresa.

A persona, também conhecida como buyer persona ou avatar, se trata de um personagem semifictício, baseado em dados e comportamentos reais, que representa o cliente ideal de uma marca. Neste caso, a persona não deve ser estruturada em cima de achismos, mas sim construída por meio de pesquisas no mercado.

Para obter o sucesso na construção de personas procure avaliar quem são os seus clientes, com o que trabalham, como se informam, o que fazem durante o dia, entre outras informações. 

2. Estabeleça as redes sociais mais usadas 

Entenda que nem sempre é interessante que sua marca esteja presente em todas as redes sociais. Por esse motivo, é necessário que você observe onde sua persona está e se o diálogo que você pretende estabelecer está adequado.

Micro e pequenas empresas que ainda estão começando no mercado, por exemplo, tendem a investir tempo e criatividade em poucos perfis prioritários, do que dividir atenção com todas as mídias existentes e ao final não obter sucesso e nem engajamento do público.

3. Promova um diálogo adequado

Uma vez que você define quais redes sociais que serão mais usadas pela sua empresa, chega o momento de estabelecer qual a linguagem que a sua empresa irá utilizar nos canais de comunicação.

Vale comentar que cada rede social por si só já apresenta uma linguagem própria. O Linkedin, por exemplo, tem um propósito mais profissional e portanto exige uma linguagem mais formal entre os usuários e marcas. Já o Instagram está voltado para um conteúdo mais pessoal, visual e informal.

4. Invista no atendimento humanizado

A tecnologia de fato é uma grande aliada para promover o sucesso na experiência do cliente. Os chatbots, por exemplo, são ótimas ferramentas de automação da comunicação com o cliente, para as quais é possível criar respostas padrão. Contudo, abusar dessa alternativa pode ser o início de uma grande insatisfação do público com a sua empresa. 

Logo, para contornar esse cenário procure investir no atendimento humanizado, ou seja, aquele que consiste em sair do script de atendimento ao cliente pré-determinado e valorizar o consumidor como indivíduo.

5. Utilize o privado para tratar determinados assuntos

Nas redes sociais, alguns elogios e dúvidas podem ser respondidas publicamente, principalmente se for uma dúvida de vários usuários da plataforma. No entanto, determinados assuntos devem ser tratados no privado, especialmente se falamos de clientes insatisfeitos (cliente detrator). Neste caso, responda o comentário publicamente indicando que o problema será tratado inbox.

Fonte: Zendesk

Dropshipping: o que é e como funciona em 2020?

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Você sabe o que é dropshipping? Veja como essa tendência do mercado possibilita a criação de lojas virtuais mesmo sem ter produtos!

Quer abrir uma loja virtual, mas está sem recursos para a compra de estoque? O dropshipping pode ser a solução!

comércio online está em franco crescimento. Mas abrir uma loja virtual requer planejamento e logística, e o pontapé inicial pode ser complicado para quem ainda não conta com estoque. Se você está nessa situação e busca uma solução viável, é importante entender o que é e como funciona o dropshipping. Basicamente, trata-se de vender sem ter os produtos estocados. Um ponto positivo é economizar no investimento inicial.

Neste artigo, você vai conferir o que é dropshipping na prática, dicas de como encontrar os melhores fornecedores, entre outras informações relevantes sobre essa tendência capaz de impulsionar rapidamente os resultados de um e-commerce. Boa leitura!

O que é Dropshipping?

Dropshipping é um termo empregado no comércio eletrônico para se referir à prática de utilizar estoque de terceiros para a venda de produtos, já que muitos empreendedores em sua fase inicial não têm condições de investir alto em mercadorias.

Dessa maneira, muitos empresários do ramo procuram por empresas que forneçam um catálogo de mercadorias, além de logística, para a abertura da loja virtual.

O dropshipping permite, então, que o lojista coloque sua ideia em ação sem que haja a necessidade de, num primeiro momento, comprar itens e contratar mão de obra para o gerenciamento de estoque e entrega.

Essa estratégia é muito utilizada não só por e-commerces novos, mas também por marketplaces. Tudo porque vários fornecedores vendem seus produtos em um só domínio. Nesse caso, toda a logística também é feita pelos fabricantes, que enviam as mercadorias aos clientes em nome da empresa em questão.

Então, em suma, dropshipping consiste em usar a sua loja virtual como vitrine para a revenda de artigos de terceiros. Assim, a sua principal função é intermediar a relação entre fornecedor e cliente na hora do fechamento da compra.

Em geral, toda a logística de entrega é feita pelo fabricante. Por isso, é válido apostar em um pós-venda eficaz, a fim de saber se o usuário ficou satisfeito com a entrega, qualidade e condições do produto.

Como escolher fornecedores?

Há alguns anos, o dropshipping era conhecido como uma negociação ilegal — pelo fato de que os principais fornecedores eram de fora do Brasil, e isso era visto como contrabando. Porém, algumas coisas mudaram!

Nos últimos anos, essa forma de comércio cresceu, o que fez com que muitos fornecedores brasileiros visassem o mercado. Agora, há opções tanto estrangeiras quanto nacionais para você fazer uma parceria de sucesso.

É importante saber como escolher bons fornecedores para e-commerce, uma vez que essa é a mola mestra do dropshipping. Nesse sentido, você pode:

  • começar pesquisando quais são as opções de dropshipping no segmento em que deseja atuar;
  • verificar a reputação da empresa no mercado;
  • pesquisar sobre a qualidade do serviço com outros clientes;
  • cotar os preços praticados;
  • descobrir como é realizado o processo de entrega e a política de trocas e devoluções no e-commerce;
  • contatar os selecionados da sua lista, para averiguar as informações da pesquisa.

Quais as vantagens do dropshipping?

Apostar nesse modelo de negócio online é muito promissor. Afinal, exige pouca liquidez para a abertura e operação da empresa se comparado com um e-commerce que precisa se dedicar também à compra de produtos, estocagem e logística para a entrega.

Veja, a seguir, os principais benefícios do dropshipping:

  • abertura de loja virtual com redução de custos e riscos;
  • não há a necessidade de investir em equipe;
  • logística de entrega de mercadoria gerida pelo fornecedor;
  • variedades de produtos, utilizando mais de um fornecedor.

Quais as desvantagens?

Por outro lado, quem decide investir nessa estratégia para comércio virtual também deve levar em consideração alguns pontos críticos, como:

  • risco de contratar fornecedores dropshipping de qualidade duvidosa, principalmente fora do Brasil (é necessário pesquisar antes!);
  • falta de controle em relação às mercadorias enviadas;
  • baixa margem de lucro, pelo menos no início do projeto;
  • total dependência de terceiros.

Como funciona na prática?

Para montar seu negócio de dropshipping, o ideal é começar determinando seu nicho de mercado. Se você optar por vender suplementos alimentares, por exemplo, sua estratégia será bem diferente da de alguém que decida investir no ramo de enxoval para bebês.

Uma vez definida essa questão, é o momento de escolher o fornecedor. Nessa etapa, o preço do produto importa, mas também pontos como a qualidade do produto e a forma como ele será entregue. Depois de tudo combinado, é hora de escolher a plataforma de e-commerce, montar sua oferta e começar a vender.

Quando uma venda é concretizada, geralmente é o fornecedor quem se encarrega da separação do produto, da emissão de nota fiscal e da entrega. Da mesma forma, no caso de troca ou devolução, também é responsabilidade dele.

Como identificar dropshipping grossistas?

O dropshipping grossista, ou seja, o fornecedor atacadista, normalmente não tem uma forte presença online. Afinal, seu objetivo é justamente entregar seus produtos para que outras empresas revendam. Ele não quer ser encontrado pelo cliente final.

Um fornecedor grossista não cobra taxas mensais e costuma oferecer um canal específico para seus intermediadores, solicitando um cadastro diferenciado. Além disso, é possível que seja direcionado para que você faça um pedido mínimo e que o fornecedor exija uma taxa extra para envios individuais.

Quais os melhores fornecedores de dropshipping em 2020?

A abertura de uma loja, mesmo que seja virtual, requer um bom planejamento de estoque. O que isso significa? Que sua intenção de venda precisa ser de acordo com a capacidade de fornecimento do atacadista. Outro ponto é decidir se você vai trabalhar apenas com grossistas nacionais ou, também, com internacionais.

Empresas que trabalham com dropshipping

Confira os principais atacadistas para trabalhar em 2020 e ter excelentes resultados com dropshipping:

O dropshipping é ou não uma boa saída?

Como toda aposta, essa estratégia apresenta possibilidades de perdas e ganhos. O que vale no momento da decisão é saber com quem você está fazendo negócio, ou seja, saber a procedência dos fornecedores que estão sendo contratados.

Então, pesquise! Converse com lojas virtuais parceiras, fique a par de como funciona o dropshipping com esses fabricantes e experimente o serviço antes de contratá-lo.

E, por fim, tenha um SAC que dialogue com o seu público. Não o deixe de lado só porque você não participa de todas as etapas da compra. Invista em marketing digital e procure sempre saber o que os seus clientes estão buscando no momento.

FONTE: Blog da Bertholdo

Dropshipping em tempos de Coronavirus: uma relação difícil ou vantajosa?

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O transporte direto pode soar como uma prática que não seria afetada pelo coronavírus; infelizmente, o transporte direto não significa deixar os pacotes na porta dos clientes por meio de drones voando alto no céu – o que permitiria o distanciamento social entre outras precauções de segurança. Dropshipping e Coronavirus: como eles estão relacionados?

Se acontecer de você seguir qualquer conta de mídia social relacionada a compras online, provavelmente você se deparou com o termo “drop shipping” – que, alternativamente, é soletrado sem o espaço, “dropshipping”. Independentemente de como você decida soletrá-lo, ele pegou um tráfego pesado de pesquisa desde 11 de março, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou COVID-19 uma pandemia.

As lojas e negócios online que confiaram nisso nos Estados Unidos e em todo o mundo estão ansiosos, pois as etapas para executar o método com sucesso são afetadas com o elemento mais básico diminuindo: produtos e mercadorias.

Como combater o COVID-19 e seu impacto no seu modelo de drop shipping em cinco etapas fáceis

  1. Encontre um produto vencedor
    Se você está começando um negócio de dropshipping, encontre um produto que seus clientes considerem necessário. Então, vá lá e comece a pesquisar. O que é tendência?
  2. Anuncie e limpe seu site
    Certifique-se de destacar um novo produto que você está vendendo e torná-lo visualmente atraente em seu site para entusiasmar os clientes.
  3. Tráfego direto
    Você deve encontrar o seu “nicho” online e encontrar uma maneira de fazer com que esses usuários cheguem ao seu site e façam compras.
  4. Mantenha-se organizado
    Acompanhe os pedidos de uma forma limpa e ordenada, seja uma planilha limpa e colorida ou um bloco de notas manuscrito marcado. Ficar atrasado nos pedidos não é divertido e é algo que você não quer mexer.
  5. Seja honesto
    Se surgir um problema com um pedido ou produto, seu cliente precisa ser o primeiro a ser informado. Se não, você está fazendo algo errado.

A China é a origem de muitos produtos distribuídos por dropshipping, por isso é crucial que todas as lojas online levem em consideração não apenas as restrições impostas em sua área geográfica, mas também as leis e regulamentos em constante mudança de onde os produtos vêm. Se você está continuando suas práticas de dropshipping ou está apenas começando online e digitalizando sua marca, lembre-se de que seus produtos podem não estar isentos de leis altamente restritivas que proíbem a movimentação de mercadorias, exportações ou importações que podem entrar em vigor com pouco ou nenhum aviso prévio.

Restrições e protocolo
Essas leis e protocolos restritivos podem afetar seu negócio de dropshipping, especialmente se você trabalhar com clientes localizados em diferentes países em plataformas como Shopify ou AliDropship.

Mas há uma boa notícia, se não houver restrições entre a China e o país onde suas mercadorias serão entregues, você tem luz verde para continuar vendendo. Apenas certifique-se de verificar sua configuração logística e você estará pronto para ir.

Se você é um iniciante em dropshipping ou até mesmo se está se sentindo confortável com o modelo de negócios, lembre-se de que esta é uma pandemia global. Mesmo que haja muitas oportunidades para expandir seus negócios em meio à COVID-19, é um momento de praticar medidas de precaução e ética nos negócios.

Transparência
A nível internacional, os consumidores foram aconselhados a evitar qualquer atividade online que pareça suspeita. Evite golpes para proteger sua empresa e seus clientes. De acordo com a Federal Trade Commission dos Estados Unidos, faça sua pesquisa online sobre uma empresa antes de investir mais tempo e dinheiro em qualquer outra colaboração com fornecedores terceirizados. Você deve atualizar seu site, mídia social ou qualquer outra presença online que possa ter para ser o mais transparente possível. Confiabilidade e transparência são características essenciais que sua empresa deve retratar para aumentar as vendas e manter os clientes satisfeitos. A segurança cibernética é uma preocupação crescente à medida que o mundo enfrenta um período incerto e financeiramente difícil. Para qualquer dúvida que você possa ter sobre phishing ou outras questões relacionadas à Internet, consulte as diretrizes oficiais da OMS.


Pode parecer redundante, mas deve-se observar que há uma grande responsabilidade em nome de sua empresa para proteger clientes em potencial, funcionários de entrega que distribuem seus produtos e você neste momento. Por favor, sempre conte com fontes confiáveis ​​de informação, como a OMS e o corpo diretivo da sua região para tomar as decisões mais informadas não apenas para você, mas o mais importante, para seus clientes que estão atrás de telas de celulares e desktops ao redor do mundo.

Você já ouviu falar do Dropshipping?

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Dropshipping é um negócio digital que ganhou popularidade no ano passado e é conhecido por uma variedade de nomes: dropshipping, dropship, negócio de dropshipping, dropshipping de comércio eletrônico ou dropshipment.

O próprio comércio eletrônico se tornou um dos tópicos mais populares nos últimos 2 anos. Hoje existem entre 12M e 24M de ecommerces no mundo e 20% destes são sites de dropshipping. O que levanta a questão: o dropshipping de comércio eletrônico é realmente lucrativo? Verdadeiramente, depende.

Como funciona o Ecommerce Dropshipping?
Atualmente, existem diferentes ferramentas, como o Shopify, que nos permitem criar um site de dropshipping de forma muito rápida e fácil. O investimento inicial para iniciar o comércio eletrônico de dropshipping é bastante baixo. É por esta razão que se tornou tão popular, porque qualquer pessoa pode começar este negócio digital a partir de casa e com baixo investimento. Algumas pessoas até começam negócios de dropshipping com menos de US $ 200.

Vamos revisar os pontos mais relevantes do comércio eletrônico de dropshipping:


Produto Vencedor
Uma das coisas mais difíceis ao iniciar um novo comércio eletrônico de dropshipping é escolher os produtos para o seu site. Isso pode parecer uma tarefa fácil, mas encontrar um produto vencedor é complicado e será a chave para o sucesso com o negócio de dropshipping.

Existem várias teorias sobre o que torna um produto vencedor. No entanto, na maioria das vezes, um produto vencedor deve atender a 3 requisitos: resolve um problema ou cobre uma necessidade para um segmento relevante da população, é um produto com uma boa relação oferta-demanda e deve ser um produto com uma percepção valor maior que o preço de compra. Quando cobre tudo isso, pode obter margens lucrativas em um site de dropshipping.

Margens altas
Depois de selecionar os produtos que vamos vender, devemos estabelecer as margens de lucro para o negócio de dropshipping. Ao usar o negócio de dropshipping, nossa proposta de valor no que diz respeito ao produto é muito baixa ou até zero. O que significa que é melhor agregar valor de outras maneiras, como serviço pré e pós-venda.

Portanto, o preço de venda será geralmente 2 ou 3 vezes maior do que o preço de custo. Porém, se o produto vendido tem baixo preço de venda e é comprado em quantidade, pode ter margens menores devido ao grande volume de pedidos que receberá.

Recebendo tráfego em um site de dropshipping
Trazer tráfego para um site de dropshipping é relativamente simples, mas certamente há a melhor maneira de fazer isso. A ideia de que os anúncios do Facebook e do Instagram são os melhores canais para o comércio eletrônico de dropshipping é amplamente difundida. No entanto, pode haver maneiras melhores.

Isso ocorre porque a maneira mais barata de obter tráfego nem sempre é a melhor. Muitas pessoas que começam o comércio eletrônico de dropshipping são iniciantes e não sabem como criar campanhas de marketing, como era o meu caso quando comecei. Agora que experimentei vários canais de aquisição de clientes, o Facebook não me deu os melhores resultados. É verdade que o CPC no Facebook geralmente é mais barato e o alcance potencial é maior, mas o tráfego é de qualidade muito pior em comparação com o que obtive com minhas campanhas do Google Ads. O resultado é que, dos US $ 100.000 vendidos nos últimos 8 meses, 80% dos pedidos vêm de campanhas do Google Ads. Além disso, o CPA médio obtido com o Google é 35% inferior ao obtido com os anúncios do Facebook.

Fornecedores de dropshipping: escolha o melhor!
Também é muito importante selecionar bons fornecedores de dropshipping. Um dos pontos fracos do negócio de dropshipping é o controle logístico nulo, que deixa a confiança dos fornecedores de dropshipping para fazer seu trabalho da forma mais eficaz possível. Em quase todas as plataformas que permitem o comércio eletrônico de dropshipping, os fornecedores de dropshipping têm seu próprio índice de qualidade. Isso faz com que as pessoas possam saber o feedback real de outros sites de dropshipping e selecionar o melhor fornecedor de dropshipping.

Portanto, é melhor ter fornecedores de dropshipping de confiança, mesmo que o custo do produto seja um pouco mais alto.

Com tudo isso dito, é importante observar que o comércio eletrônico de dropshipping não é um negócio sustentável de longo prazo. Na verdade, 99% das pessoas que começam um negócio de dropshipping falham. E o 1% restante que tem um negócio de dropshipping de sucesso, consegue evoluí-lo para um comércio eletrônico de marca própria.

Confira as 4 principais objeções de venda no e-commerce e como superá-las

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Embora o empreendedor saiba o quanto seu produto ou serviço seja bom, nem sempre ele consegue transmitir de maneira clara e objetiva as vantagens e as soluções para quem deseja comprá-lo. Por isso, é normal surgirem algumas objeções de venda, sejam elas associadas a preços, datas, preferências, entre outros.

As objeções de venda são responsáveis por dificultar o processo de decisão do consumidor, impedindo a conclusão da compra. De modo geral, elas são desculpas que seus clientes dão para não comprar.

O ideal é que as objeções não sejam tratadas como algo negativo, e sim como uma oportunidade e um voto de confiança do consumidor, que demonstra interesse em seu produto. Nesse caso, quando o cliente apresenta objeções de vendas, é necessário lidar com isso, contornando e superando a situação com naturalidade e desenvoltura.

Quer conhecer as principais objeções de venda do e-commerce? Acompanhe nosso artigo para conhecê-las e saber o que pode ser feito para superar tais dificuldades. Boa leitura!

1. “Não confio nessa loja”

A falta de confiança é um fator que impede muitos clientes de realizarem compras, sobretudo quando se trata do e-commerce. Muitos usuários apresentam receio e desconfiança em sites que não conhecem e não têm visibilidade no mercado, fazendo-os desistirem de finalizar a transação.

As causas dessa objeção podem estar na aparência ou no design da loja virtual, nos feedbacks negativos de alguns consumidores, na falta de informação em algum produto e na ausência de selos de segurança.

Nem sempre a proposta comercial do que você pretende oferecer ao cliente estará 100% alinhada com as expectativas dele. Por isso, seja totalmente honesto e passe confiança, não oculte informações valiosas nessa etapa tão importante.

Isso também ajudará a reverter a situação dos depoimentos negativos, melhorando a avaliação dos clientes.

Além disso, invista em um certificado de segurança. Vale a pena colocar o selo de garantia no rodapé da página para passar mais segurança e credibilidade ao comprador.

2. “Não preciso desse produto agora”

Embora alguns clientes queiram muito adquirir um produto, o momento de finalização da compra costuma ser de muita indecisão. Para o comprador, ele está investindo em algo que é dispensável naquele momento.

A ideia é oferecer ao cliente uma oferta muito boa, que logo não estará disponível. Utilizar a noção de escassez de quantidade e de tempo é um gatilho mental muito bom, que realmente funciona e acaba impedindo, muitas vezes, que ele adie a compra.

Vale lembrar-se de que, em hipótese alguma, o vendedor deve ficar empurrando uma venda. O ideal é atrair um bom negócio, em que as duas partes fiquem satisfeitas ao fechá-lo.

3. “Preciso pesquisar mais”

A maioria dos usuários passa grande parte do tempo só pesquisando produtos na internet. Eles não entram necessariamente em um site com a decisão de compra tomada logo de início.

Mesmo que eles confiem em sua loja, gostem do produto e considerem as condições favoráveis, ainda assim eles continuarão pesquisando condições melhores.

Nesse caso, para reduzir o efeito da objeção, é válido realizar ações de remarketing, em que o empreendedor consegue mostrar anúncios dos seus produtos, mesmo após o visitante ter acessado seu e-commerce. Além de oferecer alguma recompensa, como um desconto ou frete grátis, que aumente a possibilidade de venda.

Esteja preparado também para ouvir e envolver o consumidor na conversa, passe segurança e autoridade no assunto, além de mostrar as vantagens do seu produto ou serviço. Isso pode ajudar a contornar a situação.

4. “Não quero pagar frete”

Sem dúvida, o frete é uma das maiores objeções no e-commerce. Muitos consumidores abandonam o carrinho ao ver o valor exorbitante cobrado pela entrega do produto. De fato, em alguns e-commerces, o frete é tão alto que vale mais a pena o consumidor adquirir o produto em uma loja física.

A solução para tal problema é oferecer frete grátis a partir de determinado valor de compra. Embora seus custos com frete aumentem, provavelmente haverá um aumento no ticket médio da operação, o que equilibra as coisas.

Vale lembrar-se de que o preço da entrega não é a única coisa levada em consideração pelo consumidor na hora de realizar uma compra pela internet. O prazo para receber a encomenda também é fundamental. Por isso, às vezes, os clientes aceitam pagar pelo frete mais alto quando a entrega da encomenda é rápida.

Além das dicas citadas para contornar objeções, é importante que você fique calmo, demonstre empatia, seja paciente e sutil, esteja atento ao tempo dedicado, tenha foco e investigue mais a fundo os motivos abordados pelo cliente. Mas se lembre de que essas dicas só serão eficazes se você for natural e agir com segurança.

Agora que você já conhece as principais objeções de venda, é importante ressaltar a diferença entre os termos objeção e condição, que, muitas vezes, pode atrapalhar ainda mais o processo de venda.

Resolva as objeções de venda agora

Como dito, a objeção é o fator que impede a finalização do processo de compra do cliente. Já a condição é um motivo real pelo qual o visitante não pode comprar o produto. Por exemplo, se o produto for muito caro, não adianta insistir em vendê-lo a um cliente que não tem como comprar.

Por isso, para ter sucesso com as vendas e conseguir contar as objeções, também é preciso levar em consideração as condições e o comportamento do consumidor. Assim, os vendedores não precisam investir tanto tempo com quem não tem potencial para se tornar cliente.

Por fim, é evidente que estar preparado para contornar os obstáculos aqui abordados pode ser um diferencial para fechar uma venda com sucesso.

Não se esqueça de que o objetivo final é concretizar a venda. Se o cliente fez tantos questionamentos, é porque, de certa forma, ele tem interesse no seu produto. Portanto, não deixe de usar as objeções a seu favor!

Fonte: Escola de Ecommerce

E-commerce na prática: como montar e ter sucesso com sua loja virtual

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Sem sombra de dúvida, o comércio eletrônico é uma boa opção para quem está buscando um novo trabalho. Sem contar que, é um dos melhores recursos para impulsionar as vendas de quem está começando.

Um e-commerce funciona como uma loja virtual, possibilitando um leque de grandes oportunidades e nichos de atuação. Só para você ter uma ideia, em 2019 o e-commerce no Brasil cresceu cerca de 22,7%, com faturamento na casa de R$ 75 bilhões, segundo a E-commerce Brasil.

A tendência é que essa área continue em expansão, afinal de contas, é um mercado em expansão, que traz mais comodidade, preços mais competitivos e praticidade para o consumidor. Isso sem falar nas vantagens para o próprio empreendedor, como economia, alcance global e disponibilidade de venda 24h por dia.

Se você está pensando em criar o seu e-commerce, mas não sabe como iniciar, este artigo foi feito para você! Ao longo do texto, você vai entender o que é um e-commerce na prática, suas vantagens e como montar o seu e-commerce do zero.

Verás também como é o marketing para vendas online, como monitorar os resultados da sua loja virtual e quais são as melhores ferramentas para ajudar nas suas vendas. Continue a leitura e aprenda um pouco mais sobre o assunto.

O que é e-commerce?

Um e-commerce é uma loja virtual, ou seja, um espaço digital que pode vender produtos e serviços variados por meio da internet. Nesse tipo de negócio, todo o atendimento e o processo de compra são feitos virtualmente, garantindo mais comodidade e praticidade para o consumidor.

Um pouco da história do e-commerce aqui no Brasil

Apesar de não existirem dados oficiais sobre o surgimento do e-commerce no Brasil, estima-se que o setor começou a ser desenvolvido no país de forma mais expressiva no ano 2000.

O formato dos e-commerces que conhecemos hoje é reflexo das lojas virtuais que surgiram nos Estados Unidos e foram popularizadas em 1990.

Naquela época, a população norte-americana começou a ter um acesso muito mais amplo à web. Por outro lado, na década de 90, a internet no Brasil ainda era muito limitada, conexão discada, lentidão no acesso aos grandes portais da época. Ter acesso ao seu e-mail ou até mesmo navegar pela web era uma verdadeira disputa e um privilégio para poucos. Aliás, fazer compras em lojas virtuais, na época, era algo totalmente improvável.

Com o passar dos anos e com a chegada de novos provedores e tecnologias em território nacional, a velocidade da conexão com a internet evoluiu rapidamente e ajudou a transformar o comportamento e a forma de compra dos consumidores.

Desde então, as pessoas começaram a procurar mais informações na internet e a se tornar mais seletivas e exigentes com a compra de produtos e serviços.

As lojas virtuais continuaram a crescer e a ganhar atenção dos mais variados perfis de público. Hoje, tudo está mais acessível e o uso da internet faz parte da rotina da maioria dos brasileiros.

Quais são as vantagens e desvantagens de um e-commerce?

Afinal, por que alguém prefere comprar em um e-commerce do que em uma loja física? Do ponto de vista do consumidor, há três razões para isso: conveniência, preços mais competitivos e praticidade.

Por meio do comércio eletrônico, é possível comprar um produto ou serviço a qualquer hora e em qualquer lugar com acesso à internet.

O cliente já não precisa mais se deslocar até o local, gastar tempo em filas de pagamento e nem mesmo ir em diversas lojas para comparar preços. Inclusive, essa comparação de valores é mais uma vantagem dos e-commerces, que costumam apresentar preços mais baixos do que lojas físicas.

Por outro lado, ainda existem alguns fatores que podem ser vistos como desvantagens para algumas pessoas: a segurança e a confiabilidade da marca e o tempo de espera para a entrega da compra.

Se você está pensando em começar sua loja online, é preciso atenção a esses pontos para ter vendas online de sucesso.

Quais as vantagens para o dono do negócio?

Além dos benefícios para o consumidor, o e-commerce também é muito vantajoso para o dono no negócio.

Economia e ganho de tempo

O preço mais baixo que as lojas virtuais oferecem são possíveis graças à economia que um e-commerce oferece. Afinal, quem tem um comércio eletrônico não tem custos como aluguel de loja, remuneração de funcionários e comissões de vendedores.

Além disso, o funcionamento de um e-commerce e a geração das vendas também acontecem de forma mais rápida do que em um comércio físico.

Alcance global

Outra vantagem é que esse tipo de negócio é uma boa oportunidade tanto para quem está começando quanto para quem quer expandir, afinal, o alcance de um e-commerce pode ser global e você não precisará de ter várias lojas para crescer sua marca e ser visto no mercado.

Isso sem falar que seus clientes poderão ser de qualquer região do Brasil ou do mundo. Nesse aspecto, será preciso apenas ter cuidado redobrado com o planejamento logístico.

Disponibilidade 24h

Por funcionar de forma virtual, seu e-commerce estará disponível aos consumidores por 24 horas todos os dias. Para um comércio físico, isso é extremamente oneroso e praticamente impossível para alguns nichos de mercado.

Essa disponibilidade aumenta suas chances de vendas recorrentes e ajuda na consolidação da sua marca.

Fidelização de clientes

A fidelização de clientes no e-commerce também é um aspecto que deve ser destacado. Ao desenvolver um e-commerce de qualidade e prestar um serviço de excelência, as chances de o cliente ser fidelizado com mais facilidade e rapidez são significativas — se comparadas às negociações em lojas físicas.

Mensuração de performance

A internet possibilita a mensuração da performance de um e-commerce. Isso significa ter acesso a dados que podem ajudar você na tomada de decisões e ações corretivas quando necessário.

Entre esses dados, será possível identificar o número de visitantes da sua loja, tempo de permanência, compras efetivadas, carrinhos abandonados, taxa de rejeição das páginas, entre outras informações.

Outro ponto de atenção é que você conseguirá saber de forma mais precisa a quantidade de tráfego orgânico e pago da sua loja, ou seja, quem está vindo de forma natural ou por meio de anúncios.

Variedade e investimento no longo prazo

Por meio de um e-commerce, você também terá a oportunidade de explorar novas ideias de mercado.

Além de muitas opções de nicho para atuar, um e-commerce bem-sucedido também pode ser um investimento. Alguns empreendedores, por exemplo, optam por vender o negócio e ter um novo capital para trabalhar em novas áreas.

Compras por impulso

Quem nunca fez uma compra por impulso?

Viu no instagram, clicou, gostou e comprou. Ações como essas são perfeitamente normais no e-commerce, o cliente pode tomar essa decisão quando só estava acessando sua rede social – sem a menor pretensão de fazer alguma coisa.

Quais são os tipos de e-commerce?

Agora que você já entendeu o que é comércio eletrônico e suas vantagens, é importante conhecer também quais são os tipos de e-commerce e seus modelos de negócio.

No geral, um e-commerce pode vender produtos físicos, como roupas e eletrônicos, ou produtos digitais, como cursos, planilhas ou e-books. É claro que nada impede que um mesmo e-commerce comercialize vendas mistas, como a Amazon. Tudo vai depender do seu objetivo de negócio.

Além dos modelos tradicionais, existe também a possibilidade de criar uma loja virtual e vender para outras empresas, criando uma boa estratégia comercial. Esse é o caso dos modelos de e-commerce B2B e marketplaces. Conheça esses e outros tipos de e-commerce a seguir!

E-commerce B2B

O modelo de e-commerce B2B (business to business) baseia-se no tipo de negócio eletrônico em que as relações comerciais são feitas com outras organizações, como em operações de revendas.

Em outras palavras, vendedor e comprador são empresas. Se você pretende comercializar produtos em larga escala, você pode estabelecer que as compras sejam feitas por lote ou por uma quantidade predefinida de produtos, por exemplo.

E-commerce B2C

O B2C (business to consumer) é o tipo de negócio que traz como objetivo o consumidor final. Nesses casos, o consumo é a única operação realizada. A maioria das lojas virtuais adota esse modelo.

No e-commerce B2C, o funcionamento é feito da forma que todos conhecem: o consumidor compra (ou encomenda) um produto online e espera pelo recebimento da mercadoria em casa.

Para empreendedores que também tenham uma loja física, uma opção é possibilitar a retirada do produto no estabelecimento comercial.

Marketplaces

Os marketplaces surgiram no Brasil por volta de 2001. Basicamente, um marketplace funciona como um tipo de shopping center virtual, reunindo diversas marcas e lojas em um único lugar. Por meio dele, o consumidor consegue comparar preços com mais facilidade e pode optar pelo melhor produto.

Esse modelo de negócio é muito vantajoso, afinal, oferece boas oportunidades de vendas para as lojas. Atualmente, participam desse mercado empresas como Americanas, Magazine Luiza, Mercado Livre e Shoptime.

M-commerce

Se um e-commerce é voltado para o comércio eletrônico, um m-commerce é o que chamamos de mobile commerce ou comércio móvel. Em outras palavras, são as vendas realizadas a partir de dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Essa modalidade de negócio busca atender os consumidores com um perfil mais específico, ou seja, aqueles que vivem conectados e que preferem comprar via mobile, por meio de aplicativos.

O m-commerce também tira proveito da interação das redes sociais para potencializar as vendas.

S-commerce

Por falar em redes sociais, a mudança dos hábitos de compra do consumidor também deu origem ao social commerce.

Esse modelo de negócio funciona a partir da integração de uma loja virtual às mídias sociais. Essa é uma ótima estratégia para quem busca fortalecer a marca e o relacionamento com o consumidor.

Por meio desse recurso, o cliente consegue interagir com o conteúdo da página, avaliar produtos e o atendimento e deixar comentários.

Outra vantagem em ter um social commerce é que essa é uma estratégia que traz mais credibilidade e boa reputação para uma marca, afinal, o efeito viral das redes sociais contribui bastante para que isso aconteça. Contudo, é claro que isso só será possível se você também fizer um bom trabalho em meio a esse processo.

F-commerce

Ainda sobre mídias sociais, temos também o Facebook commerce, que é focado em estratégias de vendas exclusivas em uma das maiores redes sociais do mundo. Normalmente, quem opta por esse formato associa o conteúdo da página com anúncios pagos.

No F-commerce, a loja virtual é desenvolvida dentro do próprio Facebook. O objetivo é aproveitar os próprios recursos que a rede social oferece para envolver o consumidor e tornar o processo de compra muito mais interativo e sociável.

Se para o consumidor isso é vantagem, para o empreendedor é uma ótima oportunidade de aumentar a quantidade de potenciais clientes.

T-commerce

O principal diferencial do t-commerce (television commerce ou comércio televisivo, em português) é a união entre entretenimento e tecnologia para o mesmo objetivo: compras.

No geral, funciona assim: o consumidor assiste a uma propaganda, por exemplo, e, durante a exibição, ele é direcionado para um canal de venda ou comércio eletrônico da própria marca. Esses produtos podem ser itens eletrônicos ou até mesmo alguma peça do figurino de um personagem de uma série, por exemplo.

No Brasil, o principal modelo de t-commerce é a Shoptime, que anuncia seus produtos na TV integrados ao e-commerce.

A credibilidade, a interatividade e a sensação de assessoria são as principais vantagens atreladas a esse processo.

Subscribe commerce

Esse modelo de e-commerce também é conhecido popularmente como clube de assinaturas. Sua principal característica é a recorrência, pois o cliente, normalmente, paga um valor mensal para receber o produto mês a mês.

Atualmente, existem diversos tipos de clubes de assinaturas voltados para inúmeros setores, como literatura, beleza e saúde, pets, alimentação saudável, bebidas artesanais e estilo de vida.

Nessa modalidade, o que importa não é só o produto em si, mas a experiência do cliente com todo o processo.

E-commerce B2E

No modelo de e-commerce business to employee (B2E), a empresa comercializa seus produtos ou serviços diretamente para seus colaboradores. Normalmente, o acesso a essas mercadorias é feito via intranet, que é a rede interna de uma organização.

Mercado de produtos digitais

Mesmo não sendo um e-commerce propriamente dito, o mercado de infoprodutos, ou produtos digitais, também pode ser uma opção para quem quer empreender.

Como o nome já diz, o mercado foca na venda de produtos digitais, como cursos e aulas a distância, softwares, treinamentos, entre outros.

Depois da compra, o consumidor pode receber o acesso a esse produto de diversas formas. Normalmente, ele é encaminhado para uma plataforma específica que pode ser acessada por desktop ou dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

No Brasil, essa modalidade se tornou mais comum no final da década de 2000. Atualmente, a Hotmart talvez seja um dos grandes nomes do mercado de infoprodutos.

É importante ressaltar que: você pode aproveitar vários tipos de e-commerce em uma única loja virtual. Todos os exemplos citados podem se entrelaçar e se transformar uma loja incrível.

Na verdade, o ideal é que uma loja virtual utilize mais de uma dessas modalidades para aumentar suas chances de venda. Afinal, será mais complicado se sustentar com apenas uma dessas opções.

Por exemplo, é perfeitamente comum uma loja virtual ser: B2C, M-commerce, S-commerce e Subscribe commerce.  Assim consegue aproveitar o melhor de tudo!

Como funciona um e-commerce na prática?

Se você entendeu bem o conceito de um comércio eletrônico, já deve ter uma noção de como funciona um e-commerce na prática, certo?

Para ter um comércio eletrônico, você vai precisar de uma boa plataforma para e-commerce que permita que você exponha seus produtos ou serviços e que os consumidores façam suas compras online e sem sair de casa. Apesar disso, é importante ficar claro que só isso não será o bastante.

Vamos começar explicando o funcionamento básico de um e-commerce para que você entenda melhor.

Quando o consumidor está interessado em algum produto, ele certamente vai recorrer à internet para fazer uma boa pesquisa sobre a mercadoria em si e sobre os melhores preços. Nesse cenário, tenha certeza de que o Google será, provavelmente, a fonte de toda essa busca inicial.

Ao pesquisar por “blusa preta feminina”, por exemplo, vários resultados vão aparecer na tela do usuário. Se o seu e-commerce aparecer entre eles, o consumidor clicará no link e será direcionado para a sua loja virtual.

Nela, o consumidor deverá encontrar fotos dos produtos e informações sobre suas características, especificações técnicas, preços, frete, tempo de entrega, política de trocas e devoluções, entre outras.

Depois que escolher o produto e efetuar a compra, uma nova etapa começará — e você será o principal responsável para que tudo dê certo. Planejar a logística das entregas é essencial e requer um excelente planejamento. Nos próximos tópicos, vamos explicar melhor sobre esse e outros pontos. Continue a leitura!

Como montar o seu e-commerce do zero?

Até aqui, já abordamos os seguintes tópicos:

  • o que é um e-commerce;
  • quais são suas vantagens e desvantagens;
  • quais são os tipos de e-commerce atuais;
  • como funciona um e-commerce na prática.

Se você ainda tem dúvidas sobre algum desses tópicos, talvez seja melhor voltar neles antes de começar o próximo passo.

Apesar de parecer muito óbvio, é importante que você planeje todos os detalhes de como será o seu e-commerce para não correr riscos e entender a lógica do negócio de forma correta.

Lembre-se de que, por mais que criar um e-commerce seja mais simples do que montar uma loja física, você ainda precisará definir metas e objetivos, conhecer o seu consumidor e organizar toda a estrutura do seu comércio eletrônico.

A partir de agora, vamos ensinar o passo a passo para montar um e-commerce do zero, levando em conta tudo o que já explicamos até aqui. Vamos começar?

Escolha o nicho de mercado

O primeiro passo é escolher o seu nicho de mercado, ou seja, qual categoria seus produtos ou serviços serão classificados.

Moda, por exemplo, é um nicho extremamente amplo. Por outro lado, moda infantil ou moda plus size são mais específicos. Ao pensar de forma mais segmentada, você vai criar demandas para pessoas realmente interessadas no que você tem a oferecer.

Empresas que conseguem vender de tudo costumam ser a exceção, não a regra. Normalmente, essas são organizações gigantescas e com anos de experiência. Para quem está começando, tentar agradar a todos os públicos pode não ser o melhor caminho.

Definir com clareza o nicho de mercado e seus produtos vai ajudar você a entender melhor o seu público, a estruturar sua marca com mais precisão e a começar a buscar por fornecedores futuramente.

Além disso, é a partir desse momento que você também poderá pensar na sua estratégia de armazenagem, logística e distribuição.

Se você tem dúvidas de como escolher um nicho de mercado, pode seguir algumas dicas:

  • liste suas paixões e hobbies;
  • faça pesquisas de palavras-chaves;
  • observe a concorrência;
  • avalie seus recursos e orçamento;
  • busque a solução para um problema;
  • acompanhe quais são as tendências de mercado.

Regularize sua empresa

Para não ter problemas futuros, é importante regularizar seu negócio e ter um CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica). Ao fazer isso, você será reconhecido legalmente como MEI (Microempreendedor Individual) e poderá emitir nota fiscal para os seus clientes.

Abrir um MEI é a forma mais simples e segura para quem está começando. Além disso, com esse cadastro você também pagará impostos reduzidos e poderá obter crédito com melhores condições.

Outro benefício em ser MEI é que você poderá fazer o cadastro do seu CNPJ em algumas lojas e comprar produtos direto com fornecedores. Com isso, você terá melhores descontos e oportunidades financeiras.

Para ser MEI, porém, é preciso que você se enquadre nos seguintes requisitos:

  • receber até 81 mil reais por ano (R$ 6.750,00 reais de renda bruta mensal);
  • ter somente um funcionário registrado;
  • não ter participação em nenhuma outra empresa (como sócio ou proprietário).

Para abrir um MEI, você não precisará de um contador. O processo é todo feito de forma online e pode ser realizado no Portal do Empreendedor.

Outra opção para começar é abrir uma ME (microempresa). Essa modalidade é indicada para pessoas jurídicas que tenham faturamento mensal de 30 mil reais por mês.

Para você entender melhor, uma ME é caracterizada por uma sociedade empresarial formada por um ou mais sócios. Se você pensa em criar um negócio para o longo prazo, talvez seja interessante conhecer mais sobre o assunto.

Conheça seu público

Depois de escolher seu nicho de mercado e formalizar seu e-commerce, é hora de conhecer melhor o seu público.

Afinal, para quem você vai vender? O que essas pessoas estão buscando? Como elas se comportam e o que elas preferem?

Fazer esses questionamentos é essencial para você mapear o perfil do seu cliente ideal e, a partir disso, trazer soluções que realmente façam sentido para ele. Faça uma análise precisa da sua audiência e entenda como o seu produto ou serviço poderá ajudar essas pessoas.

Nesse cenário, é importante entender também o conceito de persona. Você já ouviu falar nesse termo?

Persona é um conceito muito usado no Marketing Digital e se refere a um personagem semifictício, construído a partir de dados reais de mercado, que vai representar o seu cliente ideal. Ela é diferente de público-alvo, e traz características mais completas do seu consumidor, que tem dúvidas e necessidades reais.

Conhecendo sua persona, você saberá o que ela procura e poderá oferecer serviços e produtos mais direcionados.

Conheça a legislação

Além de regularizar a sua empresa, você também precisa ter atenção ao que diz a legislação sobre o funcionamento de e-commerces no Brasil.

Decreto nº 7.962 entrou em vigor no ano de 2013 e oficializa algumas práticas que devem ser seguidas obrigatoriamente no comércio eletrônico. Veja algumas delas:

  • as informações sobre o produto, serviço e do fornecedor precisam estar descritas de forma clara, incluindo dados como Razão Social, CNPJ e telefone para contato;
  • os produtos comercializados deverão ser acompanhados de uma descrição técnica, informando cores, peso, tamanho e demais características essenciais;
  • o e-commerce deverá disponibilizar um canal eletrônico para contato do consumidor, como chat ou endereço de e-mail;
  • informações completas sobre condições de pagamento, entrega e políticas de troca e devolução.

Além dessas práticas básicas, o decreto traz mais uma série de especificações. É importante estar por dentro da legislação para atuar de forma legal e evitar dores de cabeça no futuro.

Registre seu domínio

O domínio de um site representa o seu endereço eletrônico na web (por exemplo: www.sualoja.com.br). Ele também é chamado de URL e é único para cada página na internet.

Ter um domínio é uma exigência global, e sem ele você não conseguirá colocar seu e-commerce para funcionar. Para criar uma boa URL, siga essas dicas:

  • inclua uma palavra-chave estratégica na URL, ou seja, a palavra que vai definir o seu negócio. Isso será importante para posicionar o seu e-commerce no Google e em outros buscadores;
  • use nomes curtos, objetivos e que sejam fáceis de lembrar;
  • não use números ou caracteres especiais (como letras maiúsculas ou acentos);
  • prefira domínios que terminem em “.com.br”. Isso vai ajudar, principalmente, no seu domínio regional;
  • use sempre um domínio e um subdomínio;
  • use hífen ou sublinhados para separar as palavras da URL;
  • crie uma URL para cada serviço ou produto;
  • crie categorias.

Depois de criar a URL, você vai precisar verificar se ela disponível e, então, cadastrá-la. Sites como Locaweb e Kinghost podem auxiliar com seu registro de domínio.

Escolha a plataforma ideal

Com o domínio escolhido e devidamente registrado, o próximo passo é escolher uma boa plataforma para e-commerce.

Hoje, é possível encontrar plataformas de qualidade e com preços acessíveis. Depois de escolher um plano de mensalidade, você só precisará configurar a plataforma e cadastrar seus produtos.

Antes de tomar uma decisão, é importante avaliar quais funcionalidades a plataforma oferece e se elas estão alinhadas com os seus objetivos e com o que você precisa. Além do custo-benefício, avalie também se a ferramenta permite integração com os principais meios de pagamento.

A seguir, você vai ver outras dicas que podem ajudar na sua escolha:

  • verifique se a plataforma possibilita mudar o layout;
  • veja se a ferramenta permite implantar formas de envio para dar sequência nas operações logísticas. A integração direta com os Correios, por exemplo, é essencial;
  • considere que a plataforma já tenha integrações nativas com marketplaces;
  • analise se a plataforma é amigável para SEO (Search Engine Optimization);
  • pense na experiência do usuário ao usar todos os recursos disponibilizados.

Tenha um orçamento

Apesar dos custos de um comércio eletrônico serem mais enxutos do que os de uma loja física, você terá gastos e precisará definir um orçamento para começar com o seu e-commerce na prática.

O valor desse orçamento vai depender do tipo de produto ou serviço que você vai comercializar e também do porte do seu negócio. Para se organizar melhor, você pode dividir seus custos iniciais nas seguintes categorias:

  • estrutura do e-commerce: valor a ser pago pelo domínio, hospedagem/plataforma e demais custos envolvendo tecnologia e a produção do e-commerce em si;
  • divulgação: estratégias para divulgar seu e-commerce e sua marca;
  • estoque e fornecedores: valor inicial para investir na compra dos primeiros produtos que serão vendidos.
  • operação: impostos e processo logístico das entregas.

Depois de fazer uma média de cálculos e ter uma noção melhor de qual será o orçamento para cada categoria, você também precisará de uma ferramenta para acompanhar esse planejamento financeiro.

Uma planilha do Excel, por exemplo, pode ser uma grande aliada para esse monitoramento inicial. Até mesmo no longo prazo, você pode continuar usando uma planilha simples para registrar todas as entradas e saídas relacionadas ao seu e-commerce.

Com uma ideia clara e organizada dessas informações, será possível visualizar melhor em quais categorias de produtos você gasta mais ou quais custos podem ser reavaliados, por exemplo.

Estabelecer uma frequência para analisar sua gestão financeira é importante para que você não seja surpreendido de forma negativa ao longo de um período.

Encontre bons fornecedores

Os fornecedores talvez sejam seus principais parceiros de negócio. Por isso, é importante fazer boas escolhas para construir uma relação amigável, confiável e duradoura.

Ainda que esteja começando seu e-commerce do zero, é importante mostrar para eles que você tem um bom planejamento e que está disposto a fazer essa parceria dar certo. Saber negociar e conversar é fundamental para mostrar profissionalismo e passar credibilidade para seus contatos.

No geral, alguns aspectos principais devem ser analisados na hora de buscar um bom fornecedor para e-commerce, entre eles:

  • referências;
  • qualidade;
  • capacidade de fornecimento dos produtos;
  • preço;
  • prazo para entrega;
  • formas de pagamento;
  • custo do frete.

Além desses pontos, outras dicas podem ajudar você a encontrar seus primeiros fornecedores. Veja só!

Faça uma ampla pesquisa online

Quando começamos um negócio e temos um trabalho mais enxuto, ir direto ao fabricante pode não ser a melhor opção. O primeiro passo para quem está começando é pesquisar a fundo no Google.

Faça isso com calma e não escolha um fornecedor apenas porque ele aparece nos primeiros resultados. Compare e varie suas palavras-chaves de busca, isso será importante para encontrar mais opções. Use termos como “venda no atacado”, “revendedor” e palavras-chaves locais, como “fornecedor de produto x em São Paulo”.

Busque por referências

Além de procurar na internet, é importante ter referências de quem já teve algum tipo de experiência com determinado fornecedor. Você também pode encontrar essas informações no Google, em sites como Reclame Aqui ou até mesmo nas redes sociais.

Lembre-se de verificar o histórico do fornecedor, sua reputação, avaliações negativas e positivas de outras pessoas.

Visite feiras e eventos do seu setor

Feiras e exposições são ótimas oportunidades para você abrir seu leque de oportunidades e conhecer pessoas que trabalham na mesma área que você.

Além de compartilhar experiências e se atualizar sobre o mercado, esses eventos também são muito promissores para trocar contato com revendedores e até mesmo com consumidores. Investir na sua rede de relacionamentos profissionais será essencial para fazer um bom trabalho.

Procure por fornecedores locais

Se você tiver chance e conhecer um bom fornecedor local, dê preferência a ele. Essa proximidade será importante para firmar uma parceria ideal, e você poderá ter prazos mais enxutos, além de entregas e pedidos feitos de forma mais otimizada.

Trace objetivos e metas realistas

Para trabalhar com seu e-commerce na prática, você precisará definir objetivos, metas e prazos de execução para cada etapa do seu planejamento.

Lembre-se sempre de que quando você sabe onde quer chegar, percorrer esse caminho torna-se muito mais simples. Além disso, para ter bons objetivos, é importante estabelecer alguns indicadores que sigam esses objetivos e metas. Veja, a seguir, alguns exemplos:

  • receber mais visitas no site nos próximos dois meses;
  • aumentar as vendas em 15% no trimestre;
  • reduzir as taxas de abandono de carrinho em 5% etc.

Para cada um desses indicadores, você vai trabalhar com um plano de ação. Para receber mais visitas no site, por exemplo, é importante que as pessoas saibam que ele existe, certo? Como você vai trabalhar essa divulgação?

É importante que esses indicadores e objetivos sejam realistas, ou seja, estejam de acordo com o desenvolvimento e a realidade do seu e-commerce.

Foque na estrutura

A estrutura do seu e-commerce precisa ser muito bem pensada, afinal, ela será responsável por garantir o funcionamento da sua loja online. Para otimizar seu trabalho, foque sua estrutura em duas categorias: nos canais de audiência e na conclusão das vendas.

Canais de audiência

O canal de audiência pode ser como um meio de divulgar seu e-commerce e interagir com seu público. Uma fanpage no Facebook, uma conta comercial no Instagram são ótimos exemplos.

Lembre-se de que você não vai vender por meio dessa página, mas poderá estreitar o relacionamento com seu público de interesse e até mesmo atrair novos clientes em potencial.

Mais uma vez, tenha em mente que conhecer esse público é fundamental para saber como vai abordá-lo. Garantir esse engajamento fará toda a diferença para ter sucesso no e-commerce.

Canais de conclusão de vendas

O canal de conclusão de vendas precisa ser pensado com atenção redobrada. Esse canal será o meio usado para concluir suas vendas.

Se você criar o seu e-commerce em uma plataforma própria, por exemplo, precisará pensar em uma boa identidade visual, layout etc. Além disso, não se esqueça que esse canal deverá ter toda uma estrutura de vendas, ou seja, o cliente precisará de um link de pagamento para fechar a compra.

Crie sua marca e identidade visual

identidade visual faz toda a diferença para a construção de uma marca. Afinal, ela pode ser vista como a primeira forma de comunicação com o público. Logo, embalagem, cores e tipografia são alguns elementos que compõem essa identidade.

É a partir dela que uma marca consegue passar seus conceitos, valores e posicionamento, ainda que visualmente. Para um e-commerce, o principal pilar da sua identidade visual será o layout do seu site. Sendo assim, ele precisa ser bem pensado para atrair e passar credibilidade aos consumidores.

Se você vai começar com seu e-commerce, mas está perdido sobre esse tópico, inicie suas ideias seguindo essas boas práticas:

  • leve em conta o perfil do seu público;
  • defina o conceito da sua loja;
  • escolha bem a tipografia;
  • pense na definição de cores;
  • inclua a logo da sua marca;
  • evite exageros no layout.

Além de bonito, o design do seu e-commerce também precisará ser organizado. Isso significa apresentar informações claras e categorizadas.

Duas coisas que não podem faltar em um e-commerce são as páginas de “Sobre” e “Contato”. Destaque também as páginas sobre formas de pagamento, dúvidas frequentes e política de troca e devoluções (se houver).

Além disso, crie categoria no site para organizar seus produtos ou serviços. Tudo isso será essencial para garantir uma boa experiência ao cliente.

Pense na experiência do usuário

Pensar na experiência do usuário é visualizar seu e-commerce sob a ótica do cliente, ou seja, se colocar no lugar dele no momento da compra.

Você se lembra do conceito de m-commerce que explicamos nos tópicos anteriores? Ele será fundamental agora.

Como você sabe, o comportamento do consumidor mudou muito nos últimos anos. Hoje, muitas pessoas fazem comprar por meio de dispositivos móveis. Por esse motivo, é essencial ter uma loja virtual mobile configurada corretamente.

Isso significa ter um layout responsivo, ou seja, que consiga se adaptar a qualquer formato de tela, como tablets e smartphones.

Ao adotar esse formato, os elementos visuais e demais informações do seu e-commerce poderão se adaptar automaticamente a essas telas, proporcionando um visual mais atrativo e facilitando a navegação e a compra.

Planejamento logístico e frete

Além de planejar a estrutura do seu e-commerce, ter o apoio de fornecedores e bons produtos para vender, você também vai precisar pensar na parte logística e conhecer algumas opções para calcular o frete.

A logística envolve todo o processo de distribuição e entrega de mercadorias. Quando um e-commerce alcança mais maturidade e maior porte, alguns empreendedores preferem terceirizar esse serviço. Ou seja, contratam uma empresa para ser responsável por todo o processo de empacotamento, transporte e rastreamento dos produtos.

Para quem está começando, essa opção não é a primeira escolha, certo? Por esse motivo, é importante conhecer outras opções. Vamos lá?

Correios

Os Correios são muito úteis para quem vai começar um e-commerce do zero. A empresa presta serviço público e oferece atendimento em todo o país, contando, também, com a opção de envio internacional.

Além disso, você e seus clientes podem acompanhar o status de cada entrega por meio de um sistema de rastreamento próprio dos Correios.

A desvantagem dessa opção são as greves da empresa e o transporte limitado de algumas mercadorias (dependendo do peso e do tamanho dos produtos).

Transportadoras

Os serviços das transportadoras estão em crescente expansão e tornam-se uma boa alternativa para fugir dos períodos de greves dos Correios.

Esse tipo de serviço disponibiliza a opção de transporte fracionado em veículos de pequeno e médio porte (de acordo com o volume de produtos de cada entrega). Além disso, algumas empresas que prestam esse tipo de serviço contam com softwares próprios para rastreamento das entregas.

Motoboy

Se você vai entregar apenas na sua cidade, os serviços de motoboys e entregas de bicicleta são opções com ótimo custo-benefício. E-commerces que trabalham com alimentos, por exemplo, usam muito esse serviço. Suas principais vantagens são o baixo custo e a rapidez nas entregas locais.

Invista no bom atendimento

Ter uma boa estrutura de atendimento online é essencial. Você pode até ter bons produtos, mas se a experiência do cliente não for legal durante todo o processo de compra, tenha certeza de que você não terá bons resultados.

É muito importante que haja no seu e-commerce algum meio de contato para os consumidores, como alguma ferramenta de chat. Além disso, você também pode deixar o número comercial da empresa, caso exista, ou o WhatsApp.

Não se esqueça de que ter um canal de contato não é o suficiente. A forma como você atende e esclarece as dúvidas dos consumidores por meio desses canais é que será determinante para o seu sucesso. Tenha em mente que a personalização no e-commerce é fundamental.

O que é marketing para e-commerce e como aplicar?

Muito bem! Você planejou, pesquisou e, finalmente, seu e-commerce já está no ar. Mas, e agora? O que fazer para ser encontrado? A resposta é simples: aposte no marketing!

O marketing para e-commerce será fundamental para impulsionar as vendas e o crescimento do seu comércio online. Afinal, a concorrência na internet é gigante, e você precisa ser notado em meio à multidão. Se deseja contratar uma agência de marketing digital para ajudar você nisso, pesquise bem para não errar na escolha.

A seguir, você vai conhecer as principais dicas para fazer um bom marketing para o seu e-commerce e já se familiarizar com a área. Confira!

Valorize o seu produto e ofereça condições especiais de compra

A primeira dica é a mais básica de todas: saiba valorizar o seu produto e mostre que o seu site é de confiança.

Diferentemente das lojas físicas, onde os clientes podem ver os produtos pessoalmente, a internet funciona de forma muito mais abstrata. Para passar credibilidade para seus produtos, ofereça imagens de qualidade e com ângulos variados, para que o consumidor possa analisar cada detalhe.

Além disso, faça uma boa descrição de cada mercadoria, explicando todas as suas especificações técnicas, principais características e recomendações de uso.

Como você sabe, deixar um canal de contato aberto para esclarecer dúvidas também faz toda a diferença.

Além de valorizar o seu produto, oferecer benefícios e promoções pode ser uma boa ideia. Frete grátis na primeira compra, cupons de desconto e brindes, por exemplo, são ações que realmente chamam a atenção do consumidor.

Saiba anunciar no Google Ads

O Google Ads é um ótimo recurso para aumentar sua visibilidade nos resultados dos motores de busca. Por meio da ferramenta, é possível criar anúncios e campanhas pagas, que ajudam você a ter um grande alcance de público.

Esse tipo de estratégia também ajuda a aumentar o tráfego do e-commerce e pode trazer resultados mais rápidos no curto prazo.

Para usar o Google Ads, não é necessário fazer um grande investimento. Com R$ 10,00 por dia você já consegue realizar suas primeiras campanhas!

É importante conhecer também os modelos de cobrança que a ferramenta utiliza. São três opções:

  • CPC: custo por clique, ou seja, o valor é cobrado a cada clique que você receber no seu anúncio;
  • CPA: custo por aquisição. Em e-commerces, isso significa que o valor será cobrado a cada venda realizada;
  • CPM: custo por mil. Esse é um modelo de cobrança exclusivo da Rede de Display (um tipo de campanha específica do Google Ads). O valor sempre é cobrado a cada mil impressões de banners.

Para ter bons resultados no Google Ads, é fundamental entender quais anúncios estão sendo mais efetivos e quais deles podem ser aperfeiçoados.

Use técnicas de SEO

A sigla SEO refere-se ao termo Search Engine Optimization, que define um conjunto de técnicas e boas práticas voltadas para a otimização de páginas e conteúdos para os motores de busca, como o Google.

O SEO é uma estratégia para quem busca bons resultados no médio e longo prazo (cerca de três meses após começar). Aplicar SEO no seu plano de marketing para e-commerce é excelente, afinal, você não ficará totalmente dependente de campanhas pagas, como no Ads.

O SEO para e-commerce é focado em resultados orgânicos e vai trabalhar, principalmente, a sua credibilidade e autoridade no mercado. Confira adiante as principais técnicas de SEO que você deve aplicar no seu comércio eletrônico.

Tenha uma URL amigável

Nós já começamos a falar sobre URL no tópico em que abordamos o registro de domínio, lembra?

Em resumo, uma URL amigável é fácil de ser compreendida pelo consumidor e também pelo Google. Como explicamos, evite usar na sua URL números, caracteres especiais e letras maiúsculas, por exemplo. Essas orientações devem ser aplicadas em todas as URLs, não só no endereço eletrônico principal do e-commerce.

Dê atenção ao título e à meta description

Além do título principal, todo site precisa de uma meta description (ou meta descrição). Ela funciona como um resumo do assunto que é abordado em um texto ou site.

No Google, aparece como um texto descritivo logo abaixo do título principal. É importante que ele tenha até 137 caracteres e palavras-chave estratégicas para o seu negócio — como termos relacionados à intenção de compra.

Preocupe-se com a usabilidade da página

A experiência do usuário também é algo que influencia diretamente no bom posicionamento do seu e-commerce no Google — e isso inclui as condições de usabilidade da sua página.

Links quebrados e velocidade de carregamento no e-commerce, por exemplo, são questões que você deve prestar atenção. As informações do seu site precisam ter um carregamento rápido e estarem dispostas com clareza. Se um usuário entra sua página, mas precisa esperar vários minutos para acessar o que procura, pode ter certeza de que ele será um cliente perdido.

Da mesma forma, não deixe de cuidar da estrutura das informações da página. Uma dica é categorizar os produtos no e-commerce — aqui, é importante que todas as categorias e páginas conversem entre si.

Use links internos

Incluir links internos, ou seja, dentro das páginas do seu próprio domínio, é mais uma boa prática de SEO. Esse recurso ajuda a fortalecer a autoridade da página que está recebendo o link, indicando para o Google que é referência sobre determinado assunto.

No seu e-commerce, essa linkagem pode ser feita de diversas formas, por exemplo:

  • crie perfis nas redes sociais para o compartilhamento de links;
  • crie um perfil no Pinterest com seu catálogo de produtos e insira links diretos para as páginas de compra;
  • instale plug-ins que permitam o compartilhamento dos produtos de dentro do seu site para as redes sociais dos consumidores;
  • faça tutoriais no YouTube com link para seu e-commerce na descrição do vídeo;
  • inclua os links desses tutoriais nas suas páginas de produtos;
  • crie um blog com conteúdo relevante para favorecer o tráfego e a linkagem entre os conteúdos publicados.

Aposte no marketing de conteúdo

Já que começamos a falar de blog no último tópico, vamos abordar agora a importância do marketing de conteúdo para e-commerce. Por meio dele, você conseguirá ter mais autoridade no mercado, reconhecimento e bom posicionamento orgânico nos resultados de buscas do Google.

O papel do marketing de conteúdo vai muito além das vendas. Sua essência, por assim dizer, é educar o consumidor e trazer mais segurança a ele.

Ao conhecer o seu cliente ideal, traçar uma boa estratégia de conteúdo será mais simples e você poderá focar em ações que realmente vão trazer resultados significativos no longo prazo.

As próprias descrições de produtos podem ser suas primeiras estratégias nesse sentido. Quando você faz um texto explicando detalhes sobre a mercadoria e coloca nessa descrição palavras-chaves estratégicas (e inseridas naturalmente em um contexto), as chances de suas páginas performarem melhor são muito mais amplas.

Da mesma forma, a criação de um blog pode fazer toda a diferença. Por meio de blogposts, você tem a chance de trabalhar uma vasta quantidade de conteúdos relevantes e realmente úteis para a sua persona. Tudo isso trará mais confiabilidade e autoridade de mercado para a sua marca.

Além de textos, você também pode explorar outros formatos de conteúdo, como:

  • vídeos;
  • infográficos;
  • reviews;
  • podcasts;
  • webinars;
  • guestposts;
  • perfis nas redes sociais etc.

Com uma boa estratégia de conteúdo, você terá aumento nas vendas, redução de custos com anúncios pagos e ainda um melhor relacionamento com seus clientes, afinal, produzir materiais que ajudem seus consumidores também ampliará o reconhecimento do seu negócio.

Faça uma estratégia de e-mail marketing

Entre as ações de marketing digital para e-commerce, o e-mail marketing está entre as mais efetivas. Ao contrário do que muitos acreditam, o e-mail ainda é um grande canal de comunicação e relacionamento na internet.

Uma boa campanha de e-mail marketing é capaz de dar continuidade ao relacionamento com seus clientes, além de nutri-los com informações úteis e relevantes sobre o seu negócio.

Para começar a estratégia de e-mail marketing, a primeira coisa que você vai precisar é o contato dos seus clientes. Você pode conseguir essa informação de muitas formas, porém, a dica mais importante aqui é: nunca compre listas de e-mails prontas. Isso não é uma boa prática no marketing e você ainda pode ser penalizado por isso.

Quando o próprio cliente passa seu endereço de e-mail, isso mostra que ele está interessado no que você pode oferecer. Uma ação simples para conseguir esse tipo de informação é criar conteúdos ricos para seus clientes, como e-books ou webinars, e oferecer a eles em troca do e-mail.

Para ter bons resultados, é preciso que você:

  • relacione-se com sua base de contatos regularmente;
  • evite ser invasivo e não envie uma quantidade exagerada de e-mails na semana;
  • use um título de e-mail atrativo, que desperte curiosidade;
  • personalize seus e-mails;
  • elabore boas newsletters.

Como monitorar os resultados do seu e-commerce e crescer com inteligência de mercado?

Além de ter um comércio eletrônico funcionando corretamente e com uma boa audiência, também é preciso mensurar os resultados da sua loja virtual. Isso quer dizer acompanhar alguns indicadores de desempenho, como taxa de conversão, abandonos de carrinho, quantidade de visitas na sua página, entre outros.

Ter acesso a essas informações é muito importante para crescer com inteligência de mercado, ou seja, tomar decisões baseadas em dados. Ao monitorar esses indicadores, você vai conseguir:

  • identificar como visitantes e consumidores se comportam no seu e-commerce;
  • analisar possíveis gargalos nos seus processos e realizar melhorias no que for necessário;
  • oferecer conteúdos mais personalizados;
  • prever e acompanhar tendências de mercado;
  • monitorar e comparar seu desempenho com a concorrência etc.

Quais indicadores monitorar?

Além de entender a importância de acompanhar os resultados do seu e-commerce, é preciso determinar que tipo de métricas acompanhar e o que elas significam para o desenvolvimento do seu negócio. Veja, a seguir, alguns dos indicadores que precisam ser verificados regularmente!

Volume de visitas

O volume de visitas representa a quantidade de pessoas que acessam a sua página por dia. Esse indicador não deve ser avaliado de forma isolada, afinal, mesmo que você receba milhares de visitas ao dia, isso não quer dizer que você está vendendo na mesma proporção, certo?

De toda forma, esse volume deve ser monitorado para ajudar você a ter mais noção sobre o interesse das pessoas nos produtos ou serviços que você comercializa. Além disso, você também pode trabalhar com esse número de forma mais contextualizada, por exemplo:

  • quantas visitas navegaram por páginas de produtos?
  • quantas seguiram direto para os canais de atendimento ao cliente?
  • quantas efetuaram cadastro no seu site?

Taxa de rejeição

A taxa de rejeição mostra a relação das pessoas que entraram na sua loja, mas saíram da sua página sem realizar nenhuma ação (cliques, cadastros, compras etc.).

Acompanhar esse indicador é essencial, afinal, uma rejeição pode significar um cliente perdido, certo? O lado positivo de acompanhar essa taxa é que você aprende mais sobre o comportamento do consumidor e sobre como é possível melhorar seu e-commerce ou suas campanhas de marketing a partir disso.

Em alguns casos, quando a rejeição em um e-commerce está muito alta, é necessário até mesmo rever o perfil da sua persona. Melhor evitar esse extremo, não acha? Para diminuir a taxa de rejeição, você pode experimentar algumas ações:

  • verifique as condições de usabilidade da página;
  • use técnicas de SEO;
  • crie conteúdos relevantes;
  • cuide do layout do e-commerce;
  • crie links internos;
  • tenha uma página adequada para mobile.

Taxa de conversão

Essa talvez seja a grande estrela de uma loja virtual! A taxa de conversão do e-commerce representa a porcentagem de visitantes que, finalmente, realizaram alguma ação no seu site, como uma compra, e tornaram-se clientes. Quanto maior esse número, melhor para o seu negócio.

Algumas ações simples podem ajudar muito a melhorar esse indicador, veja:

  • cuidar da qualidade das imagens e valorizar seus produtos;
  • oferecer frete grátis e brindes nas compras;
  • lançar promoções fora de época sazonais;
  • oferecer cupons de desconto;
  • monitorar as taxas de abandono de carrinho;
  • disponibilizar avaliações de clientes nas páginas dos produtos;
  • fazer vídeos curtos de demonstração;
  • simplificar o processo de checkout.

Abandono de carrinho

Muitas vezes, o consumidor entra em um e-commerce, seleciona produtos, coloca todos no carrinho e, quando vai fechar a compra, acaba desistindo. Apesar de frustrante, é importante entender melhor por que isso acontece.

Alguns motivos comuns para os carrinhos abandonados são:

  • burocracia para finalizar a compra ou se cadastrar no site;
  • poucas opções de pagamento;
  • tempo para a entrega dos produtos muito longo;
  • valor do frete;
  • baixa velocidade na página para concluir a compra.

Investigar essas causas pode trazer insights valiosos, por isso, fique de olho!

Custo de Aquisição de Clientes

Para gerar uma venda, é necessário um investimento. Afinal, será preciso montar um estoque inicial, fazer um bom marketing, atrair clientes e manter um relacionamento com eles.

O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é responsável por mensurar exatamente isso, ou seja, o quanto você gasta para adquirir um cliente novo. Quanto menores os seus custos nessa aquisição, maior será a lucratividade do seu e-commerce. Para reduzir o CAC, algumas iniciativas podem ajudar:

  • tenha um bom plano de negócio;
  • invista em marketing digital e inbound marketing;
  • cuide do pós-venda;
  • tenha um público bem segmentado;
  • acompanhe o CAC regularmente.

Como transformar o seu e-commerce em um marketplace?

Afinal, qual é a melhor opção? Investir em uma loja online ou marketplace? A resposta vai depender muito de quais são seus objetivos de negócio.

No modelo marketplace, o lojista usa o espaço de outra loja já consolidada para expor suas mercadorias — como é o caso de empreendedores que optam por seguir suas vendas no marketplace da Magazine Luiza.

Há também quem já tem um e-commerce, mas quer saber como transformá-lo em um marketplace de sucesso. Se esse é o seu caso, saiba que será preciso planejamento e adequação de todo o seu plano de negócio.

O que você precisa para ter um marketplace?

A seguir, você vai saber como fazer essa transição de forma mais segura e quais recursos e ferramentas serão necessários para transformar seu e-commerce em um marketplace. Acompanhe!

Tenha uma plataforma escalável

Para ter um bom marketplace, você precisará ter uma plataforma com tecnologia suficiente para escalar o negócio. Isso significa que ela precisará suportar o grande aumento na demanda e exposições de centenas de outros produtos.

Se você vai focar em lojistas que comercializam materiais de construção e outros que vendem móveis e decoração, por exemplo, será necessário integrá-los à sua plataforma. Se a tecnologia dessa plataforma não for compatível com esse objetivo, isso poderá inviabilizar as operações.

Use soluções de pagamento integradas

Oferecer opções variadas de pagamento é muito importante. Entretanto, nos marketplaces ainda será necessário que essas soluções sejam integradas e automatizadas para receber a porcentagem das vendas de produtos terceirizados.

Além disso, essas soluções ainda terão que possibilitar, de forma automática, a divisão de pagamento entre os vendedores.

Tenha um bom orçamento

Os custos do marketplace são diferentes do orçamento de um e-commerce. Em uma loja virtual, os principais investimentos estão relacionados a planejamento logístico, entregas e compra e cadastro de produtos.

Em um marketplace, seu principal objetivo será trazer tráfego — afinal, você precisará de muito mais compradores. Por esse motivo, grande parte do seu planejamento financeiro deverá ser focado em marketing.

O erro de muitos empreendedores é subestimar o marketing e achar que ter conhecimento em SEO, Google Ads ou redes sociais, por exemplo, não será importante.

Como você viu, já abordamos muito sobre esses tópicos ao longo deste conteúdo. Não dá para deixá-los de lado, não acha? Especialmente para quem vai fazer uma transição de modelo de negócio, ter conhecimento nessas áreas vai fazer toda a diferença.

Adote uma comunicação omnichannel

Uma estratégia omnichannel é indispensável nos marketplaces, pois está muito relacionada com a experiência do consumidor.

Ser um marketplace omnichannel é saber integrar e usar todos os canais de comunicação e de venda de uma empresa para se relacionar com o cliente. Em outras palavras, isso significa fazer com que o cliente tenha a mesma experiência positiva de compra e relacionamento com a sua marca, independentemente do meio de comunicação que ele escolher.

Nesse cenário, o consumidor pode fazer uma compra pelo site ou efetuar o cancelamento, por exemplo, via WhatsApp. A ideia é que todas essas formas de contato estejam integradas, facilitando, inclusive, o atendimento por parte dos vendedores.

Saiba fazer uma boa gestão de contratos

Uma má gestão de contratos é algo que pode arruinar todo o seu negócio! Afinal, você vai lidar com produtos que não são seus e precisará definir as responsabilidades e a autonomia de cada vendedor com relação a entrega, qualidade e índice de satisfação dos consumidores com as mercadorias.

A produção e gestão desses contratos precisa ser feita com cautela e muita clareza. Tenha em mente que, por mais trabalhoso que seja, a informalidade pode causar problemas no futuro e, em casos mais graves, até mesmo em processos judiciais. Faça tudo da maneira mais correta possível para trabalhar com total tranquilidade.

Qual a importância de ter um aplicativo mobile para sua loja virtual?

Já que falamos muito sobre experiência e mudança no comportamento do consumidor, é hora de voltar em mais um recurso chave para o bom desempenho de um e-commerce: os aplicativos mobile.

Apesar de ser mais um ponto a se acrescentar no planejamento financeiro, veja isso como um investimento para estar dentro da expectativa dos usuários e das tendências de mercado.

É importante ficar claro também que ter um aplicativo não é a mesma coisa que ter um e-commerce responsivo. Por meio de um app, o usuário não precisa digitar a URL no smartphone e nem abrir o navegador.

Para você entender melhor a importância de um app para o seu e-commerce, listamos algumas de suas principais vantagens. Veja só!

Credibilidade e usabilidade

Um aplicativo é mais um recurso para agregar valor e profissionalismo ao seu e-commerce. Além disso, contribui diretamente para a experiência do consumidor e até mesmo na estratégia omnichannel do seu negócio.

Por meio de um aplicativo, o consumidor também terá uma experiência de navegação e uso muito mais completa e agradável. Porém, é importante que o app seja bem desenvolvido e ofereça funcionalidades de compra realmente úteis.

Da mesma forma que o site do seu e-commerce, o aplicativo mobile deverá ter um bom layout e informações bem organizadas. Caso contrário, não trará os resultados esperados.

Engajamento e comunicação imediata

As funcionalidades de um aplicativo para e-commerce também ajudam muito no engajamento e na comunicação imediata com o usuário.

Por meio das notificações, por exemplo, você pode lançar promoções limitadas, ofertas relâmpagos, cupons personalizados, alertas sobre ofertas de categorias específicas de produtos, entre outras ações.

Como a maioria das pessoas costuma passar mais tempo conectada aos dispositivos móveis, você terá mais chances de aumentar seus lucros e também a aproximação com seu público.

Funcionalidades offline

Existem alguns aplicativos que podem ser desenvolvidos com funções offline. Isso é vantajoso porque não limita o acesso ao seu e-commerce em função da internet. O usuário que baixar o app poderá visualizar sua loja 24h por dia.

Ainda que a função de compra só funcione de forma online, o consumidor pode navegar pelas páginas e salvar os produtos para concluir a compra futuramente, por exemplo.

Quais são os melhores recursos e ferramentas para o seu e-commerce?

Como você já sabe, um e-commerce confiável, profissional e que ofereça uma boa experiência para o consumidor precisa estar muito bem organizado e apresentar funcionalidades relevantes.

No mercado, existem inúmeras ferramentas capazes de auxiliar em diversas atividades operacionais de uma loja virtual. Cada uma delas é voltada para um objetivo e apresenta recursos diferentes, como integração com marketplaces, canais de venda e suporte para operações logísticas.

Dentre essas muitas opções, listamos algumas que podem ajudar muito no seu trabalho com um e-commerce ou marketplace. Para economizar com a contratação dessas ferramentas à parte, procure uma plataforma de e-commerce que já conte com esses recursos nativos!

Confira quais são elas e saiba como cada uma funciona!

Integração com marketplaces

Uma ferramenta que ofereça integração com marketplaces deve possibilitar o acesso a produtos aos maiores canais de venda atuais, como Ponto Frio, Shoptime, Extra, entre outros.

Essa integração pode ajudar a impulsionar seu negócio e aumentar a visibilidade dos seus produtos. Além disso, algumas funcionalidades são essenciais nesse tipo de ferramenta, entre elas:

  • processo de gestão de vendas otimizada: mesmo trabalhando com anúncios em diferentes canais e marketplaces, a gestão é centralizada em um único painel;
  • importação e sincronização automática: é possível usar os mesmos dados do anúncio em sua loja virtual, importando seus produtos para marketplaces de forma simplificada;
  • relatórios por canais: assim como os dados de anúncio do produto, informações sobre o estoque e frete são sincronizadas automaticamente com os marketplaces.

Integração com canais de venda

Facebook, Instagram, Google Shopping e WhatsApp são canais de venda poderosos! Por isso, ter uma ferramenta que viabilize esse tipo de integração é um grande passo rumo a bons resultados.

Integração com Facebook

Facebook tem cerca de 2,3 bilhões de usuários ativos e é a rede social mais acessada no mundo. Além disso, 95% das pessoas que usam a plataforma fazem isso via mobile.

Por meio de uma boa ferramenta de integração, você consegue criar um catálogo atualizado de produtos dentro da própria rede social, com fotos e preços. A partir dessa vitrine virtual, é possível direcionar os clientes para a sua loja diretamente.

Integração com Instagram

Sem dúvida, o Instagram também já é um forte aliado para aumentar as vendas online. Prova disso é a pesquisa feita pela Opinion Box: o estudo mostrou que 47% dos entrevistados já compraram produtos indicados por alguém no Instagram.

Por meio de uma ferramenta de integração com essa rede social, você consegue fazer o link dos produtos direto da imagem para o seu e-commerce. É possível incluir links para até cinco produtos por foto, com o preço atualizado automaticamente.

Para isso, basta você seguir três passos simples:

  • faça sua loja no Facebook;
  • vincule com sua conta comercial no Instagram;
  • marque os produtos nas publicações.

Além de ser prático para você, esse tipo de recurso ainda otimiza o tempo de busca do consumidor, que não precisará gastar horas procurando no seu e-commerce o que ele viu na rede social.

Integração com Google Shopping

O Google Shopping é uma das funcionalidades do próprio Google e é responsável por exibir os primeiros links de pesquisa, antes dos anúncios e resultados orgânicos.

Seu objetivo é comparar e exibir resultados de busca de produtos por meio de imagens, reviews e das próprias lojas que os comercializam.

Ter uma ferramenta de integração com o Google Shopping é essencial, afinal, a exibição dos resultados é contínua, o que agrada muito os usuários. Além disso, ao integrar com seu e-commerce, a foto e o preço de cada produto são atualizados automaticamente.

Para fazer essa integração, você só precisará cadastrar os produtos em sua loja, conectar o catálogo com o Google Merchant Center e começar a anunciar!

Integração com WhatsApp

Por meio do WhatsApp Business você pode se comunicar diretamente com o cliente, de forma simples e rápida. O aplicativo conta com, aproximadamente, 600 milhões usuários ativos, que trocam centenas de mensagens diariamente.

A ferramenta permite que você envie todas as atualizações de status de um pedido para o cliente, além do esclarecimento de possíveis dúvidas. Outra possibilidade é conectar o aplicativo ao catálogo de produtos do Facebook e enviar para seus consumidores.

Retorno de estoque e tabela de frete

Em relação à logística, uma boa ferramenta para e-commerce permite a você ter acesso ao retorno de estoque e tabela de frete.

O Frete Fácil, por exemplo, é um aplicativo que disponibiliza ofertas de frete para o envio dos pedidos de sua loja, tanto para a encomenda PAC quanto para o SEDEX. Ele ainda compara valores entre o padrão Correios e outras transportadoras.

Outros recursos também podem fazer toda a diferença, como a possibilidade de configurar uma tabela de frete personalizada por faixa de CEP, países e valor.

Vale ressaltar ainda que uma ferramenta funcional disponibiliza um meio de controle para o retorno de estoque de um produto no e-commerce. Em outras palavras, a mercadoria retorna automaticamente para o estoque e fica novamente disponível para venda no site.

Recursos “compre junto” e “avise-me quando chegar”

O recurso “compre junto” permite que o lojista crie combos e kits para aumentar o ticket médio da loja.

Basicamente, você apresenta produtos relacionados ao produto principal, oferecendo, ou não, descontos ou frete grátis nessa condição de compra. Algumas plataformas para e-commerce trazem essa ferramenta integrada às suas funcionalidades.

Da mesma forma, a opção do recurso “avise-me quando chegar” é uma ótima tática para você obter o endereço de e-mail do seu cliente e evitar perder vendas. Ao ativar essa ferramenta, o cliente é notificado automaticamente quando o produto estiver novamente disponível no seu estoque.

Plataforma opencode

Você já ouviu falar em plataforma opencode? Uma plataforma de e-commerce com esse recurso permite que seja possível customizar seu e-commerce. O legal é que ela já vem praticamente pronta, com toda a estrutura tecnológica e os servidores configurados — é só você criar seu layout exclusivo.

Como você sabe, um bom layout traz alguns benefícios, como:

  • maior identificação do público;
  • aumento na taxa de conversão;
  • destaque da concorrência;
  • credibilidade;
  • melhora na usabilidade do usuário.

Por meio de uma plataforma flexível e layout com código aberto, você ainda poderá editar o HTML e CSS da loja e personalizar todos os botões para criar mais afinidade com o público no momento da compra. Apesar de parecerem detalhes, você vai ver que tudo isso ajuda na agilidade da sua rotina no e-commerce e no aumento no número de vendas.

Por que manter sempre o foco no cliente?

Agora que você já sabe tudo sobre como criar e usar seu e-commerce na prática, está pronto para começar a explorar novos mercados e consolidar sua marca!

Neste artigo, você aprendeu como funciona o comércio eletrônico, como aplicar o marketing na sua loja online, a importância de monitorar o desempenho do seu negócio e os melhores recursos e ferramentas para otimizar suas operações e alavancar suas vendas.

Vimos também que a experiência do cliente deve ser o foco de todo o seu planejamento de estruturação do e-commerce, configuração do layout da loja e da produção dos recursos de uso da sua plataforma.

É preciso ficar claro que, hoje, o cliente não quer só comprar um produto ou serviço. Mais do que isso, ele procurar vivenciar uma experiência de compra mais robusta e memorável. Por esse motivo, preocupe-se também com o atendimento ao consumidor e com o processo de logística e distribuição.

Dessa forma, você conseguirá manter uma boa impressão em toda a jornada do visitante com a sua loja, desde o primeiro contato até o pós-venda. Ao fazer isso, aumentam-se as chances de converter e fidelizar o cliente e, até mesmo, de transformá-lo em um possível promotor da sua marca.

Outro ponto que destacamos ao longo do texto, e que contribui muito para a construção desse relacionamento com o consumidor, foi a interação e integração do seu e-commerce com aplicativos mobile e com as redes sociais. Saiba explorar essas opções de forma inteligente e potencialize o alcance da sua marca.

Por fim, faça um bom planejamento, defina bem seus objetivos e metas e coloque em prática tudo o que você aprendeu até aqui.

Fonte: Ecommerce na Prática

Perdi meu passaporte no exterior… E agora?

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Imprevistos acontecem sempre, e perder o passaporte pode ser um dos piores acontecimentos quando se está fora do país. O que fazer quando isso acontece?

Todo viajante experiente já passou por alguns perrengues em viagens, né? A gente sabe que imprevistos podem acontecer, mas quase nunca estamos preparados para eles! O fato é que, se você souber o que pode ser feito para solucionar o problema, as coisas ficam um pouco mais amenas. Por isso hoje preparamos um artigo de utilidade pública: o que fazer no caso de perda ou roubo do passaporte no exterior.

O passaporte é o documento mais importante de uma viagem internacional. É com ele em mãos que você embarca e desembarca no destino, e é o documento que deverá ser mostrado a qualquer autoridade quando solicitado. Por esses motivos, é preciso ter cuidado redobrado com o passaporte: tenha sempre uma cópia autenticada para emergências!

E tem mais. Você sabia que nem todos os países checam o banco de dados da Interpol, com a lista de passaportes roubados, na hora em que os passageiros passam pela migração? Por isso, se alguém roubou seu documento, ele pode até viajar para outro país sem que seja checado. Preocupante, né?

Então, durante uma viagem, se você perceber que seu passaporte foi perdido ou roubado, vá imediatamente a um posto da polícia local para registrar uma ocorrência.

Em seguida, acesse o portal consular, do Itamaraty, onde há um formulário online a ser preenchido para a solicitação de um novo documento. Junto com o boletim de ocorrência, leve o formulário ao consulado ou embaixada brasileiros no país onde você está hospedado. O passaporte ficará pronto em alguns dias úteis.

Porém, há um inconveniente grande: embora você possa solicitar um passaporte novo sem problemas, todos os vistos que você já tinha se perdem! É preciso fazer o processo novamente, começando do zero. Se você tem um visto americano válido, por exemplo, é necessário procurar o consulado dos Estados Unidos e fazer a solicitação de um novo visto. Chato, não?

Em qualquer situação, conte sempre com o apoio e o suporte da repartição consular brasileira. Eles poderão indicar o caminho para obtenção de novos vistos e regularizar todas as situações em território estrangeiro.

E se a sua viagem de retorno for antes de receber o novo documento? Bem, aqui entra uma nova solicitação: a emissão de uma Autorização de Retorno ao Brasil, que tem a sigla ARB. É um documento emergencial e gratuito que fica pronto em até três dias úteis, porém só permite o retorno direto ao Brasil. Se você tem escalas ou conexões ou ainda pretende visitar outros países antes do retorno definitivo ao Brasil, vai ter que esperar o passaporte.

E atenção: o ARB é emitido quando houver a comprovação de sua nacionalidade brasileira. Na falta de qualquer documento que tenha essa característica, você deverá apresentar duas testemunhas que atestem sua nacionalidade. Em casos extremos, você poderá assinar uma declaração que afirme, sob penas da lei, sua identidade e nacionalidade.

E se o passaporte for encontrado depois?

Caso seu documento seja encontrado, ele deverá ser encaminhado pelas autoridades do país em questão, à Embaixada ou Consulado brasileiro mais próximo, que então encaminhará o mesmo para o Ministério das Relações Exteriores em Brasília.

Dicas para evitar perdas ou furtos

Como falamos antes, o conselho é andar com uma cópia autenticada do passaporte, e deixar o documento original guardado em local seguro. Porém, alguns países – como Alemanha, por exemplo – exigem que você porte os documentos originais. Então, certifique-se das regras de cada país.

Uma dica importante: sempre digitalize as páginas de seu passaporte e dos vistos, antes da viagem, enviando as cópias também para o seu e-mail. Para qualquer emergência, você terá pelo menos uma forma de comprovar que não está ilegal no país.

Fonte: Vida Sabática por Denise Giordano

Como funciona o trade de bitcoin?

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Muitas pessoas aproveitam a volatilidade do mercado de criptomoedas para fazer operações de trade, buscando lucrar com os movimentos de preço. Entenda mais:

Colocado em circulação em 2009, o mercado de bitcoin vem revolucionando o mercado financeiro global e já é considerado por muitos uma das maiores invenções do nosso tempo. Por causa da valorização da moeda nos últimos anos, muita gente já aderiu ao trade de bitcoins e está lucrando com esse investimento.

No entanto, apesar da popularização do bitcoin, esse ainda é um terreno desconhecido pela maioria das pessoas. Por isso, preparamos este post para esclarecer, de uma vez por todas, como funciona trade de bitcoins. Confira!

Como funciona o trade de bitcoin?

Nessa modalidade, é possível trocar qualquer moeda de sua preferência por bitcoins, como acontece em operações de câmbio.

Os trades de bitcoin reúnem pessoas que querem comprar e pessoas que querem vender em plataformas online, conhecidas como exchanges, corretoras ou casas de câmbio.

Quando duas pessoas dentro de uma plataforma chegam em acordo com um preço negociado, a troca ocorre instantaneamente de forma anônima para essas pessoas (apenas as exchanges sabem quem está trocando). Podem também ser realizadas diretamente entre as pessoas.

O trade funciona de maneira similar aos mercados de ações ou de compra e venda de outras moedas, mas, é claro, tem suas particularidades.
As exchanges servem tanto para realizar as transações quanto para orientar os usuários. Portanto, é aconselhável escolher uma empresa sólida e confiável para garantir a segurança e a legalidade do seu dinheiro.

Após fazer o cadastro em uma exchange de confiança, é hora de começar os trades. Provavelmente você irá se deparar com uma tela como essa:

Mas não se assuste, os gráficos e os números são todos compreensíveis, inclusive existem tutoriais de como ler esses números.

Se você quiser fazer trade e não quer utilizar gráficos, é fácil, existe a possibilidade de compra e venda fácil, como na tela abaixo:

Você já tem uma conta em uma exchange, já sabe ler os gráficos, falta agora entender um pouco mais sobre esse mercado singular e revolucionário:

Como o valor do bitcoin é calculado?

1. Mercado global

Ao contrário das moedas tradicionais, o bitcoin não está sob controle de nenhum banco central ou órgão regulador. O mercado global combinado com a oferta e a procura determinam o valor do bitcoin. Portanto, todo mundo pode participar.

2. Volatilidade

A volatilidade é uma das principais características do trade de bitcoins. O bitcoin começou valendo menos de um dólar e já chegou a valer mais de mil dólares.

Variações de 5% em um dia são muito comuns. Por isso, para operar com bitcoins é preciso estar aberto a assumir riscos. As possibilidades de perda existem, mas as possibilidades de ganho também são altas.

3. Operação em qualquer horário

Diferentemente dos mercados de investimento comuns, o trade de bitcoins não tem hora para começar ou acabar. Você pode operar seus investimentos quando quiser e de qualquer lugar do mundo.

4. Carteiras digitais

No Brasil, a tendência mais recente em relação aos bitcoins é a estruturação desse ativo na forma de carteiras digitais. Isso permite portar suas criptomoedas para o smartphone e realizar pagamentos em qualquer lugar do mundo onde elas sejam aceitas.

Realizar pagamentos com bitcoins tende a ser mais prático e seguro, pois não há instituições bancárias intermediárias, além de não haver o risco de carregar papel-moeda.

5. Compra de mercadorias e serviços

É crescente o número de estabelecimentos comerciais que aceitam a criptomoeda. No Brasil e no exterior há uma lista extensa de empresas que aceitam o bitcoin.

Quais elementos influenciam a cotação do bitcoin?

1. Regulamentação do governo

Cada vez que o governo de um país decide definir políticas relacionadas ao uso de bitcoins, há um impacto na cotação da moeda. A variação pode ser tanto positiva quanto negativa.

Genericamente, é possível dizer que iniciativas que incentivam a utilização do bitcoin, tanto por agentes públicos quanto privados, contribuem para a sua valorização.

Inversamente, quando um governo tenta implantar mecanismos de controle ou restringir o uso da tecnologia, o mercado reage mal, pressionando a cotação do ativo para baixo.

2. Aceitação ampla e influência da mídia

Quando grandes empresas conhecidas anunciam que aceitam pagamentos em bitcoins, isso faz com que a moeda seja valorizada. Nesse cenário, torna-se mais frequente a divulgação de notícias e novidades sobre esse mercado na grande imprensa.

Como consequência, ocorre aumento no volume de transações decorrente da maior quantidade de investidores nas plataformas de câmbio, valorizando a cotação e beneficiando todo o sistema.

Além disso, como qualquer outro ativo presente na economia, há diversos fatores relevantes que influenciam o seu preço.

3. Inovações de tecnologia

Inovações na tecnologia do bitcoin podem afetar positivamente a sua cotação. Suponha que tenha sido feito um upgrade no blockchain e agora o Bitcoin se tornou muito mais moderno? Isso com certeza irá impactar positivamente a cotação.

Uma das inovações mais esperadas pelo mercado é a Lightning Network, que propõe transações instantâneas e de custo baixo para o Bitcoin.

Que oportunidades e desafios oferece?

1. Meta

Ao realizar qualquer investimento, é preciso definir uma meta. Normalmente, os investidores aportam o seu capital numa cesta de produtos financeiros com características variadas em termos de risco, liquidez e rentabilidade.

Dessa forma, ao final de determinado período, o investidor pode recuperar o seu capital junto com a remuneração necessária para realizar um objetivo, como adquirir um computador novo ou realizar uma viagem.

2. Liquidez

Liquidez refere-se à facilidade com que um ativo ou investimento pode ser convertido em dinheiro. No caso dos bitcoins, significa saber quão prática é a conversão dessas moedas para valor monetário comum, para uso fora do sistema eletrônico de criptomoedas.

A liquidez de criptomoedas depende da quantidade de negociantes cadastrados em uma exchange. Tanto o processo de compra quanto o de venda são simples e rápidos. Com apenas alguns cliques, é possível executar essas transações.

Quanto maior a quantidade de negociantes na plataforma, maior é o volume de negociação e, por consequência, maior é a facilidade de converter o ativo em dinheiro comum para saques. Se você contar com uma exchange sólida, a liquidez do seu investimento estará garantida.

3. Rentabilidade e altos ganhos

A volatilidade e o alto risco podem ser impedimentos para os investidores menos arrojados. Em contrapartida, as oportunidades de retorno e a liquidez do investimento são os pontos altos de saber como funciona trade de bitcoins porque risco e rentabilidade são variáveis inversamente proporcionais. Em investimentos de renda variável, pode-se perfeitamente dizer que, quanto maior a rentabilidade, maior o risco.

Em outras palavras, negociar bitcoins pode ser uma excelente estratégia de investimento. Se você está disposto a correr riscos e busca um investimento livre de controle de Estados e bancos, o bitcoin é para você!

Fonte: Foxbit

13 filmes e séries sobre dinheiro na Netflix e outras plataformas

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Quem procura por filmes na Netflix sobre dinheiro, está em busca de unir diversão e conhecimento.

É claro que suas temáticas não são em formatos pedagógicos, mas são ótimos materiais para compreender as relações e vivências do mercado financeiro.

As séries que envolvem o mercado de capitais também são um show à parte e cumprem fielmente a velocidade e a dinâmica que as pessoas que estão nele vivem. Será que dá para tirar alguma lição desses enredos?

Fizemos uma seleção de peso neste post para você conferir e tirar suas próprias conclusões. No entanto, fazemos um alerta: elas são tão boas que o desejo de fazer maratonas vai ser grande, se prepare!

1. Billions

Começamos a lista com uma das séries mais eletrizantes sobre o mercado financeiro: Billions. Ela tem como temática central o conflito entre Boby “Axe” Axelrod, bilionário e dono de uma corretora extremamente agressiva no mercado, e Chuck Rhoades, um promotor de Nova York com ambições a uma carreira política.

Não é preciso conhecer o mercado de capitais a fundo para saber que ele é extremamente regulado e que tentativas de manipulação são severamente punidas. A batalha entre Rhoades e Axe é toda fundamentada nisso.

O mais bacana é que a série, já com três temporadas, não trata de uma briga entre policiais e bandidos: todos os lados possuem facetas boas e ruins. Além disso, são dois personagens extremamente inteligentes e ardilosos. Excelente!

2. Suits

Suits é uma daquelas séries longas e de sucesso, com oito temporadas disponíveis na Netflix. Os acontecimentos e as relações têm como cenário um escritório de advocacia.

A relação com clientes corporativos, assuntos relacionados às finanças e investimentos sempre vêm à tona.

Com um toque de humor inteligente, aborda com profundidade as relações emocionais entre os personagens, suas carreiras e o envolvimento com a sociedade de forma geral.

3. A Grande Aposta

A Grande Aposta mostra que, tanto os pequenos operadores, quanto aquelas pessoas que decidem entrar no mercado de capitais, podem se beneficiar com estratégias de grandes corporações.

Nesse caso, tudo acontece quando um corretor descobre que grandes empresas estão usando seus fundos para ir contra o mercado, aproveitando da iminente quebra do sistema imobiliário dos Estados Unidos.

Além dele, que já tem conhecimento e experiência, dois iniciantes na Bolsa de Valores buscam as orientações de um guru de Wall Street para aproveitar essa oportunidade.

4. Girlboss

Girlboss conta a história de Sophia, uma garota que, sem dinheiro, resolve abrir um negócio online. Quase por acaso, ela consegue ter sucesso, ficando à frente de um e-commerce de roupas online.

Suas experiências a forçaram a tomar o controle de suas finanças e obrigações. Para uma jovem que é rebelde, anarquista e que se recusava amadurecer, no mínimo, é um desafio. Como saída, ela resolve empreender, e claro, aplicar seus ganhos de forma estratégica.

A série tem uma perspectiva mais relacionada ao cotidiano das pessoas que se veem no momento de investir, e não somente das relações com o mercado de capitais, seu funcionamento etc. Vale a pena assistir pela possível identificação com os dilemas pessoais e financeiros.

5. Salvando o capitalismo

Documentário sobre o economista norte americano e ex-secretário de trabalho e gestão do governo Clinton, que expõe ao longo de palestras em seu país, ideias sobre o capitalismo e a desigualdade de renda.

Mostra como a ligação entre a política e a iniciativa privada é forte, como pode ser manipuladora e como compreendê-la para entender as desigualdades sociais e as suas possíveis soluções.

6. The China Hustle

Documentário produzido em 2018, The China Hustle também usa como base central de suas discussões o mercado de ações americano.

Mostra como manobras financeiras afundaram as operações da bolsa de 2008 e continuam a enganar investidores com empresas chinesas de fachada. Um ótimo exercício para enxergar o mercado com racionalidade e perspicácia.

Opções fora da Netflix que também valem a pena

Além dos títulos disponíveis na Netflix, listamos outros filmes que também merecem um lugar na fila de reprodução para quem está querendo entender as diferentes dinâmicas do mercado financeiro. Alguns deles, são:

7. Trabalho Interno

Trabalho Interno, estrelado por Matt Damon, faz uma leitura sobre o envolvimento de diversas entidades na crise econômica dos Estados Unidos em 2008.

A obra mostra as peças-chave do mercado financeiro dos Estados Unidos, além de como políticos, jornalistas, membros da justiça e principais faculdades tiveram um papel corrosivo e que prejudicou milhares de pessoas em todo o mundo.

8. O lobo de Wall Street

Conta a trajetória de um operador do mercado de capitais que batalha para conquistar uma posição em uma corretora famosa, mas assim que começa a trabalhar, encara uma forte quebra da bolsa.

Recomeçando em mercados menos cobiçados, ele cria estratégias no limiar da legalidade, até que conquista expressão e riqueza. Posteriormente, algumas de suas estratégias acabam o incriminando.

9. A negociação

A negociação conta a história de um empresário que, às vésperas de realizar a venda de sua corporação multimilionária, envolve-se em um acidente automobilístico que causa a morte de uma pessoa.

Com medo das consequências dessa fatalidade no sucesso de sua negociação, ele encoberta a situação e se vê pressionado, até o último instante, pelas investigações da polícia sobre o acidente.

Esse dilema mostra a importância dessas negociações para o mercado e como as pessoas envolvidas nele podem tomar medidas extremas para não sair perdendo.

10. Wall Street: o Dinheiro Nunca Dorme

Gordon Gekko, personagem interpretado por Michael Douglas, é um antigo operador do mercado que foi preso por fraudes financeiras. Entre suas punições, ele é impedido de voltar a fazer investimentos.

Do outro lado da história está Jacob Moore, um jovem operador do mercado de capitais, mantém um relacionamento sério com a filha de Gekko.

Com suas ambições para crescer no mercado, Jacob aproveita o conflito entre pai e filha para se aproximar do sogro e conseguir orientações e indicações que possam fazê-lo progredir.

No entanto, sua namorada percebe que ele foi corrompido e se vê, mais uma vez, afetada emocionalmente pela ambição que o mercado financeiro pode causar.

11. Banco ou Bitcoin

Banco ou Bitcoin é um documentário que vale muito para quem deseja entender um pouco mais sobre as criptomoedas. Ele questiona a relação com o dinheiro atualmente, assim como traz diversas entrevistas e participações de entusiastas da área.

12. Ouro e Cobiça

Baseado em fatos reais, o filme conta a história de um filho de garimpeiro que se une a um geólogo para iniciar negociações de ouro no mercado.

Eles, porém, não se limitam apenas ao ouro e também se envolvem na negociação de ações e outros papéis da Bolsa de Valores. Em dado momento do filme, a bolha criada pela empresa dos dois mostra o efeito da relação de oferta e demanda.

13. Enron — Os mais espertos da sala

Documentário que mostra um dos maiores escândalos corporativos dos Estados Unidos. Executivos da Enron, uma das 10 maiores empresas americanas, fogem com bilhões de dólares, deixando acionistas e investidores com um prejuízo incalculável.

Obviamente, o mercado de capitais também sofre seu impacto, que é registrado brilhantemente no documentário, com depoimentos e relatos dos envolvidos.

Fonte: Blog Magnetis

10 dicas importantes para se sair bem viajando sozinho

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Viajar sozinho é uma prática que vem crescendo a cada dia. As muitas praticidades características de nosso tempo, atreladas à grande opção de destinos low cost pelos quatro cantos do mundo, tem feito com que mais e mais pessoas tomem coragem de comprar uma passagem, arrumar as malas e sair por aí por conta própria. Se você pretende seguir esse caminho e viajar sozinho, confira a seguir, algumas dicas essenciais para evitar dores de cabeça e imprevistos desnecessários.

Dicas para quem pretende viajar sozinho

Busque informações sobre seus destinos

Mesmo se você não pretende seguir roteiros pré-estabelecidos em sua viagem, é fundamental que tente se informar com antecedência em relação aos destinos que escolher visitar. Entender os horários de funcionamento de lugares importantes, pesquisar localizações e distâncias, preços, meios de transporte, eventos, dentre outros. Tudo isso vai te ajudar, tanto a otimizar seu tempo, quanto em questões de segurança.

Leve uma mala fácil de carregar

Lembre-se que, viajando sozinho, você é o único responsável pela sua mala, por isso, opte por uma que seja leve e fácil de carregar. A dica pode parecer óbvia, mas muita gente ainda erra a mão no tamanho da bagagem e acaba passando aperto quando tem que carrega-la de um lado para o outro. Praticidade, neste caso, é a palavra de ordem.

Mantenha os itens importantes perto de você

É importante manter por perto itens como passaporte, dinheiro, celular, câmera, e tudo aquilo que você considera primordial para sua viagem. Carregue e guarde tudo em um lugar em que você consiga fazer verificações todas as vezes que achar necessário.

Faça cópia de seus documentos

Você pode digitalizar ou fotografar seus documentos e mandar cópias para o seu e-mail ou xeroca-los. Se possível, inclusive, faça os dois, para que, em caso de imprevisto com os originais, você tenha mais de um backup e não passe perrengue.

Planeje bem seus gastos

Viajando sozinho, é ainda mais importante fazer um bom controle do dinheiro, para evitar passar apertos desnecessários. Evite gastos muito acima do previsto e tente adquirir as moedas locais com antecedência, para fugir de taxas altas. Considere a possibilidade de um cartão pré-pago, muito útil no controle das despesas. Por segurança, mantenha um fundo de reserva separado, e não ande com um volume grande de dinheiro com você.

Mantenha-se conectado

Um chip local é a forma mais prática e barata para que você tenha internet com frequência no destino que escolher. Instale todos os aplicativos que considerar úteis para a viagem em seu telefone. Aproveite a conexão para manter contato com as pessoas mais próximas de você, ainda que eventualmente, para que todos saibam que está tudo bem.

Compartilhe seu itinerário

Não deixe de compartilhar seu itinerário com alguém que não vai viajar com você, para que as pessoas saibam onde te encontrar em seu período de viagem, principalmente no caso de alguma emergência.

Chegue durante o dia

Se for possível, opte por chegar em todos os destinos na parte da manhã, bem antes de escurecer, por uma questão de segurança. Lembre-se que será precisará algum tempo para desembarcar, passar pelos procedimentos de imigração (quando necessário) e encontrar o local de sua hospedagem, algo muito mais fácil de se fazer à luz do dia.

Mergulhe na cultura e pratique o idioma

Conheça tudo que puder da cultura do destino. Quando você viaja sozinho, você consegue prestar mais atenção aos costumes locais, vivenciando a cultura de forma mais orgânica. Aproveite todas as oportunidades para praticar o idioma. Sem ninguém para falar por você, é necessário que você se comunique sozinho – e isso fará com que ganhe mais prática no idioma, mesmo que já domine a língua. Encare tudo isso como uma oportunidade para aumentar seu conhecimento no idioma!

Aproveite

Por fim, aproveite ao máximo a viagem para aprender e crescer. Use o tempo com você mesmo para se desafiar, sair da zona de conforto. Deguste a culinária local, converse com as pessoas, explore rotas menos turísticas, enfim, se dê a chance de viver a experiência plenamente. Pegue um mapa e saia explorar os lugares. Não há nada mais desafiador do que conhecer lugares fora dos roteiros tradicionais. Porém, fique atento à segurança dos lugares, e se há outros viajantes indo para a mesma direção.

Como minerar Bitcoin no Brasil?

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Mineração de bitcoin é um tema que atrai a curiosidade de diversos investidores e entusiastas. Veja como minerar Bitcoin no Brasil, e se vale a pena.

Como minerar Bitcoin? É uma das primeiras dúvidas quando as pessoas ouvem falar sobre essa fascinante tecnologia. No guia de hoje, você vai entender como é feita a mineração, como fazer na prática e a obter lucro. Depois da leitura, você saberá exatamente como minerar Bitcoin no Brasil.

Como surgiu a Mineração?

A mineração de Bitcoin foi pensada por Satoshi Nakamoto, o criador do Bitcoin, como uma forma de tornar a rede sustentável. Para que a rede funcione, é necessário que tenha computadores ligados 24 horas por dia para confirmar e auditar as transações da moeda.

O que iria incentivar as pessoas a manterem seus computadores ligados a todo tempo? Uma recompensa em Bitcoin.

Os mineradores são responsáveis por transmitir e adicionar novos blocos de transações de Bitcoin na rede. Para isso, eles precisam encontrar uma função matemática que seja compatível com o bloco anterior já transmitido. Essa função é conhecida como Hash, que é obtida através de cálculos de alta complexidade.

Basicamente, a mineração de Bitcoin funciona assim: você empresta seu poder computacional, o computador resolve os problemas matemáticos e você é recompensado com Bitcoins como forma de incentivo para manter a rede online. Caso queira entender mais a fundo a mineração, você pode conferir a edição do podcast Conexão Satoshi sobre o tema:

Vale a pena minerar Bitcoin?

Não há uma resposta definitiva para esse tema. Se existem mineradores, quer dizer que vale a pena minerar, correto? Porém, aqui no Brasil, a mineração de Bitcoin só vale a pena para quem está disposto a investir uma alta quantia na atividade. Ou seja, a mineração vale a pena para quem quer montar verdadeiras fazendas como esta:

Se você não está disposto a investir uma fortuna em mineração de Bitcoin, é melhor comprar diretamente a moeda e tentar ganhar dinheiro através de operações de trading e arbitragem, ou até mesmo holdando a moeda. Você pode adquirir suas primeiras frações de Bitcoin e realizar trades em Exchanges, como na Foxbit, por exemplo.

Uma mineradora leva em torno de 1 ano para se pagar, ou seja, você só vai ter todo dinheiro investido de volta depois de 1 ano a 1 ano e meio, o que é bastante tempo.

Só para ter uma idéia de como comprar a moeda é mais lucrativo, quem comprou 0.1 Bitcoin há exatamente 1 ano, teve mais de 85% de retorno sobre o seu investimento. Se esses 0.1BTC tivessem sido usados para comprar mineradoras, o investimento ainda não estaria pago.

Fonte: Foxbit

O que são altcoins e qual a diferença para o Bitcoin?

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O mundo das criptomoedas não se resume somente ao Bitcoin! Hoje, existe uma vasta quantidade de aplicações e outras moedas virtuais que ajudam a trazer ainda mais valor para esse mercado chamado criptoeconomia. No post de hoje, vamos falar mais sobre o assunto e aprender mais sobre o que são Altcoins.

Para quem ainda não sabe, as Altcoins são moedas virtuais alternativas, que foram lançadas depois do Bitcoin, aproveitando todo o caminho que foi aberto para a criação das criptomoedas, e com oportunidades de traçar um destino com diferentes focos e explorar outras oportunidades.

Ficou interessado em saber com mais detalhes o que são Altcoins? Continue acompanhando a leitura conosco!

Quais são as características das Altcoins?

Como hoje existem diversas Altcoins, é impossível definir características fixas para todas essas criptomoedas, mas podemos destacar que muitas delas surgiram da motivação de trazer melhorias para algumas funcionalidades do Bitcoin.

Outras Altcoins resolveram aproveitar a oportunidade de melhorar algum serviço existente no mundo fora das criptomoedas, indo além da função de apenas ser uma moeda de troca, trazendo outras funcionalidades.

É importante destacar que ao longo do tempo foram criadas algumas redes de desenvolvedores para elaborar novos recursos que têm certa sinergia com os desafios atuais do mundo das criptomoedas. Uma funcionalidade muito explorada, por exemplo, é a da segurança.

Como comprar Altcoins?

Comprar Altcoins é mais fácil do que você imagina: a maioria deles pode ser encontrada nas “exchanges”, que são plataformas de intermediação de compra e venda das criptomoedas e funcionam como corretoras no mundo online.

A Bitcoin Trade é uma delas e conta com uma vasta experiência na intermediação de transações em Bitcoins e Altcoins.

Quais são as semelhanças entre Altcoins e Bitcoins?

As semelhanças entre Altcoins e Bitcoins podem ser muitas, dependendo da particularidade de cada uma dessas moedas alternativas. A primeira delas é bem óbvia: tanto Bitcoins quanto Altcoins representam esse movimento disruptivo que é a criação de moedas virtuais.

Além disso, destacamos que muitas delas foram criadas com base no Bitcoin, projetando melhorias para suas funcionalidades, principalmente as que estão relacionadas com a segurança e agilidade.

Algumas Altcoins surgiram do processo de fork do Bitcoin, que nada mais é do que o movimento de criação de uma nova criptomoeda atualizando o seu código de funcionamento. Para saber com mais detalhes o que é o fork, acesse o nosso criptodicionário.

Destacamos, também, que todas elas incentivam a descentralização e a segurança das informações do mercado financeiro.

Quais são as diferenças entre Altcoins e Bitcoins?

Por fim, trazemos aqui algumas das diferenças entre Bitcoins e Altcoins. Segue uma lista com as principais delas:

  • as Altcoins têm um algoritmo próprio;
  • muitas Altcoins têm uma estrutura de funcionamento bem diferente do Bitcoin, por exemplo: nem todos utilizam a tecnologia do Blockchain;
  • as funcionalidades das Altcoins também são diferentes das do Bitcoin;
  • grande parte das Altcoins surgiu com a ideia de trazer mais velocidade para o processamento das transações;
  • o preço de mercado também é algo que difere: Bitcoins e Altcoins têm cotações diferentes.

Deu para saber o que são Altcoins e suas diferenças para o Bitcoin, não é mesmo? Então, continue estudando sobre o assunto e encontre a criptomoeda que mais se encaixa à sua realidade!

5 DICAS PARA VIAJAR DE AVIÃO COM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO

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Viajar de avião com animal de estimação é um tipo de experiência que requer planejamento e alguns cuidados, especialmente para evitar que os bichinhos se estressem ao longo do voo. Para os apaixonados por seus pets que não abrem mão da presença deles em suas férias, ou para aqueles que, por algum motivo, precisam leva-los em sua jornada, separamos algumas dicas importantes, para que o transporte aconteça da forma mais tranquila possível. Confira.

Dicas para viajar de avião com animal de estimação

Informe-se sobre as regras da companhia aérea e do país de destino

As regras para embarque com animais de estimação podem variar entre as companhias aéreas e também de acordo com o destino de seu voo. Por isso, o mais importante quando decidir levar o bichinho na viagem, é consultar cada uma delas. Algumas empresas permitem que os pets viagem dentro da cabine, outras vão exigir que ele vá no compartimento de cargas. Além disso, todas elas possuem restrição em relação à quantidade de animais por voo, por isso, é fundamental avisar com antecedência para não ficar sem lugar.

Nos casos de cachorros com focinhos achatados, para evitar riscos à saúde e vida do animal, a recomendação é de que eles sempre viagem na cabine. Raças com essa característica apresentam dificuldade de respiração, além de uma grande sensibilidade a variações significativas de temperatura que podem ocorrer no porão da aeronave.

É importante também, saber e levantar toda a documentação obrigatória para embarque, que pode envolver identificação, laudos médicos, vacinas obrigatórias (que variam entre destinos nacionais e internacionais), especificações de gaiola permitidos, dentre outros.

Acostume bem o animal à caixa de transporte

Ao colocar o seu bichinho pela primeira vez na caixa na qual ele será transportado, existe uma boa chance de ele se sentir estressado, por se tratar de um ambiente novo, com o qual ele ainda não está habituado. Para evitar que a viagem fique complicada por causa disso, a dica é acostuma-lo com alguma antecedência. Faça com que o animal passe algum tempo na gaiola nos dias que antecedem o embarque, para que ele esteja confortável na hora de entrar no avião e a viagem aconteça de forma tranquila.

Consulte um veterinário antes de embarcar

Antes de viajar com o seu bichinho, leve-o ao veterinário, com pelo menos 30 dias de antecedência, para ter certeza de que ele se encontra em boas condições para passar um tempo no avião. Não esqueça de pedir ao médico que emita um laudo atestando a saúde em dia, bem como para verificar se o certificado de vacinas está atualizado. Aproveite também para pegar outros tipos de recomendações específicas como, por exemplo, em relação à necessidade ou não do uso de tranquilizantes ao longo do voo.

Evite alimentar o animal antes de entrar no avião

A recomendação veterinária é que animais de estimação que vão viajar de avião estejam em um jejum de pelo menos 6 horas. A medida é importante para evitar que o bichinho vomite durante ao longo do voo. No entanto, é fundamental garantir que o pet esteja devidamente hidratado, e que tenha feito todas as suas necessidades antes do embarque.

Mantenha a calma o tempo inteiro

O seu nível de estresse tende a afetar a tranquilidade do seu pet. Por isso, especialmente em situações nas quais o bichinho vai viajar dentro da cabine, fique calmo para que ele também faça uma viagem sossegada. Lembre-se, outras pessoas estão no avião junto de você, e o comportamento do seu animal de estimação ao longo do voo pode impactar diretamente nos outros passageiros.

Valorização do bitcoin ultrapassa os 300% no primeiro semestre de 2019

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O bitcoin de fevereiro a junho de 2019, teve uma valorização de mais de 300%, o que ocasionou uma alta no mercado para outras criptomoedas.

O crescimento do Bitcoin atingiu uma margem de valorização de mais de 300% de fevereiro até junho de 2019.

A criptomoeda valorizou silenciosamente, sem grande cobertura de mídia, grandes meios de comunicação ou qualquer outro destaque.

Todo mercado brasileiro estava de olho na Bovespa, quando ela estava no momento histórico dos 100.000 pontos.

E não foi apenas o Bitcoin…

Mesmo sua valorização chegando a 15% em menos de 24 horas no dia 26 de junho, parece que as outras criptomoedas também quiseram participar deste momento.

Criptomoedas como Litecoin e Ethereum estão acompanhando fortemente, mostrando o poder das altcoins.

O Ethereum chegou a uma valorização de 173% e o Litecoin chegou a incrível marca de 420% , num curto prazo de apenas 6 meses.

Não sabe o que é bitcoin?

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Preparamos um tutorial para você que quer aprender mais sobre a tecnologia do bitcoin, o que é, como usá-la e comprar e vender. Além disso, explicamos como manter seu bitcoin em segurança.
O que é Bitcoin?
Bitcoin é uma moeda digital, descentralizada e que não necessita de terceiros para funcionar. Isso significa que você não depende de bancos, grandes corporações ou governos para movimentar seu dinheiro.
Com o Bitcoin, o dinheiro é realmente seu.
O Bitcoin foi a primeira criptomoeda do mundo e há oito anos funciona sem qualquer interrupção, baseada em uma rede descentralizada extremamente segura chamada Blockchain criada por Satoshi Nakamoto.
Quais são as vantagens do Bitcoin?
O Bitcoin tem diversas propriedades e formas de uso, mas vamos abordar uma bem específica: bitcoin como moeda. Mas quais as vantagens do Bitcoin? São muitas! Vamos ressaltar as principais: liberdade de pagamento, taxas menores, segurança, privacidade, controle e transparência.
Nenhum Bitcoin pode ser confiscado, você pode mandá-lo para quem quiser pagando taxas menores. Além disso, ele é seguro e dá mais privacidade, controle e transparência nas negociações. Contudo, o Bitcoin pode ser utilizado também como investimento para que está procurando diversificar seu patrimônio para ter melhores ganhos. O Bitcoin trouxe excelentes retornos e a tendência é que ele se torne mais popular a longo prazo.
Como comprar e vender bitcoins?
Atualmente existem três maneiras de maneiras de adquirir bitcoins de maneira eficiente: através da mineração, comprando em exchanges ou comprando diretamente com outras pessoas.
É possível adquirir Bitcoins através da mineração. Você vai precisar comprar um computador específico para isso e ceder seu poder computacional para a rede, confirmando transações. Para isso, você será recompensando com bitcoins a cada bloco minerado. Atualmente não é viável minerar no Brasil, porque o custo de eletricidade é muito alto.

Bitcoin é seguro?
Uma dúvida muito comum é sobre a segurança do Bitcoin. É seguro ter bitcoin? A resposta é simples, o bitcoin é mais seguro do que o dinheiro que você tem hoje no seu banco. O nível de segurança proporcionado pelo Bitcoin é muito superior aos dos bancos tradicionais. No Bitcoin não há um único ponto de falha, para algum ator malicioso conseguir atacar a rede seria necessário invadir milhões de computadores em todo mundo, tarefa impossível. Enquanto nos sistemas bancários tradicionais há apenas alguns servidores centrais e todas as transações ficam escondidas do público.
Ainda vale a pena investir em Bitcoins?
O melhor investimento para você é o que vai de acordo com o seu perfil de investidor. Por isso, para analisar se o bitcoin é uma boa opção para ser incluído em sua carteira de investimentos, procure analisar se você se encaixa no tipo de investidor que é arrojado. Faça uma análise da sua personalidade, juntamente com seus objetivos financeiros e decida se você gosta de aplicar em ativos que podem apresentar alta rentabilidade devido a sua volatilidade. Outra dica importante é contar com profissionais qualificados e empresas idôneas e confiáveis do mercado financeiro para orientá-lo da melhor forma possível.
Quem criou o Bitcoin?
No dia 31 de outubro de 2008, auge da crise do subprime, um programador usando o pseudônimo de Satoshi Nakamoto publicou o White Paper do Bitcoin, um documento descrevendo como o sistema iria funcionar. Desde então, o Bitcoin vem sendo adotado por milhões de pessoas no mundo. Ficou curioso? Saiba mais sobre quem é Satoshi Nakamoto.
Seja seu próprio banco!
Com o Bitcoin você é seu próprio banco, baixar uma carteira de bitcoin é como ter disponível uma agência bancária nas suas mãos 24 horas por dia. Sem taxas, sem um gerente chato e capaz de transferir em instantes sua transação.
Criar uma carteira de bitcoin é fácil e não custa nada. Assim como há diversas maneiras de interagir com seu banco, também é possível interagir de diversas formas com sua carteira de bitcoin, via app no smartphone, programa no seu desktop/notebook e até carteiras de papel.
Vamos lá criar seu próprio banco? Veja abaixo as melhores carteiras para instalar em seu celular e computador.
Escolha sua carteira de Bitcoin
Se você vai comprar Bitcoin, vai precisar de uma carteira para poder guardar, transferir e acessar suas moedas. O meio mais seguro de se fazer isso é através de uma carteira de Bitcoins. Veja quais são as melhores e mais eficientes:

As melhores carteiras de Bitcoin para 2019
1 – Electrum
A “Electrum“ foi uma das primeiras carteiras exclusivas de Bitcoin a chegar ao mercado há alguns anos.
É compatível com desktops e com dispositivos Android. De um ponto de vista funcional, a Electrum cumpre vários requisitos, incluindo:
  • Plataforma altamente estável
  • Velocidade das transações
  • Boas opções de segurança
  • Compatível com as carteiras Ledger e Trezor
2 – Exodus
A “Exodus“ é uma carteira software grátis que se tornou extremamente popular entre os usuários de Bitcoin no ano passado.
Ela vem com uma exchange embutida que permite a troca contínua de todas as altcoins da carteira. No entanto, atualmente a Exodus só está disponível para desktop.
3 – Jaxx
A “Jaxx“ é um carteira software de Bitcoin feita especialmente para uso em smartphones. Ela permite uma criptomobilidade incrível, sem quaisquer riscos inerentes às hot wallets.
Com relação à usabilidade, a Jaxx é compatível com iOS, Android e desktops. Ela permite aos usuários um ótimo controle sobre suas chaves privadas e também transações rápidas com QR code, executadas com apenas um toque.
Outras caraterísticas impressionantes incluem:
  • Shapeshift integration – permite transações instantâneas entre várias criptomoedas
  • Compatível com smartphones
4 – Trezor
A “Trezor“ é a carteira física ideal para armazenar grandes quantias de Bitcoins. Ela incorpora recursos de segurança de alta qualidade junto com todos os benefícios comumente disponibilizados pelas carteiras hospedadas na internet.
Em termos de usabilidade, a Trezor possui uma interface de usuário intuitiva que pode ser usada tanto por usuários novatos quanto experientes. Ela também suporta uma grande variedade de altcoins e também é compatível com outras carteiras externas.
5 – Mycelium
A “Mycelium“ é uma carteira portátil que vem recheada com uma infinidade de recursos avançados de privacidade e segurança. Apesar de sua interface demandar algum tempo de aprendizado, hoje ela é sem dúvidas uma das opções mais seguras de carteira no mercado.
O código da Mycelium é open source, e isso é de especial utilidade para pessoas que procuram um alto nível de anonimato em suas transações de criptomoedas.
6 – Armory
A “Armory“ se estabeleceu como a favorita dos usuários de Bitcoin. O aplicativo oferece vários recursos de segurança e privacidade que não são comumente encontrados nas carteiras atualmente.
Também vem carregada com muitas opções de criptografia e armazenamento offline, o que proporciona aos usuários uma boa flexibilidade financeira.
7 – Ledger
Embora seja muito semelhante à Trezor quanto aos recursos e design, a “Ledger“ é uma carteira offline criada para clientes que buscam um alto nível de segurança.
Trata-se de uma unidade de hardware que precisa ser conectada a um PC para que as transações sejam realizadas. Ela é extremamente fácil de utilizar e apresenta um alto nível de privacidade.
Conclusão
Quando se trata de cripto-segurança, cuidado nunca é demais. Todas as carteiras descritas acima contêm recursos que satisfazem as necessidades de usuários novatos e experientes. No entanto, antes de escolher uma carteira, é de extrema importância que os usuários façam sua própria pesquisa, já que este é um assunto que envolve seu tão suado dinheiro.

Fonte: Foxbit, adaptado por Claudio Porto.

 

Salar de Uyuni, o lugar onde o céu e a terra se encontram na Bolívia

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Créditos Foto: Mochilão Trips

O maior deserto de sal do planeta está localizado no sudoeste da Bolívia, bem próximo das cidades de Uyuni e Potosí. A atração tem cerca de 12.000 km² de extensão e está a 3.600 m de altitude.

A enorme planície de sal foi formado em um longo e lento processo de evaporação de uma enorme lagoa que resultou nessa paisagem exótica e única.

Na época das chuvas, entre dezembro e março, as águas formam um espelho sobre o deserto de sal, refletindo perfeitamente as nuvens no solo do lugar. Ao andar pela área, o viajante sente que está caminhando no céu.

No resto do ano, a seca faz com que o chão do salar adquira um interessante aspecto árido, que lembra um cenário extraterrestre.  Os tours pela região costumam ser longos e cansativos, mas compensam o esforço: a maioria dos passeios, feito com veículos 4×4, começa na vila de Uyuni (a 740 km de La Paz) e, antes de chegar ao deserto de sal, passam por um cemitério de locomotivas que fica na saída da cidade.

Diversas agências turísticas oferecem o passeio do Salar de Uyuni tanto começando no Chile como na Bolívia. O passeio tradicional é feito em carros tracionados, compartilhados com diferentes pessoas e têm capacidade para 6 visitantes e um motorista.

No caminho, os viajantes visitam uma ilha repleta de cactos (alguns com mais de 1.000 anos) no meio do salar e, nos arredores, lagoas coloridas recheadas de flamingos e cercadas por lindas montanhas. A Laguna Colorada, com sua água avermelhada, é um dos pontos altos do roteiro.

Piscinas naturais de águas termais e gêiseres também fazem parte desse roteiro ideal para quem gosta de aventura.  E para os que gostam de tirar fotos inusitadas, não faltam boas oportunidades: o horizonte do Salar do Uyuni “encolhe” as pessoas que aparecem em segundo plano nos retratos, possibilitando brincadeiras como a da fotografia abaixo.

créditos foto: mochilão trips

 

Entenda como tirar seu passaporte para viajar pro exterior

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Processo começa pelo site da Polícia Federal. Documento é confeccionado em até 6 dias úteis.

Os destinos internacionais voltaram a fazer parte dos planos de viagem dos brasileiros: no ano passado, houve um aumento de 26% nos embarques internacionais, que chegaram a 1,2 milhão, segundo a Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa). Para tanto, a maioria dos países exige a apresentação do passaporte para permitir a entrada dos turistas. A Polícia Federal é o órgão responsável pela produção dos passaportes. Confira o passo a passo para emitir o documento antes de viajar:

1. Fomulário Online 

Pelo site da Polícia Federal, os cidadãos precisam preencher o formulário de solicitação do passaporte. É o primeiro passo para iniciar o processo. Nesta etapa, são solicitadas informações como dados pessoais e documentos.

2. Pagar boleto

Ao concluir o preenchimento, é gerado um boleto para pagamento. A taxa atual é de R$ 257,25.

3. Agendamento Eletrônico

Após a confirmação do pagamento, é possível agendar o atendimento em um dos centros de atendimento da PF pelo site da instituição.

4. Documentação 

Na data marcada, é preciso entregar uma série de documentos originais à Polícia Federal:

  • Documento de identidade
  • CPF
  • Certidão de casamento ou divórcio, para os cidadãos que mudaram o sobrenome

A PF não exige mais que os comprovantes de quitação eleitoral e militar sejam apresentados – essas informações são checadas na abertura do processo. No local ainda é feito o registro biométrico e tirada a foto para o documento.

5. Retirada 

Quando o passaporte ficar pronto, basta buscar o documento nos postos da PF. O documento, que só pode ser entregue ao titular do passaporte, tem validade de 10 anos para os maiores de 18 anos. Em geral, o documento fica pronto em seis dias úteis.

6. Verificar regras do país de destino

Para evitar problemas na viagem, os turistas devem conferir as normas para entrar nos destinos. Alguns países exigem que o viajante apresente um passaporte válido por três ou seis meses. O passaporte brasileiro assegura a entrada a mais de 150 países do mundo sem a necessidade de visto.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério do TurismoBraztoaPolícia Federal e Itamaraty

20 roteiros para quem gosta de aventuras

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Essa é para quem gosta de viajar e se aventurar. Separei os principais destinos que todo o aventureiro precisa conhecer. São diferentes regiões que permitem a prática de diversas modalidades de esporte ao ar livre, como travessias, mergulho, exploração de cavernas, rapel, montanhismo, entre outros. Conheça as principais delas:

1 – Chapada dos Veadeiros

Criado em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros está localizado no nordeste do Estado de Goiás, entre os Municípios de Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Teresina de Goiás, Nova Roma e São João d’Aliança. Protegendo uma área de 240.611ha de cerrado de altitude, abriga espécies e formações vegetais únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos, além de paisagens de rara beleza, com feições que se alteram ao longo do ano. O Parque também preserva áreas de antigos garimpos, como parte da história local. Foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, em 2001.

Além da conservação, o Parque tem como objetivos a pesquisa científica, a educação ambiental e a visitação pública. A caminhada e os banhos de cachoeira são as principais atividades no Parque, nas imensas paisagens da Chapada, em uma viagem pelo Cerrado brasileiro nas antigas rotas usadas por garimpeiros, hoje utilizadas pelos visitantes.

Destaque para Cachoeira de Sta Bárbara, Bararinha, Catarata dos Couros, Almécegas Ie II, São Bento, Vale da Lua entre tantos outros atrativos naturais.

2- Foz do Iguaçu

Além dos brasileiros, argentinos e paraguaios que dividem a região da Tríplice Fronteira, Foz do Iguaçu é visitada por gente dos mais diversos cantos do planeta. Atraídos pelas Cataratas do Rio Iguaçu, um conjunto de 275 quedas d’água que chegam em 90 metros, os turistas se encantam com o visual de tirar o fôlego.

3 – Bonito

Considerado o melhor destino de ecoturismo do Brasil, Bonito está localizado na região Sudeste do Mato Grosso do Sul e guarda paisagens excepcionais. Entre os principais atrativos da região estão banhos em cachoeiras, trilhas, passeios de bote e bóia-cross, flutuação em rios de águas cristalinas, e para os mais corajosos o Abismo Anhumas, que possui um rapel com 72 metros de altura em uma fenda que da acesso até um lago de águas calmas onde é possível praticar mergulho.

4 – Fernando de Noronha

Formado por 21 ilhas e pertencente ao estado de Pernambuco, o arquipélago de Fernando de Noronha chega a ser escandaloso de tão bonito. A vegetação abundante e as águas azuis cristalinas formam cenários cinematográficos, e são o habitat de várias espécies de tartarugas, tubarões, cardumes de peixes coloridos e golfinhos.

5 – Lençóis Maranhenses

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses possui 155 mil hectares de dunas com até 40 metros de altura, e incontáveis lagoas com variações de cores nos tons de azul e verde. No centro do parque há apenas duas comunidades com poucas famílias, Baixa Grande e Queimada dos Britos, que podem ser visitadas através do treeking de 4 dias atravessando o Parque.

6 – Jalapão

Pouco conhecido, o Parque Estadual do Jalapão é afastado e de difícil acesso. Apesar do isolamento e do clima de deserto, a região está entre as mais bonitas do país graças à vida e às cores que emanam da natureza. No meio da paisagem correm lobos-guarás e veados-mateiros, enquanto longínquas estradas de muita terra levam a verdadeiros oásis cercados por cachoeiras, poços de águas verde-esmeralda e dunas gigantescas.

7 – Península de Maraú

A Península de Maraú fica na Costa do Dendê, ao sul da Bahia, entre Morro de São Paulo e Itacaré. São mais de 40 km de praias praticamente desertas, na maré baixa formam-se dezenas de piscinas naturais lotadas de peixes que surgem entre os arrecifes. Na praia de Taipu, considerada uma das mais belas do Brasil é possível fazer mergulhos noturnos com lanternas para observar a fauna marinha.

8 – Ilha Grande

A Ilha Grande é um dos pontos mais visitados do Rio de Janeiro, localizada na famosa Costa Verde, a Ilha paradisíaca fica em Angra dos Reis. O local oferece diversas atrações como trilhas, praias desertas, cachoeiras e mirantes. Um dos cartões postais da Ilha é a Praia do Aventureiro, um lugar calmo com estrutura rústica, que atraí turistas do mundo inteiro.

9 – Chapada Diamantina

Nem só de praia é formada a paisagem da Bahia. No coração do estado está um dos mais belos cenários do país, salpicado de cachoeiras, grutas, cânions e vales. Cobiçado pelos amantes do trekking, o Parque Nacional da Chapada Diamantina tem atrações que extrapolam seus limites e se espalham por cidadezinhas que tiveram seu apogeu no final do século 19, quando a região era famosa somente pelas jazidas de diamantes.

Uma das principais cidades da Chapada é Lençóis, com suas ruas de paralelepípedos e casario colonial que abriga pousadas, restaurantes e agências que oferecem atividades pelo parque e arredores. São muitas as opções de passeios – feitos sempre caminhando.
Imperdíveis são os que levam aos cartões-postais: Morro do Pai Inácio, com 1.200 metros de altitude, vista panorâmica e ponto de contemplação de um belíssimo pôr do sol; e cachoeira da Fumaça, a segunda maior do país, com 340 metros de queda.
10 – Chapada das Mesas
Chapada das Mesas, no sul do Maranhão, vem sendo descoberta aos pouquinhos e encantando os brasileiros privilegiados por irem até lá. Nomeada “Parque Nacional da Chapada das Mesas” a apenas 10 anos, a região reúne cachoeiras de águas azuis, quedas imponentes, paisagens de tirar o fôlego, rios, lagos e formações rochosas curiosas. Um verdadeiro paraíso para quem ama ecoturismo e quer se conectar com a natureza.
11 – Serra da Capivara
Localizado no sudeste do estado do Piauí, o Parque Nacional Serra da Capivara, ocupa áreas dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. O parque foi criado com motivações ligadas à preservação de um meio ambiente específico e de um dos mais importantes patrimônios culturais pré-históricos. O parque recebeu pela UNESCO o título de Patrimônio Cultural da Humanidade.
12 – Alter do Chão
Quando é tempo de baixa e as águas do rio Tapajós abaixam, as famosas praias do simpático vilarejo de Alter do Chão aparecem, o local possui uma paisagem tão mágica e diferente, que foi apelidado carinhosamente de “Caribe brasileiro”.
13 – Monte Roraima
Encravado no extremo norte do Brasil, na fronteira com a Guiana e a Venezuela o Monte Roraima com seus 2.739 metros é um lugar lendário e misterioso e fascina exploradores. Não bastasse a altura, o lugar impressiona pelas formas esculpidas nas rochas e paredões pela ação dos ventos em meio às savanas Amazônicas. Completam a paisagem, ainda, os rios, as cachoeiras, as esculturas em cristal e as mais de 400 espécies de bromélias.
14 – Amazônia
Conhecida como o pulmão do planeta, a Floresta Amazônica é a maior floresta tropical do mundo e possui 60% da sua área só no Brasil. Estima-se que há cerca de um milhão de espécie de animais e vegetais só nessa área, o que representa a metade das espécies em todo o planeta. Para quem quer se aventurar pela região, existem algumas agência com passeios que contemplam as mais variadas atrações – desde trilhas na mata fechada, acampamentos na selva, banhos em cachoeiras e rios, observação de animais, a visitas em comunidades indígenas.
15 – Los Roques
O pequeno arquipélago Los Roques, na Venezuela, com apenas 40 km², é grandioso em beleza. São 42 ilhotas e 300 bancos de areia cercados de águas cristalinas e muitos recifes de corais, o que faz do local um dos melhores destinos para prática de mergulho.
16 – Tailândia
A Tailândia atrai milhares de turística do mundo inteiro que procuram cultura, paisagens espetaculares, exotismo e uma gastronomia única. Grande parte de suas terras e águas estão protegidas sob Parques Nacionais terrestres e marinhos. As praias de areias brancas, vegetação exuberante e águas turquesa são perfeitas para quem busca relaxar em meio à natureza. Para os mergulhadores, seus mares estão entre os melhores do planeta, com uma rica vida marinha e visibilidades que chegam a 30 metros.
17 – Costa Rica
Localizado na América Central e com mais de 25% do seu território protegido através de áreas de conservação, a Costa Rica é um dos melhores destinos para a prática de Ecoturismo e Turismo de Aventura do mundo. As florestas tropicais, vulcões, mangues, belíssimas praias e montanhas ao longo do seu território, servem de habitat para diversas espécies da fauna e flora, além de proteger incríveis rios de água cristalina e cachoeiras.
18 – Machu Picchu
Considerado um dos mais belos monumentos arquitetônicos da Terra, a maravilhosa cidade de Machu Picchu é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO e uma das 7 maravilhas do mundo, fica a 2,4 mil metros de altitude, e foi povoada nos anos de 1450 a 1540. Andar por suas vielas, o seu relógio solar e contemplar as montanhas que cercam a cidade faz com que você sinta na pela como era a o dia-a-dia e entenda melhor como era a cultura e a história da civilização Inca.
19 – Deserto do Atacama
Localizado no Norte do Chile, o Atacama é o deserto mais árido do mundo. Suas temperaturas variam entre 0ºC e 40ºC. A região abriga diversas atrações como o Vale da Lua, o Vulcão Lincabur, diversas lagoas e gêisers.
20 – Salar de Uyuni
Um dos lugares mais visitados por turistas na América do Sul é o Salar de Uyuni  na Bolívia,  o maior deserto de sal do mundo. E não é para menos, esse lugar incrível de planície branca impressiona por sua imensidão. No caminho vão surgindo lagoas coloridas, gêiseres, formações rochosas e até mesmo flamingos para dar mais cor e vida a um cenário impressionante.
Fonte: Conteúdo adaptado por Claudio Porto do Blog Guia Viajar Melhor.

A PNL e a Espiritualidade

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O que significa espiritualidade para você?

Para mim, espiritualidade é estar mais em contato com a nossa essência, com o espaço em que habitamos, que é o nosso corpo. Espiritualidade significa estar em contato com o próprio fluxo da vida e termos a possibilidade de formar com ela uma unidade.

Durante muitos anos a PNL vem desenvolvendo técnicas excelentes de como podemos reestruturar nossas memórias, nossos pensamentos e nossas emoções  a fim de vivermos com mais satisfação.

Essa reestruturação tem o propósito descobrir novos significados e colher aprendizados de eventos armazenados em nossas memórias que nos produzem emoções e comportamentos limitantes prejudiciais a uma ou mais áreas de nossas vidas no presente.

Esse procedimento é fantástico, porque ele pode literalmente mudar a nossa história, dando  novos significados àquilo que vivemos, significados mais proveitosos, mais enriquecedores, que nos impulsionam ao invés de nos paralisar.

Contudo, isso às vezes não é o suficiente para que possamos passar a viver com plenitude todos os dias de nossa jornada.

Dessa maneira, surge com a PNL de terceira geração, a possibilidade de vivermos de uma forma onde estejamos mais voltados para a essência de vida que existe em nós do que para os nossos processos mentais.

Os pensamentos na maioria das vezes são programações automáticas, repetitivas e involuntárias da nossa mente. E nós não somos 100% nossos pensamentos. Ao contrário, os pensamentos são apenas uma pequena parcela de tudo que nós somos e de toda inteligência que existe em nós.

Se observarmos melhor, podemos perceber que as nossas funções vitais como a respiração, a digestão e outras não são realizadas pelos nossos pensamentos conscientes.

E isso vai muito mais longe, ou seja, imaginem que em cada traço de nosso DNA existem informações que caberiam em mil livros de 600 páginas, e que cada célula do nosso corpo realiza inúmeras funções por segundo!

Pensando dessa forma, podemos chegar a conclusão que nossos pensamentos (sobre a vida e sobre as situações da vida) são apenas uma pequena parte de nossa infinita sabedoria e inteligência.

Nós, principalmente os ocidentais, não fomos treinados a sair do reino dos pensamentos e nos atentar ao reino dos sentimentos.

Sentir a respiração, sentir o corpo, sentir a energia e o milagre da vida pulsando em nós a cada segundo é uma prática que nos religa com o todo e nos amplia a sensação de unidade e espiritualidade.

Essa é a proposta que tenho a apresentar nesse artigo, ou seja, o treinamento  dessa percepção. Perceber mais o nosso corpo, a nossa presença dentro desse corpo e também a única coisa de concreto que nós realmente temos que é o momento presente.

Quando firmamos esta conexão conosco e com o momento (e existem técnicas e treinamento para que isso aconteça cada vez mais naturalmente) as situações que vivenciamos tornam-se muito mais claras e nós passamos a experimentá-las com muito mais assertividade.

Fonte: Ápice Desenvolvimento

Paraty, suas belezas naturais e história.

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Se tem um destino que não deve faltar em um roteiro de férias ou fim de semana é Paraty! A cidade é uma das poucas do sudeste do país que consegue agradar a todos os gostos.
Paraty é um destino que oferece atrações bem diversificadas, capazes de agradar aos mais exigentes turistas. Há praias e cachoeiras maravilhosas, roteiros culturais e históricos, ecoturismo, esportes de aventura e, claro, uma cena gastronômica invejável. Dificilmente você ficará sem ter o que fazer enquanto estiver hospedado na cidade. Acredite, um feriado prolongado será muito pouco para conhecer toda região; por isso, se houver possibilidade, reserve ao menos uma semana para curtir um dos mais encantadores e românticos destinos do Sudeste Brasileiro.
Ao chegar em Paraty, aconselho você conhecer logo de cara o Centro Histórico da cidade. Ele é tão apaixonante que talvez você se esqueça de aproveitar também as belezas naturais das praias da Costa Verde.
Os casarões coloniais são lindos e o passeio pelas ruas de calçamento em pé de moleque é uma verdadeira viagem no tempo.

Passear pelo Centro Histórico de Paraty é entrar em outra época, onde o caminhar é vagaroso devido às pedras “pés-de-moleque” de suas ruas.

Centro histórico – Paraty – RJ

As construções de seus casarões e igrejas traduzem um estilo de época e os misteriosos símbolos maçônicos que enfeitam as suas paredes nos levam a imaginar como seria a vida no Brasil de antigamente. A proibição do tráfego de automóveis no Centro contribui para esta viagem pelo “Túnel do tempo”. A cidade foi fundada em 1667 em torno à Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, sua padroeira. Teve grande importância econômica devido aos engenhos de cana-de-açúcar (chegou a ter mais de 250), sendo considerada sinônimo de boa aguardente.

Igreja Nossa Senhora dos Remédios.

No século XVIII, destacou-se como importante porto por onde se escoava das Minas Gerais, o ouro e as pedras preciosas que embarcavam para Portugal. Porém, com a construção de um novo caminho da Estrada Real, desembocando diretamente no Rio de Janeiro, levou a cidade a um grande isolamento econômico. Após a abertura da Estrada Paraty-Cunha,e principalmente, após a construção da Rodovia Rio-Santos na década de 70, Paraty torna-se pólo de turismo nacional e internacional, devido ao seu bom estado de conservação e graças às suas belezas naturais.

Em sua área encontram-se o Parque Nacional da Serra da Bocaina, a Área de Proteção Ambiental do Cairuçú, onde está a Vila da Trindade, a Reserva da Joatinga, e ainda, faz limite com o Parque Estadual da Serra do Mar. Ou seja, é Mata Atlântica por todo lado.

Parque Nacional da Serra da Bocaina

O Centro Histórico de Paraty remonta aos idos de 1820, quando suas ruas já possuíam seu calçamento “pé de moleque”. A presença das águas, com a invasão das marés na lua cheia, a cultura do café e da cana, o porto e seus piratas, a maçonaria determinaram o traçado do Centro Histórico de Paraty. As ruas foram todas traçadas do nascente para o poente e do norte para o sul. Todas as construções das moradias eram regulamentadas por lei, podendo pagar com multa ou prisão, quem desobedecesse as determinações.

A maçonaria deixou sua forte marca nas fachadas dos sobrados com desenhos geométricos, em relevo. O Centro Histórico, considerado pela UNESCO como “o conjunto arquitetônico colonial mais harmonioso” é Patrimônio Nacional tombado pelo IPHAN. Suas ruas, protegidas por correntes que impedem a passagem dos carros, preservam ainda o encanto colonial, aliado a um variado comércio e a expressões culturais e artísticas muito intensas. Os carros apenas podem circular pelas ruas que fazem limite com o Centro: Patitiba, Domingos G. de Abreu, Aurora e Rua Fresca. A maioria das ruas do Centro Histórico tem 2 nomes, fruto de decretos municipais conflitantes com o costume já instalado. Veja no quadro abaixo os nomes duplos das ruas de Paraty:

R. Patitiba – R. Domingos Gonçalves de Abreu
R. da Praia – R. Dr. Pereira
R. da Matriz – R. Marechal Santos Dias
R. do Comércio – R. Tenente Francisco Antônio
R. da Ferraria – R. Comendador José Luiz
R. da Lapa – R. Da. Maria Jácome de Mello
R. da Cadeia – R. Marechal Deodoro

Paraty é o cenário ideal para quem curte a natureza – Ecoturismo – e o Turismo de Aventura.

O município encontra-se praticamente inteiro em área de parques e de preservação ambiental.

Paraty encontra-se em um ponto geográfico privilegiado no que se refere à ecologia. Em sua área estão:

  • Parque Nacional da Serra da Bocaina
  • Reserva Ecológica da Joatinga
  • APA do Cairuçú
  • Área de Lazer Paraty-Mirim
  • Área de Preservação Ambiental da Baía de Paraty

Além de fazer fronteira com o Parque Estadual da Serra do Mar, como á dito acima. Aqui a natureza parece estar sempre em festa!!! A integração da fauna, flora, rios e mares é rica, exuberante e sempre interessante. No entanto, como sabemos, estes elementos estão cada vez mais sob ameaça. Por isso…Faça de seu passeio um exercício de observação, aprendizagem e preservação: não jogue lixo, não destrua, cultive uma atitude de silêncio e respeito pela natureza.

Além do mais, sua localização geográfica é excepcional: entre a serra e o mar. Ou seja, há inúmeras possibilidades de atividades no mar, nos rios e cachoeiras, nas trilhas, na Mata Atlântica preservada.

Junto à natureza exuberante, há também a rica cultura tradicional: alambiques artesanais, casas de farinha, tribos indígenas, artesanato, culinária, o Caminho do Ouro, a vida caiçara, etc.

Hoje, Paraty conta com uma estrutura profissional para atender o público mais exigente que procura a aventura e o contato com a natureza.

CONHEÇA AS DIVERSAS ATIVIDADES AO AR LIVRE PARA SE FAZER EM PARATY:
1- Passeio de Bike

Os belos cenários e os diversos traçados e roteiros, fazem com que cada dia de bike em Paraty seja sempre diferente.

Alugar uma bicicleta ou participar de um tour, de dia ou de noite, pela cidade ou pelas trilhas, pelas praias ou cachoeiras. Tudo isso você encontra em Paraty.

2- Arvorismo e Tirolesa
Paraty conta com um parque especializado  com 5 tipos de percursos diferentes de arvorismo7 tirolesas perfazendo um total de 650 metros nas copas das árvores e a iniciação ao rappel.
Tudo com muita segurança. Há atividades específicas também para crianças.
* A Paraty Sport Aventura – Localizado a 800 m do trevo de Paraty e encravado em plena Mata Atlântica oferece: circuitos de arvorismo, rappel, canionismo, tirolesas, trilhas e caiaques. Aberto ao público geral, possui atividades com diversos graus de dificuldades. Percursos especiais para crianças. Recebe grupos. Total segurança!
3- Caiaques / Canoas
Alugue canoas e caiaques em Paraty e  faça passeios inesquecíveis. Diversão e ecologia para toda a família
* A Paraty Explorer é uma operadora de turismo de aventura, especializada em passeios guiados na região de Paraty. Caiaque Oceânico, SUP e caminhadas, são perfeitos para se integrar a esta natureza exuberante. Caminhar e remar com Paraty Explorer, leva você fora dos destinos comuns.
A cultura caiçara, praias desertas, ilhas tropicais, manguezal e a exuberante Mata Atlântica da Costa Verde, aguardam você.
4- Jepp Tours
Para quem gosta de estar próximo à natureza, curtir lugares lindos, mas não abre mão do conforto, fazer um passeio de jeep é o ideal.
* A Agência Paraty Tours, sediada na cidade de Paraty (RJ), na avenida principal em frente à Praça do Chafariz, é a maior agência de turismo receptivo da Costa Verde com mais de 24 anos de experiência.
O Jeep Tours sai de Paraty com destino ao Parque Nacional da Serra da Bocaina. Após percorrer trilhas no meio da mata atlântica, visitaremos belíssimas cachoeiras como a da Pedra Branca a mais bela da região, cenário natural para matérias fotográficas, encravada no meio da floresta com toda sua biodiversidade intocada, ótima oportunidade para observar várias espécies de pássaros da região e ter contato direto com a flora local incluindo uma das maiores árvores da região “Jequitibá”.
5- Mergulho
Paraty é ideal para mergulhar em todas as épocas do ano. Mar calmo e ecossistemas reservados.
Paraty pode ser considerada a capital do mergulho brasileiro. Com suas águas calmas e claras é um eterno convite para se conhecer as suas belezas marinhas. Por ser “uma baía dentro da baía da Ilha Grande”, dificilmente há necessidade de se suspender uma saída para o mar devido ao mau tempo. Várias operadoras de mergulho trabalham na região, sendo Paraty o ponto favorito para o batismo dos novatos e para mergulhos experientes.
* Consulte a Una Tour e Dive  – há 22 anos no mercado, a Una Dive é a operadora de mergulho de maior experiência em Paraty e a única com certificado de excelência do TripAdvisor.
6- Rafting
Adrenalina e muita natureza! O Rio Mambucaba te espera.
O Rio Mambucaba encontra-se na divisa entre os municípios de Paraty e Angra dos Reis. O rio, que corta o Parque Nacional da Serra da Bocaina e é um atrativo especial para os aventureiros que querem conhecer a região da Costa Verde. Próximo à costa, o rio forma boas corredeiras de classe II e III, ideal para iniciantes, com águas cristalinas, exuberante mata ciliar, rodeado por ruinas históricas, lindos picos, paredões de pedra e cachoeiras intocadas.
7- Trilhas e Aventuras
A localização de Paraty em áreas de parque e proteção ambiental, dentro da exuberante Mata Atlântica oferece inúmeras opções para quem curte trilhas mais curtas ou até travessias de vários dias.
A Serra do Mar, os rios e cachoeiras oferecem um cenário inesquecível.
Conheça o “outro lado de Paraty” com  uma empresa especializada em ecoturismo. Seus guias o levarão a conhecer lugares incríveis com total segurança e muitas informações interessantes.Algumas opções de trilhas:
Paraty-Mirim – Curupira – 4h – Dificuldade: pesada
Vila do Oratório – Praia do Sono – 2h30 – Dificuldade: moderada
Praia do Meio – Piscina Natural do Cachadaço – 45min – Dificuldade: leve
Praia do Meio – Pedra que Engole – 15min – Dificuldade: leve
Estrada de Trindade – Praia Brava 15min – Dificuldade: moderada
* Consulte a Interação Ambiental – INTERAÇÃO é uma operadora de turismo sustentável, idealizada e sob a coordenação do biólogo Paulo Nogara, especializada em roteiros no SACO DO MAMANGUÁ, BAÍA DE PARATY e PENÍNSULA DA JUATINGA. Programas de 1 dia ou mais. Programas de estudo meio para escolas.

TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE PARATY!

1- Praias de Paraty

Cercadas pela exuberante Mata Atlântica e com águas intensamente coloridas pelo verde e azul, as praias estão entre os maiores encantos de Paraty. A baía oferece águas protegidas e mar calmo, sempre com muita natureza ao redor. São mais de 120 opções entre praias e ilhas capazes de arrebatar o coração dos amantes do mar! Difícil será conseguir conhecer todas elas. E não falamos apenas do fato de ser mais de uma centena de opções, mas também porque quase nenhuma dessas praias está localizada próxima ao Centro Histórico. 

As praias, na grande maioria, são acessíveis por barco, lancha ou exigem alguns quilômetros de estrada e caminhada. Mas não desanime! A cidade oferece vários passeios e eles são realmente maravilhosos. Além disso, com um pouquinho de disposição, você chegará a outras porções de areia fora do roteiro comum entre os turistas. Ah! E lembre-se de sempre manter os olhos abertos. É comum ver golfinhos e tartarugas nadando pelas águas de Paraty.

A maneira mais comum para visitar as praias de Paraty é em passeio de escuna e saveiros. Eles têm preços acessíveis, são seguros e levam os turistas a quatro opções de praias e ilhas por passeio. O valor varia entre R$ 30 e R$ 60, a depender da temporada e da empresa escolhida. O roteiro tem duração média de 5h (uma hora em cada praia) e você almoçará nas próprias escunas (almoço pago à parte). Os passeios procuram sempre mesclar opções com boa areia para relaxar, locais próprios para a prática de snorkeling e belas paisagens.

Quase todas as atrações são acessíveis apenas por barco, por isso será difícil fazer o passeio de maneira independente (é possível alugar lanchas e barcos particulares, veja mais abaixo). As praias e ilhas mais comuns nos roteiros são: Praia da Lula, Praia Vermelha, Praia da Conceição, Ilha Comprida, Ilha da Cotia, Lagoa Azul, Saco da Velha, Ilha do Algodão, Saco do Mamanguá, Ilha Duas Irmãs, Ilha Rasa, Ilha da Sapeca, Praia da Akita, Praia do Engenho e Praia de Jurumirim. O roteiro varia entre as agências.

Além das opções de escunas, há também os passeios de lancha. Eles costumam oferecer roteiros mais exclusivos e para localidades mais afastadas, que exigem deslocamento mais rápido. O custo para os passeios de lancha é mais alto — entre R$ 150 e $250 por pessoa —, porém você visitará praias mais tranquilas, onde as escunas dificilmente vão. Praias comuns nos passeios de lancha são: Praia do Engenho, Saco da Velha, Paraty Mirim, Ilha dos Cocos, Praia Grande da Cajaíba, Ilha da Pescaria e Praia do Jurumirim. Caso você opte por alugar uma lancha só para o seu grupo, o roteiro poderá ser negociado de acordo com a sua vontade.

Uma alternativa mais barata para quem deseja exclusividade é o aluguel de barcos. Dezenas deles ficam ancorados no Porto de Paraty e é possível negociar o aluguel da embarcação por hora a custos bem mais acessíveis. Em baixa temporada, a hora pode sair por R$ 30, mas o normal é o valor entre R$ 50 e R$ 100. Com um bom grupo de amigos, o passeio pode sair bem em conta e, o melhor de tudo, bem exclusivo.

Uma das regiões de praia mais procurada em Paraty é a Vila de Trindade (direção sul, seguindo a Rio-Santos em direção a São Paulo). Localizada a 25 km do Centro Histórico, a vila atrai pelo belo mar e acesso fácil a várias praias, sem exigência de barcos. Em Trindade, você poderá curtir a famosa Piscina Natural do Cachadaço, além da Praia do Cachadaço, Praia do Meio, Praia de Fora (ou Praia dos Ranchos), Praia do Cepilho e Praia Brava. Todas são facilmente acessíveis a pé, com trilhas curtas. É um excelente lugar para visitar e curtir um dia de praia. O acesso à Trindade pode ser dado em ônibus de linha urbana, que sai da Rodoviária de Paraty, ou de carro.

Logo depois de Trindade, quem atrai atenção é a preservada e selvagem Praia do Sono. Ela é quase uma entidade entre os amantes de praias. O acesso complicado atrai ainda mais a atenção dos aventureiros. O trajeto pode ser feito a partir do Condomínio Laranjeiras (25 km do Centro Histórico) em barco ou trilha de 4 km, com tempo médio de 1h30 de caminhada leve. Para chegar ao condomínio, pegue o ônibus urbano linha 1040 na Rodoviária de Paraty.

A partir da trilha do Sono, você poderá também visitar as praias de Antigos e Antiguinhos e, um pouco mais afastada, a Praia de Ponta Negra. As quatro juntas formam um dos mais belos conjuntos de praia da região. Para economizar na caminhada, vale alugar um barco no Condomínio Laranjeiras em Trindade (Praia do Meio) e fazer o roteiro um pouco mais rápido pelo mar.

Com acesso pela estrada Rio-Santos, a caminho de Angra dos Reis (direção oposta à de Trindade), as Praia de São Gonçalo e São Gonçalinho também estão entre as indicadas como mais belas da cidade. Elas são comuns entre as sugestões dos moradores para as praias imperdíveis de Paraty. A rodovia Rio-Santos, seguindo para a direção de Angra dos Reis, é toda à beira-mar, ou seja, ela permite acesso a várias praias. Parar em todas vai depender do seu tempo e disposição. São quase 20 praias até chegar em Angra dos Reis. As principais, em ordem de Paraty para Angra, são: Praia do Rosa, Praia Grande, Prainha, Praia do Engenho Velho, Praia da Graúna, Praia de São Roque, Praia de São Gonçalo, Praia de São Gonçalinho, Praia de Tarituba e Praia dos Coqueiros.

Para quem não pretende pegar estrada nem barco e quer mesmo curtir a tranquilidade de não fazer nada, as duas opções próximas ao Centro Histórico de Paraty são a Praia do Pontal e Praia do Jabaquara. As duas oferecem quiosques com bebidas sempre geladas e comidinhas de beira de praia. Há ainda aluguel de caiaque e pranchas de stand up paddle. São boas opções para quem não está preparado para se despedir do sol e voltar ao hotel depois de um passeio de barco; ideal para o final de tarde com aquela cervejinha e um pôr do sol. E o melhor de tudo, chegar até lá é de graça (ou no máximo 10 reais do mototáxi).

2- Quando Ir

Paraty é uma cidade extremamente turística e, como tal, ela sofre diretamente os efeitos de períodos de férias escolares e feriados prolongados. Será difícil escapar de hospedagens mais caras entre os meses de dezembro e fevereiro, assim como em feriados de Carnaval, Semana Santa ou qualquer outro que aconteça emendado ao final de semana. Aliás, nos finais de semana, Paraty também é sempre mais cheia. A cidade atrai muitos turistas que a visitam por poucos dias ou fazem viagens de bate e volta a partir de São Paulo e Rio de Janeiro. Sendo assim, espere sempre diárias mais caras e pousadas mais cheias nesses períodos.

A tarefa de decidir a melhor época para ir a Paraty não é das mais simples. A cidade recebe vários eventos culturais ao longo do ano, sofre muito com a incidência de chuva quando está calor e tem os meses mais secos quando está um pouco frio. Ela provavelmente nunca irá agradar em todos os aspectos, o que não significa que a cidade não seja linda durante todo o ano. Cada período tem encantos que podem ser os prediletos, ou não, dos visitantes. Avalie bem as características da cidade antes de decidir os dias da visita.

Verão – Dezembro a Março 

Este é o período em que a cidade de Paraty recebe o maior número de turistas. A boa notícia é que, no verão, Paraty pode não ser o melhor destino para visitar. Entre os meses de novembro e março, a cidade sofre muito com as chuvas (que chegam a 264 mm em janeiro) e os efeitos podem ser um pouco desagradáveis para o turista. O Centro Histórico alaga com uma certa frequência, é constante a queda de energia e tudo estará mais caro. Apesar de as temperaturas serem mais altas (com máxima média de 30°), a chuva pode atrapalhar um bocado a vida do viajante. Não só isso, durante as férias de final de ano, os restaurantes lotam e aumenta o movimento nas praias. Os dias de descanso podem não ser tão agradáveis quanto você imaginava. Se embarcar na alta temporada e durante as temperaturas mais quentes não são fundamentais para a sua viagem, fuja do verão. Mas se você não abre mão do calor e adora um destino movimentado, aproveite as festas de final de ano e visite Paraty!

Os principais eventos da cidade que acontecem nesse período são: Viva o Verão, sempre em janeiro e com shows e apresentações culturais gratuitas; a Folia de Reis, com auge no dia 06 de janeiro; e o Carnaval de Paraty.

Outono – Final de Março a Junho 

Com o início do outono, as chuvas começam a dar uma trégua para os turistas em Paraty. O mês de março ainda é um pouco chuvoso, porém, a partir de abril, o quadro já melhora bastante. Apesar da menor incidência de chuva ser uma grande vantagem, a temperatura neste período começa a cair e os dias podem ser um pouco mais frios. Nada que um passeio de barco sob o sol não resolva. O outono é um bom período para quem deseja visitar Paraty com mais calma e sem tantos turistas. Além disso, os preços de hospedagem também são mais convidativos. Evite apenas a Semana Santa, sempre lotada na cidade. O período da Festa do Divino (cinquenta dias depois da Páscoa), apesar de atrair muitos turistas, costuma ser mais tranquilo. No mês de maio, costuma acontecer também o Bourbon Festival Paraty, um dos maiores festivais de Jazz do País. Excelente data para os amantes do estilo musical.

Inverno – Final de Junho a Setembro

O início do inverno é marcado pelo mais famoso evento da cidade, a Festa Literária Internacional de Paraty, a FLIP. O encontro reúne escritores, estudiosos e curiosos de todo o mundo e acontece entre o final de junho e início de julho. Nesse período, Paraty fica lotada e as hospedagens mais caras. Se o seu foco for a FLIP, reserve a pousada com bastante antecedência para não ficar de fora. Mas se você prefere fugir do buxixo cultural, verifique a agenda de eventos da cidade para não embarcar exatamente nesse período. Também no mês de agosto, acontece um dos mais tradicionais festivais da cidade, o Festival da Cachaça, Cultura e Sabores de Paraty, destinado aos amantes da mais típica bebida brasileira, com produção de excelente qualidade na região.

O inverno é a estação mais seca de Paraty, com céu claro e sol a pico. O que não ajuda são as temperaturas mais baixas, que tornam uma visita à cachoeira um evento não muito agradável. Mas se você não se importa com a água gelada, prepare-se para embarcar nesse período. Os preços são convidativos e o friozinho pode ser excelente para uma taça de vinho ao anoitecer no Centro Histórico.

Primavera – Final de Setembro a Dezembro 

A primavera é a estação ideal para quem quer fugir da chuva, do frio e dos preços elevados da alta temporada, especialmente nos meses de setembro e outubro. A temperatura começa a subir e as chuvas de verão ainda não chegaram. Você poderá curtir a cidade mais vazia e com valores de diárias bem mais acessíveis. No mês de setembro, acontece o evento Paraty em Foco, destinado à arte da fotografia. Em novembro, quem faz a festa dos turistas é o Festival Gastronômico, quando dezenas de restaurantes oferecem um prato especial, escolhidos a partir de um ingrediente único.

Veja as médias anuais* na ordem de temperatura mínima, temperatura máxima e índice pluviométrico.

  • Janeiro – 23°C / 30°C / 264 mm 
  • Fevereiro – 23°C / 30°C / 234 mm 
  • Março – 23°C / 30°C / 245 mm 
  • Abril – 21°C / 28°C / 160 mm 
  • Maio – 19°C / 26°C / 97 mm 
  • Junho – 17°C / 25°C / 67 mm 
  • Julho – 17°C / 25°C / 74 mm 
  • Agosto – 17°C /25°C / 63 mm 
  • Setembro – 18°C / 25°C / 134 mm 
  • Outubro – 19°C / 26°C / 177 mm 
  • Novembro – 20°C / 27°C / 203 mm 
  • Dezembro – 22°C / 29°C / 250 mm 

Período mais chuvoso – Novembro a Março;

Meses mais secos – Junho, Julho e Agosto;

Alta temporada – Férias escolares, todos os feriados prolongados e a FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty), entre os meses de julho e agosto, com data variada a cada ano.

*Com dados do Climatempo e The Weather Channel

3- Como chegar a Paraty

  • De avião
    Os aeroportos mais próximos de Paraty são os do Rio de Janeiro, a 256 quilômetros
  • De carro
    Vindo do Rio de Janeiro: acesso pela Rio-SantosVindo de São Paulo: o melhor caminho é via Ayrton Senna-Carvalho Pinto (SP-070). No trevo de São José dos Campos, entre na Rodovia dos Tamoios (SP-099). Ao fim dessa estrada, vire à esquerda e pegue a Rio-Santos (SP-055, depois BR-101).
    Vindo de Cunha: a estrada Paraty-Cunha, com 49km de extensão, passa por dentro do      Parque Nacional da Bocaina (9,4km). A estrada-parque tem pavimentação de paralelepípedos, belas paisagens e mirantes, evite abusar da velocidade. E fique atento aos horários: a circulação de carros é permitida apenas até às 18h.
  • Circulando
    É proibido o tráfego de automóveis no Centro Histórico, logo, escolha sapatos confortáveis para andar pelas ruas calçadas em pedras. Para visitar as ilhas e praias, faça um passeio de barco

4- Praias de Paraty

A abrigada baía de Paraty possui próximo a 60 praias, sendo algumas com acesso por carro e muitas com acesso apenas por barco. Especialmente estas últimas não só possuem uma natureza em estado quase selvagem, mas preservam muito da ancestral cultura caiçara com seu artesanato, culinária e meios tradicionais de subsistência.

Vale a pena conhecer as belíssimas praias de Paraty!

Praias de Paraty

Piscina Natural do Cachadaço Praia do Cachadaço Praia do Meio Praia dos Ranchos Praia do Cepilho Praia Brava Praia do Sono Praia da Ponta Negra Pouso da Cajaiba Praia do Sobrado Saco do Mamanguá Paraty Mirim Saco da Velha Praia da Preguiça Praia da Conceição Praia da Lula Praia Vermelha Praia Santa Rita Praia do Baré Praia do Jurumirim Praia do Bom Jardim Praia do Pontal Praia do Jabaquara Barra Grande do Corumbê Praia Grande Prainha Praia da Barra Grande Praia do Iriri Praia do Cão Morto Praia de São Gonçalo Praia de São Gonçalinho Tarituba Praia do Engenho D'água Praia Grande do Engenho Praia de Iticupe Praia do Canhanheiro Praia do Cantagalo Praia da Boa Vista Praia do Corumbê Praia do Rosa Praia de Taritubinha Prainha de Mambucaba Praia do Coqueiro Praia de Mambucaba - Vila Residencial Vila Histórica de Mambucaba - Angra dos Reis

PRAIAS DE TRINDADE

  • 01. Piscina natural do Cachadaço
  • 02. Do Cachadaço
  • 03. Do Meio
  • 04. Dos Ranchos (ou de Fora)
  • 05. Do Cepilho
  • 06. Praia Brava

PRAIAS DA COSTA LESTE

  • 07. Laranjeiras
  • 08. Praia do Sono
  • 09. Praia dos Antigos e Antiguinhos
  • 10. Praia das Galhetas
  • 11. Praia da Ponta Negra
  • 12. Praia de Martim de Sá
  • 13. Praia da Sumaca
  • 14. Praia do Pouso da Cajaíba
  • 15. Praia da Toca do Carro
  • 16. Praia de Itanema
  • 17. Praia de Calhaus da Cajaiba
  • 18. Praia de Itaoca
  • 19. Praia Grande da Cajaíba
  • 20. Praia Deserta
  • 21. Praia do Sobrado
  • 22. Saco do Mamanguá
  • 23. Paraty-Mirim

PRAIAS COM ACESSO POR ESCUNA

  • 24. Saco da Velha
  • 25. Praia da Preguiça
  • 26. Praia da Conceição
  • 27. Praia da Lula
  • 28. Praia Vermelha
  • 29. Praia Santa Rita
  • 30. Praia do Baré
  • 31. Praia do Engenho D’Água
  • 32. Praia Grande do Engenho
  • 33. Praia de Jurumirim
  • 34. Praia de Iticupe
  • 35. Praia do Bom Jardim
  • 36. Praia do Canhanheiro
  • 37. Cantagalo
  • 38. Praia da Boa Vista

PRÓXIMAS DO CENTRO

  • 39. Do Pontal
  • 40. Do Jabaquara

PRAIAS DA RIO-SANTOS

  • 41. Barra Grande do Corumbê
  • 42. Praia do Corumbê
  • 43. Praia do Rosa
  • 44. Praia Grande
  • 45. Prainha
  • 46. Praia do Engenho Velho
  • 47. Praia da Graúna
  • 48. Barra Grande
  • 49. Praia de São Roque
  • 50. Praia do Taquari
  • 51. Praia do Humaitá
  • 52. Praia do Iriri
  • 53. Praia do Cão Morto
  • 54. Praia de São Gonçalo
  • 55. Praia de São Gonçalinho
  • 56. Praia de Tarituba
  • 57. Praia de Taritubinha
  • 58. Prainha de Mambucaba
  • 59. Praia do Coqueiro
  • 60. Praia de Mambucaba (Vila Residencial)
  • 61. Vila Histórica de Mambucaba (Angra dos Reis)

5- Informações Úteis de Paraty

   DDD: 24
   Informações Turísticas
   Centro de Informações Turísticas
   R. Dr. Samuel Costa, 29 – Centro Histórico
   Tel: 24 3371-1222
   Portal de Informações Turísticas
   Av. Roberto da Silveira, s/n (entrada da cidade)
   Tel: 3371-1897
  • Rodoviária
    R. Jango Pádua, s/n – Parque Imperial
    Tel: 3371-1224
  • Táxi
    GP Táxi (Rodoviária) – 9-9999-9973
  • Banco
    Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Itaú
  • Atenção
    Leve calçados confortáveis para circular pelas ruas de pedra do Centro Histórico. Salto ali, nem pensar!

COMO FAZER A ROTA DAS EMOÇÕES? Jericoacoara, Delta do Parnaíba e Lençóis Maranhenses

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Tudo que você precisa saber sobre um dos roteiros mais famosos do Nordeste Brasileiro, a Rota das Emoções. Já tinha ouvido falar sobre ela?

Trata-se de um roteiro que integra 3 Estados (Ceará, Piauí e Maranhão) e te propõe uma grande imersão na natureza exuberante, veja abaixo o mapa do roteiro:

Agora já se perguntou por que ROTA DAS EMOÇÕES?

São tantas coisas para ver e lugares para visitar, que o Sebrae e o Ministério do Turismo articularam os prestadores de serviços turísticos de Lençóis Maranhenses, Delta do Parnaíba e Jericoacoara para criar um projeto para turistas que gostariam de reunir alguns dos mais incríveis destinos do Nordeste em uma só viagem. Esse roteiro único, considerado um dos melhores e mais bem estruturados do Brasil, integra três estados e cerca de dez municípios, como Delta do Parnaíba, Lençóis Maranhenses, Jericoacoara, São Luís, Fortaleza, Barra Grande, Tutóia, entre muitos outros. O resultado foi um sonho de viagem para qualquer turista criando um pacote com lençóis maranhenses e jericoacoara e muitos outros atrativos para conhecer entre os dois.

A viagem pode começar por São Luís, no Estado do Maranhão, ou em Fortaleza, no Ceará, além disso, todo deslocamento entre os destinos é feito em transporte 4×4, onde é possível contemplar paisagens de tirar o folego, que proporcionam muita emoção aos seus visitantes.

Lençóis Maranhenses

Paraíso escondido no Nordeste do Brasil, os Lençóis Maranhenses são um dos principais destinos turísticos do Maranhão. Criado em 1981, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses – com área total de 156,5 mil hectares – integra a Rota das Emoções. As dunas, comuns nessa região do país, são formadas pela força dos ventos, que criam uma paisagem única e alteram constantemente sua aparência. Nesse ‘deserto’ gigante é possível encontrar lagoas formadas pelo acúmulo de água das chuvas do primeiro semestre.

Lençóis Maranhenses – MA

Delta do Parnaíba

Seguindo o roteiro, você conhecerá um dos mais famosos deltas (foz de um rio que se subdivide em vários braços, formando um triângulo semelhante à letra grega que dá nome ao fenômeno) do Brasil. Está situado entre os estados do Maranhão e Piauí, tendo em Parnaíba sua porta de entrada, e sua paisagem é composta por espelhos d’água, lagoas, praias, animais silvestres e mangues e dunas em contraste com as ilhas, sendo possível fazer passeios de barco para conhecer toda a região desse santuário ecológico. Esse é um pedacinho não tão conhecido pelos turistas, mas é um dos passeios da Rota das Emoções que mais impressionam. São mais de 70 ilhas, sendo as Ilhas do Caju e Canárias as principais delas, na última existem restaurantes, pousadas e uma vila de pescadores.

Delta do Parnaiba – PI

Jericoacoara

Logo após a jornada segue até o Ceará, onde finalizaremos o roteiro na belíssima Jericoacoara, uma antiga vila de pescadores que hoje é considerada a quarta melhor praia do mundo inteiro e foi até transformada em Parque Nacional. Por aqui, você poderá praticar o windsurf e kitesurf também, pois é outra região conhecida por seus bons ventos, além de descansar em suas praias e lagoas de água doce, subir ao topo da Duna do Pôr-do-Sol para assistir ao espetáculo e ainda fazer uma tranquila caminhada até a Pedra Furada, formação rochosa em forma de arco, um verdadeiro paraíso.

Inclusive, com o objetivo de preservar (a exemplo de Fernando de Noronha), o governo local instituiu a partir de setembro de 2017 uma taxa que todo turista deve pagar por dia em Jericoacoara.

Jericoacoara – CE / Créditos Foto – Ricardo Rollo

Recaptulando, se começar a Rota das Emoções pelo Maranhão, recomendamos no mínimo:

  1. São Luiz – MA(1 noite)
  2. Barreirinhas – MA (2 noites)
  3. Parnaíba – PI (2 noites)
  4. Jericoacoara – CE (2 noites)

Agora se começar pelo Ceará:

  1. Fortaleza – CE (1 noite)
  2. Jericoacaora – CE (2 noites)
  3. Parnaíba – PI (2 noites)
  4. Barreirinhas – MA (2 noites)
  5. São Luis – MA (1 noite)

Obviamente pode-se ficar mais ou menos dias em cada destino, depende de cada perfil, mas garantimos que você voltará transformado após realizar esse roteiro. Além das cidades mencionadas na lista (que serão base para hospedagem) o roteiro ainda reserva muitas emoções em seu entorno, vale muito a pena conferir.

Para finalizar, caso queira conhecer apenas um desses destinos, também é totalmente viável. De toda forma, explore as riquezas do nordeste.

7 DICAS PRA VOCÊ APROVEITAR 100% DO SEU PASSEIO NA ROTA DAS EMOÇÕES:

1) Leve roupas leves, repelente, óculos de Sol, chapéu, muito protetor solar. Você irá passar a maior parte dos passeios exposto ao sol, que é uma das principais belezas da rota das emoções. Não se esqueça de tomar muita água, leve sempre uma garrafinha de água nos passeios e obrigue-se a consumir bastante líquido.

2) Você terá trechos de travessia de rios e o transporte ocorre em veículos off-road, faça o possível para reduzir o tamanho da sua bagagem.

3) Programe sua viagem com antecedência, o roteiro envolve pernoites em diferentes hospedagens e uma gama muito grande de passeios.

4) Em algumas localidades não existem agências bancárias e caixas eletrônicos. O uso do cartão de crédito também é limitado em alguns destinos. Peça orientações ao seu guia logo no início da viagem para se planejar em Fortaleza ou São Luís.

5) Para aproveitar o melhor da Rota das Emoções, é aconselhável separar ao menos 8 dias para o passeio. São muitas belezas, por isso, se puder, fique mais tempo.

6) Se quiser ver as lagoas dos Lençóis Maranhenses cheias, o ideal é ir logo após a época das chuvas. Evite Novembro a Janeiro se a idéia é nadar nas principais lagoas.

7) A Rota das Emoções é um passeio tranquilo, recomendado para todas as idades.

Fonte: Foco Turismo – Blog do Nordeste

Guia do mochileiro: tudo que você precisa saber para se tornar um.

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Do basicão trivial a dicas insiders, tudo para facilitar a vida do mochileiro, que escolheu fazer a mais barata das viagens

Nestes tempos em que os perfis de viajantes se misturam, às vezes em uma mesma viagem, definir o que é um mochileiro é quase tão difícil quanto encontrar a teoria unificada do universo.
Mochileiros são os que viajam de mochila nas costas, por longos períodos, definem uns. Não, são os que vão de forma independente, mesmo que seja com uma mala de rodinhas, retruca outra turma.
Mas há os que fazem viagens baratas e descomplicadas em roteiros definidos por agências, lembra alguém. A única unanimidade nessa candente questão filosófica é a de que mochileiro merecedor da definição é o que se esforça para viajar barato. Aos que querem alcançar o nirvana da economia mochileira, umas dicas de arranque:

1. Esta serve para quase tudo na vida: defina prioridades
Mochileiro digno do posto vai precisar montar um orçamento econômico, depois olhar de novo para ele e fazer cortes – até transformá-lo em um orçamento hipereconômico.
Na hora desse doloroso ajuste, é importante saber do que você não abre mão de jeito nenhum. Há quem valorize mais a alimentação, tem quem não aceite dormir em quarto sem banheiro ou ar-condicionado. Definir onde dói menos facilita o facão.
2. Balanceie os seus gastos
Um bom jeito de começar o planejamento financeiro de um mochilão é escolher uma hospedagem em cada destino que satisfaça minimamente as suas necessidades e cotar o custo médio da diária.
Se o valor não cabe no orçamento, reduza a duração da viagem ou diminua as expectativas migrando para uma acomodação mais barata. A mesma lógica se aplica para estimar gastos com passeios ou transporte. Feito isso, dá para ter noção do gasto médio por dia.
3. Pesquise a melhor época para visitar o destino escolhido
Na ânsia de poupar tostões, mochileiros amadores são chegados em fazer economias pouco sábias. De que adianta pagar pouco em um hostel pé na areia se a tarifa baratinha só é válida no período chuvoso?
Fugir da alta temporada é sempre boa ideia, mas cuidado para não ir parar em lugares com pinta de cenários pós-apocalípticos: tudo fechado, ninguém nas ruas, aquela zumbilândia…
4. Reserve com antecedência
É importante pesar os prós e os contras de viajar sem reservas de hospedagem e passagens: você ganha pontos em liberdade, mas perde em economia – reservar com boa antecedência geralmente garante melhores tarifas.
5. Desacelere
Ficar pouco tempo nos destinos, na ânsia de ver o maior número de lugares possível na mesma viagem, pode resultar em uma viagem apressada, cansativa e mais cara – o excesso de deslocamentos pode aumentar muito os gastos.
Considere pelo menos duas noites em cada cidade para manter um ritmo confortável e seja generoso com grandes metrópoles, em que geralmente é possível passar semanas e ainda sair com a sensação de que faltou tempo.
Na hora de montar o roteiro, encaixe bate e voltas a lugares que ficam até duas horas das bases e que podem ser visitados em uma tarde.
  •  Pechinchar é praticamente obrigatório em muitos países do Oriente. Às vezes, um produto ou serviço pode sair por menos de 50% do valor inicial. Antes de começar a negociação, determine o valor máximo que você pode pagar, mas não se estresse com barganhas muito longas. Pondere quanto tempo de viagem vale a pena perder para economizar alguns poucos reais.
Como economizar na hospedagem e ao mesmo tempo garantir o conforto

Os protomochileiros lembram bem a cena: o viajante chegava em casas com dormitórios coletivos e cafés da manhã difíceis de engolir, mas geralmente muito baratos e em localizações excelentes, e mostrava uma carteirinha internacional para passar a noite. Eram eles os albergues – hits dos anos 80 e 90 e, na linha evolutiva das viagens, os avós dos atuais hostels moderninhos.Agora, que beleza, é possível mesclar na mesma viagem uma parada nessas hospedagens com clima de balada, experiências nas casas de locais ou noites em campings cheios de infraestrutura. O importante é levar consagrados itens de primeira necessidade da mochilagem: toalha, cadeado, tapa-olhos, protetores auriculares.

Pequeno manual sobre hostel

É a opção número 1 dos mochileiros gregários – dispostos a fazer amigos na estrada, trocar dicas, encarar baladas antes de dormir.
A maioria das camas fica em quartos coletivos, que podem ser mistos ou separados por gênero, mas hostels mais arrumadinhos muitas vezes contam também com quartos duplos equivalentes a suítes de hotéis, só que mais descolados. Quanto maior o quarto, menor o valor por pessoa.
Mas evite dormitórios com mais de oito ocupantes: o vai e vem noturno atrapalha o sono. O banheiro pode ficar dentro das acomodações ou no corredor.
Armários individuais nos quartos guardam pertences de valor dos hóspedes – daí a importância de ter cadeado. Na maioria das vezes, não é preciso pagar pelo uso de lençóis, mas o aluguel de toalhas é cobrado.
É comum hostels com bares e bufês de café da manhã, ambientes bons pra integração entre hóspedes. Os mais legais podem ter piscina, restaurante e organizar festas ou tours guiados pela cidade e arredores.
Onde reservar um hostel
Booking (app e site), Hostelworld (app e site), Hostelbookers (app e site), Hostels.com (site)
  • Cidades brasileiras que recebem grande fluxo de estrangeiros, como Rio de Janeiro, Florianópolis e Foz do Iguaçu, reúnem os hostels mais bem equipados do Brasil.
  • Pesquise acomodações típicas da região que você vai visitar, como os ryokans no Japão, os riads no Marrocos e os bed and breakfast no Reino Unido. É um jeito de variar sem necessariamente estourar o orçamento
O que é couchsurfing e como funciona

Para orçamentos apertados e espíritos aventureiros, as redes sociais onde moradores oferecem, de graça, um cantinho em suas casas para viajantes podem ser uma boa opção. O ideal é demonstrar interesse na troca de experiências e não encarar a plataforma apenas como um meio de obter hospedagem grátis.
Mulheres devem ter cuidado redobrado na hora de selecionar suas opções: vale desconfiar um pouco de perfis que só listam comentários de outros homens e pedir detalhes do anfitrião para hóspedes anteriores.
Na dúvida, melhor optar por anfitriãs. Além do site Couchsurfing – plataforma online mais popular do gênero, existem também grupos no Facebook dedicados à prática.
Onde reservar couchsurfing
Couchsurfing (app e site), Mochileiros (grupo no Facebook), Couch Surfing(grupo no Facebook), Couchsurfing das Minas (grupo no Facebook)
Dicas para o seu camping ser o mais agradável possível

Acampar é daquelas experiências sem meio-termo: quem já experimentou ou ama, ou odeia. Há certas dicas que podem aumentar suas chances de pertencer ao primeiro grupo. Para começar, procure um camping bem equipado, com banheiros coletivos estruturados, cozinha e postes com saída de energia.
Além disso, invista em uma boa barraca, de tamanho adequado (para viajar a dois, leve uma barraca para três ocupantes, por exemplo), impermeável (procure as que suportam mais de 1 200 milímetros de chuva) e bem leve (as melhores pesam até 3 quilos).
Embora não seja viável em qualquer tipo de viagem, acampar é uma boa alternativa às hospedagens tradicionais em destinos de praia e aventura aonde se chega através de trilhas a pé ou de carro.
Onde escolher o camping:
CampingForums.com (fórum), Hipcamp (buscador), MaCamp (fórum), Mochileiros.com (fórum),Pitchup (buscador)
Como utilizar o Airbnb (e outros sites parecidos) a seu favor

A mais famosa ferramenta de acomodação na casa de moradores do mundo, Airbnb, contabiliza, hoje, mais de 2 milhões de hospedagens em seu portfólio.
Além dele, sites como Alugue Temporada e até mesmo o TripAdvisor ajudam a reservar quartos na casa de locais ou propriedades inteiras só para você e seu grupo – um jeito eficaz de sentir por alguns dias a rotina dos lugares.
Todos os sites funcionam como mediadores entre o proprietário que publica a oferta e o viajante que reserva, garantindo mais segurança para ambos. Antes de fazer a reserva, leia todo o anúncio com cuidado para entender o que está comprando e tire todas as dúvidas mandando mensagens ao anunciante.
Onde achar hospedagens “compartilhadas”

Airbnb (app e site), Alugue Temporada (app e site), Booking (app e site), Stayz (app e site), TripAdvisor Rentals (app e site), Wimdu (app e site)

  • Em países da América do Norte e Oceania, é possível combinar hospedagem e transporte em uma viagem de motorhome. Esses veículos, que acomodam de dois a sete ocupantes, compensam para roteiros demais de 15 dias, e possuem minicozinha, chuveiro e camas rebatíveis. À noite, é necessário estacioná-los em campings ou estacionamentos específicos – some os valores deles às diárias do veículo para chegar ao custo final. Para alugar, basta possuir a Permissão Internacional para Dirigir (PID). Procure locadoras regionais para reservar e deixe fora do roteiro destinos urbanos, em que os motorhomes perdem em praticidade.
Transportes: como se locomover da maneira mais barata

Definir a melhor opção de deslocamento para ir de uma cidade a outra é uma tarefa nem sempre simples – porém, muito bem recompensada.
As opções variam enormemente de acordo com o destino: para um mochilão na África do Sul, carro alugado pode ser uma boa opção, enquanto que, no Sudeste Asiático, nada bate as scooters, práticas e econômicas.
Avião

Muitas vezes é em um voo que começam e terminam os mochilões mais longos. Para economizar na passagem a partir do Brasil, o jeito é ficar de olho nas promoções das companhias aéreas: sites como Melhores Destinos monitoram as ofertas, enquanto buscadores como Skyscanner e Kayak permitem que o usuário seja avisado sempre que a tarifa cair.
No exterior, use e abuse das empresas low-cost, mas fique ligado nas pegadinhas: os bilhetes não incluem bagagem despachada, os limites de peso e tamanho para a mala de mão são rigorosos e os aeroportos usados pelas companhias costumam ser mais distantes do Centro que os principais.
Não deixe de calcular quanto vai gastar com transporte até o local de embarque e inclua na conta as eventuais taxas para despachar a bagagem para confirmar se a tarifa low-cost realmente vale a pena.

Trem

Se, na Europa, os trens são velozes, modernos e frequentemente caros, em várias regiões da Ásia são opção de deslocamento segura e econômica. No Sudeste Asiático e na Índia, prefira os vagões da primeira e da segunda classe – os da terceira são desconfortáveis.
Diferente dos europeus, os bilhetes dos trens asiáticos não precisam ser adquiridos com antecedência; deixe para comprá-los já na estação e fuja de intermediários.
Para roteiros pelo continente europeu que incluem deslocamentos em trens de alta velocidade, pesquise ferrovias low-cost, como Ouigo e Izy, ou compre os bilhetes nos sites oficiais das empresas pelo menos três meses antes da viagem para encontrar promoções.
Ônibus

Os coletivos são comuns em quase todos os destinos turísticos e oferecem bom custo/benefício. Para pesquisar viações na Europa, visite o site GoEuro, que compara ainda trens e aviões.
Na América Latina, há sites específicos para cada país. Na Colômbia e no México, por exemplo, tente o site ClickBus; na Bolívia, veja o TicketsBolívia.
Na América do Sul e no Sudeste Asiático, vale usar sites só para ver rotas e horários e deixar para comprar os bilhetes na rodoviária ou em agências de rua.
Na Europa, é o oposto: difícil é achar guichês das principais empresas e os tíquetes online são mais em conta.
Carona

O esquema de fazer sinal na beira de estrada ainda funciona, mas não é dos mais seguros nestes tempos de possibilidades mais high-tech. Hoje, há sites como o Carona Fácil e o RoadSharing, além de grupos no Facebook em que as caronas podem ser combinadas previamente.
Um mercado em franca expansão é o de caronas pagas. O BlaBlaCar, app recém-chegado ao Brasil e conhecidíssimo na Europa, é o pioneiro nessa modalidade: o site reúne usuários que oferecem as viagens e mostra ainda detalhes do carro e avaliações do motorista. Os preços costumam ser mesmo mais amigáveis que os de ônibus ou trens.
  • Aproveite os sistemas de compartilhamento de bikes para circular em metrópoles. A interface geralmente é simples: é só baixar o app e cadastrar seu cartão de crédito. Muitas vezes, a primeira meia hora sai grátis. O sistema está presente em Nova York, San Francisco, Paris, Londres, Milão, Rio de Janeiro…
Dicas para sobreviver sendo um mochileiro
1. Nunca deixe todo o seu dinheiro no mesmo lugar. Guarde um pouco na mochila, outro tanto no tênis, e deixe uma parte na doleira.
2. Leve sempre um extra para emergências, além de um cartão de crédito habilitado para compras no exterior: se tudo der errado, é ele que vai te salvar.

3. Evite circular com passaporte. Guarde o documento original na sua hospedagem, protegido por um cadeado ou cofre, e ande com uma cópia acompanhada de um documento de identidade brasileiro, como RG ou CNH.
4. Deixe seu itinerário com alguém de confiança no Brasil, e informe a pessoa de qualquer alteração no roteiro. Caso algo dê errado, é importante que alguém saiba onde você está e até quando.
5. Respeite as leis e os costumes locais. Em muitos países muçulmanos, o álcool só é permitido em hotéis e restaurantes turísticos. Em várias cidades da Europa, da América do Norte e da Oceania, é proibido consumir bebida alcoólica na rua. Nos locais em que a maconha é permitida, cheque em quais lugares ela pode ser consumida e se pode ser adquirida por estrangeiros
6. Faça um esforço para se misturar aos moradores para não ser facilmente identificado como estrangeiro, considerado presa fácil em qualquer lugar do mundo.

7. Em destinos turísticos, furtos são bem mais comuns que assaltos violentos. Redobre a atenção quando estiver em áreas muito movimentadas e mantenha seus pertences sempre junto de você.
8Suspeite de pessoas muito simpáticas te abordando na rua. Muitos golpes contra turistas começam assim. Em outros casos, o morador simpaticão pode querer te cobrar pela ajuda no final.
9. Faça upload de fotos dos seus documentos, passagens e reservas em sites como Google Drive ou Dropbox. Assim, caso algo aconteça com os papéis, você ainda terá uma cópia dos arquivos online.
A saúde do mochileiro

Não deixe de contratar um seguro de viagem antes de embarcar

Por mais econômico que seja o seu orçamento, não deixe de contratar um seguro de viagem antes de embarcar.
O seguro é a única salvação quando acontecem imprevistos graves, como internações e fraturas – coisas que, vale ressaltar, podem rolar até com o mais experiente dos mochileiros. Cote online em sites como Real Seguro ou Viagem Ideal.com.
Vale lembrar que, para viagens aos países europeus membros do Tratado de Schengen, o seguro de viagem é obrigatório, e a cobertura mínima deve ser de 30 000 euros.
Quem pretende se aventurar em esportes radicais precisa encontrar um seguro que cubra acidentes decorrentes da prática: empresas estrangeiras como a World Nomads e a April têm planos mais abrangentes.
Países em que vacinas são obrigatórias
Obrigatório para entrada em vários países da África subsaariana, do Sudeste Asiático e também para Austrália, Bahamas, Barbados, Bolívia, Costa Rica, Honduras, Panamá e, agora, Cuba, o certificado da vacina contra febre amarela é um desses documentos que todo mochileiro precisa ter sempre à mão.
Não deixe para tomar a vacina em cima da hora: a imunização deve ter ocorrido, pelo menos, dez dias antes do embarque para ser reconhecida como válida pelos oficiais de imigração.
Uma vez aplicada a dose, é necessário emitir o Certificado Internacional deVacinação e Profilaxia (CIVP), único comprovante aceito em todo o mundo. Opte por aplicar a vacina em um posto da Anvisa, onde o CIVP é feito na hora, ou leve seu comprovante de imunização até um dos locais de emissão do CIVP.
Além da febre amarela, outras doenças comuns aos viajantes, como tétano e viroses, podem ser evitadas com vacina: certifique-se de estar com a carteirinha de vacinação sempre em dia.
Pequenos toques para se manter saudável durante o mochilão
  • Verifique se a região a ser visitada é foco de alguma epidemia. A malária é endêmica na África subsaariana, que concentra 88% dos casos da doença. Não existe vacina, mas remédios para reduzir o contágio podem ser recomendados. O subcontinente indiano registra 85% das ocorrências de febre tifóide. Duas vacinas, oferecidas em clínicas particulares, dão proteção parcial contra a doença; evitar contato com água contaminada é mais eficaz.
  • Antes de embarcar, não custa nada fazer um check-up médico e verificar se as vacinas estão em dia. Aproveite para preparar um kit de medicamentos. Leve junto com você as receitas dos remédios que só podem ser vendidos com prescrição.
  •  Água contaminada é a principal fonte de viroses e doenças gastrointestinais. Em países onde o saneamento básico é precário, compre garrafas de água mineral e verifique se elas estão devidamente lacradas. Nesses lugares, evite também consumir saladas, alimentos crus, bebidas com gelo e frutas com casca.
  •  Álcool gel é o melhor amigo do mochileiro. Leve sempre com você, não importa qual o seu destino. Em algumas regiões, papel higiênico é uma raridade; por isso, tenha também lenços de papel sempre à mão.
  •  Repelentes evitam não apenas as irritantes picadas de inseto mas também doenças como malária, dengue e zika. Procure os concentrados, que têm mais de 20% de princípio ativo.
A grana do mochileiro

Viajar com muito dinheiro em espécie pode não ser a opção mais cômoda, mas é certamente a mais econômica. O IOF para compra de moeda estrangeira em espécie é de 1,1%, contra 6,38% para compras com cartão de crédito e recargas de cartão pré-pago.
Uma saída para os precavidos é levar a maior parte do orçamento em dinheiro, mas reservar uma parcela da grana para recarregar um cartão pré-pago e deixar o cartão de crédito habilitado para compras no exterior com limite disponível para emergências. Abaixo, os prós e os contras de cada um.
Cartão de crédito
  • PRÓS
Segurança: o cartão requer senha ou assinatura na hora das compras e pode ser cancelado facilmente em caso de extravio.
Compras online: para reservar passagens de low-cost, comprar bilhetes de trem online ou reservar hostels, é imprescindível ter um cartão internacional válido.
Câmbio: os bancos convertem dólar e euro para real com cotação ligeiramente mais vantajosa que a cotação turismo das casas de câmbio.
  • CONTRAS
  • Custo: o IOF de 6,38% encarece qualquer operação feita no exterior e em sites sediados fora do Brasil.Imprevisibilidade: é impossível determinar qual será o câmbio no dia do fechamento da fatura, quando os gastos em moeda estrangeira feitos no mês são convertidos para reais.
  • Pré-pago
    • PRÓS
    Estabilidade: as recargas no cartão são feitas com o câmbio do dia.
    Segurança: é protegido por senha, o saldo pode ser bloqueado em caso de extravio e um novo cartão é enviado em até sete dias úteis.
    • CONTRAS
    Custo: desde o fim de 2013, também incide sobre cada recarga de cartão pré-pago o pesado IOF de 6,38%. Além disso, ao usar o pré-pago para saques em caixa eletrônico, o usuário paga uma taxa que varia entre 3 e 10 dólares, dependendo do caixa e da administradora do cartão.
    Variedade: na maioria das casas de câmbio, esse tipo de cartão só pode ser carregado em dólar, euro ou libra esterlina, o que o torna mais vantajoso em países que utilizam essas moedas. Em lugares em que a moeda corrente é diferente da do cartão, o usuário paga por duas operações.
    Dinheiro vivo
    • PRÓS
    Custo: é a opção mais barata, com IOF de apenas 1,1% e grande variedade de casas de câmbio que não cobram taxas de entrega das notas.
    Praticidade: por mais bem-aceita que seja a bandeira do seu cartão, nada bate a popularidade do dinheiro vivo, aceito de ambulantes a taxistas.
    • CONTRA
    Segurança: não há como reaver o dinheiro em caso de roubo ou perda. Em alguns países, é comum receber notas falsas de troco.
    Com que grana eu vou?

     1. Para os Estados Unidos, Inglaterra e países da Zona do Euro, a regra é simples: leve dólar, libra e euro, as toda-poderosas moedas locais.

    2. Em países onde a moeda é “fraca”, o ideal é viajar com dólares ou euros e trocá-los na chegada.

    3. É melhor levar a moeda americana pra mochilões no Sudeste Asiático, na África subsaariana e na América Central. Ou em países como Bolívia, Colômbia, México e Peru. Já o euro é bom pra quem vai para o Leste Europeu, o norte da África e para Cuba.

    4. Viajar com reais só é vantajoso quando há mercado para eles no destino. É assim em Bogotá, Buenos Aires, Santiago e Montevidéu. Mas atenção: em cidades menores, a cotação costuma não ser vantajosa; então, faça o câmbio nas capitais ou leve dólares. Via de regra, as casas de câmbio dos aeroportos têm as piores cotações; troque o mínimo possível nelas e deixe para negociar o resto em casas na região central das cidades, que funcionam só em horário comercial.

    5. Para comprar as moedas “fortes” no Brasil sem perder dinheiro, pesquise e fique atento às movimentações do mercado financeiro. Para se proteger das variações cambiais, o melhor é fazer compras de tempos em tempos, que, no final, resultam em um preço médio vantajoso. Utilize o site oficial do Banco Central (pesquise pelo Ranking do VET) para achar as casas de câmbio da sua cidade – da mais barata à mais cara.

    Fonte: Revista Viagem & Turismo – Edição 258

Os melhores destinos para curtir o carnaval em 2019!

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Em um ano com poucos feriados prolongados, o Carnaval é uma ótima pedida para cair na estrada. Quem está tenso por ter poucos dias de descanso em 2019, a boa é aproveitar a data e botar as pernas para o ar. Mas se a ideia é tirar os pés do chão pulando atrás de trios e blocos, a hora é essa! E, de olho na turma que deseja aproveitar os dias de folga para viver experiências, sugerimos roteiros encantadores. Se você quer ir ou fugir da folia, vem com a gente!

RIO DE JANEIRO (RJ)

Na capital carioca, a folia já começou faz tempo! Desde janeiro, dezenas de blocos ensaiam nos finais de semana nas ruas do Centro e na Lagoa Rodrigo de Freitas, além de espaços fechados como a Fundição Progresso e o Circo Voador, na Lapa. Mas são nos dias oficias do reinado de Momo que a Cidade Maravilhosa pega fogo! São cerca de 500 blocos desfilando pelas ruas e avenidas de Norte a Sul, além da Zona Oeste – é só chegar e caprichar na fantasia! Marchinhas e sambas antigo imperam, mas há espaço para os mais variados ritmos. E para os fãs das escolas de samba, os desfiles agitam o Sambódromo entre sábado e segunda de Carnaval, além do Sábado das Campeãs.

 

SALVADOR (BA)

O axé impera na capital baiana! Os trios elétricos desfilam em dois circuitos: O Osmar, que vai do Corredor da Vitória à Avenida Sete de Setembro, passando pela Praça do Campo Grande. Ele é repleto de camarotes perfeitos para assistir a artistas como Ivete Sangalo, Claudia Leitte, Asa de Águia… Já o circuito Dodô toma conta das praias da Barra e da Ondina, reunindo grupos como Olodum, Timbalada, Araketu… Quem não quiser gastar dinheiro com os abadás (camiseta que garante desfilar dentro dos blocos), a boa é o circuito Batatinha, no Pelourinho – mais lúdico, reúne marchinhas e fantasias, tudo de graça.

créditos: Camila Souza
Foto publicada no Jornal Grande Bahia

RECIFE & OLINDA (PE)

Na capital pernambucana, diversas manifestações culturais se encontram blocos afora – tem frevo, maracatu, samba, rock, reggae… Um dos epicentros da festa é o palco instalado no Marco Zero, comandado pelo músico Naná Vasconcelos. Por lá, se encontram artistas nordestinos como Zeca Baleiro, Lenine, Gilberto Gil, Elba Ramalho, Alceu Valença…E ainda tem o gigantesco Galo da Madrugada, que arrasta milhares de foliões pela praia de Boa Viagem na manhã do sábado de Carnaval. Já em Olinda, os ritmos típicos de Pernambuco agitam as ladeiras históricas. Quem comanda a festa são os coloridos bonecos gigantes.

 

BELO HORIZONTE (MG)

A capital mineira é a grande surpresa do nosso roteiro, uai! Há alguns anos, o Carnaval em Belo Horizonte era sinônimo de ruas vazias e bares fechados. Recentemente, muitos blocos foram criados ou reanimados, ocupando espaços públicos como ruas e praças. São cerca de 400 blocos lotados de foliões desfilando em bairros como Centro, Pampulha, Mangabeiras, Santa Efigênia, Floresta, Santo Agostinho, Barro Preto… Assim como no Rio, a folia é de graça e a ordem é caprichar nas fantasias, acessórios, adereços e purpurina!

Foto Andre Fossati

GUARAMIRANGA (CE)

Na serra cearense, o estilo é completamente diferente do restante do Brasil. Nada de samba, frevo, axé ou forró. Quem dita o ritmo é o jazz. No período, acontece o concorrido Jazz & Blues Festival, reunindo grandes nomes da música na aconchegante cidadezinha. E a festa esse ano promete ser de arromba, por conta dos 20 anos do evento! O festival movimenta o estádio de futebol, batizado de Cidade Jazz & Blues, e o Café do Tom, palcos dos principais shows, que esse ano rolam entre os dias 02 e 05 de março. Para assisti-los, é fundamental comprar os ingressos com antecedência, assim como reservar as hospedagens – a oferta é pequena para tantos “foliões”.

 

BENTO GONÇALVES (RS)

No Vale dos Vinhedos, na serra gaúcha, o Carnaval acontece em plena Vindima, a festa da colheita de uvas. Por lá, a cerveja consumida largamente nos blocos do Nordeste e Sudeste dá lugar aos vinhos e aos espumantes produzidos na região. E o samba cede espaço para a música italiana, com direito a muita dança. A boa e farta mesa é garantida na hora de repor as energias, com massa, galeto, queijos, salaminho, pães… Ah, se Momo descobre!

FLORESTA AMAZÔNICA (AM)

O roteiro “Carnaval na Natureza Amazônica” oferece uma experiência de quatro dias no coração da Amazônia, com direito a trilhas, banhos de cachoeira e escalada em árvores. A hospedagem é em um lodge no meio da floresta e, na programação, a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a região, o povo e os esforços de conservação para preservar a biodiversidade local. O roteiro é da Vivejar (https://vivejar.com.br).

INTERIOR DE MINAS (MG)

O roteiro “Do Barro à Arte – Vale do Jequitinhonha e Diamantina” dura seis dias e irá apresentar o Vale do Jequitinhonha, uma das regiões mais interessantes do Brasil. Além do cenário peculiar, o tour promete uma imersão pela cultura e pelas tradições mineiras, com direito a vivenciar o dia-a-dia das artesãs ceramistas que dão cor ao Vale. O programa leva ainda à encantadora cidade de Diamantina, Patrimônio Histórico da Humanidade. O roteiro é da Vivejar (https://vivejar.com.br).

Fonte: Férias Brasil

Pressupostos Básicos da PNL

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Pressupor é algo que se pré supõe; que se supõe antecipadamente. Os pressupostos são dados apresentados como indiscutível para o falante e o ouvinte, algo que não é passível de contestações, pois sempre retornam o resultado anterior devido à verdade intrínseca a ele.

A PNL testou diversos assuntos tidos como verdades universais e chegou à conclusão de que algumas verdades são incontestáveis como os pressupostos abaixo, amplamente utilizados e ensinados no mundo.

Principais Pressupostos da PNL:

  • Mapa não é território
  • Todos temos todos os recursos de que necessitamos para vivermos já instalados dentro de nós.
  • Não existe fracasso, apenas feedback.
  • Se é possível ao Mundo, é possível para mim.
  • Todo comportamento tem uma intenção positiva.
  • Todo comportamento é, ou foi, adaptativo, dado o contexto em que foi aprendido.
  • Todo comportamento é útil em algum contexto.
  • O significado da comunicação é a resposta que ela gera.
  • A responsabilidade da comunicação é do comunicador.
  • Nenhuma resposta, experiência ou comportamento é significativa fora do contexto no qual acontece, e fora do contexto da resposta que evoca.
  • As pessoas fazem a melhor escolha disponível para o momento, dadas suas possibilidades e capacidades, de acordo com seu próprio modelo de mundo. Se lhes fossem dadas escolhas mais apropriadas e compatíveis com seus valores e crenças, elas automaticamente as escolheriam.
  • As interações humanas formam um Sistema Cibernético. As interações não são uma função de cadeias lineares de estímulo resposta, mas sim de um circuito sistêmico de feedback.
  • Sistemas Cibernéticos movem-se em direção à adaptação. O propósito de todo comportamento é adaptativo ao contexto em que é gerado.
  • A parte do sistema que possuir maior flexibilidade será o elemento controlador ou catalisador no sistema.
  • Qualquer escolha é melhor do que não ter escolhas.
  • A Energia vai onde está a Atenção.

Estes pressupostos da PNL são utilizados individualmente ou em conjunto de maneira a expandir a percepção de mundo das pessoas e muitas vezes trazer uma mudança significativa ao se deparar com um problema ou dificuldade.

Muitas oportunidades para viver mais leve…

Quando entendemos cada um destes pressupostos, temos a oportunidade de refletir sobre situações passadas e descobrir quanta energia foi gasta desnecessariamente em situações, ou com pessoas, que não era preciso. Aproveite para usá-los no seu dia a dia e assim ganhar mais flexibilidade ao lidar com problemas e melhorar a sua comunicação.

Fonte: Instituto Paulista de PNL

Coaching e suas vantagens…

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O processo de coaching tem como protagonista o coachee. É um processo que ativa a autoconfiança e o comprometimento do coachee, a partir de sua missão e de uma meta estabelecida. Esse processo é moldado a partir de um caminho construído pelo coachee, que alimenta ativamente o ritmo e os resultados do coaching. É por meio de seu empenho no decorrer do processo que é possível esclarecer os objetivos e traçar factivelmente o que se quer conquistar. O coach é o que conduz o processo por meio de ferramentas e questionamentos que trazem á tona reflexões importantes para a trajetória do coachee.

O processo pode ser realizado pelo indivíduo para suportar questões pessoais, bem como para ser utilizado para promover maior performance dentro de ambientes organizacionais e suas equipes de trabalho. Veja abaixo alguns pontos contributivos do processo de coaching.

  • Automotivação
  • Potencialização dos resultados
  • Desenvolvimento de novas habilidades e competências
  • Desenvolvimento de liderança efetiva
  • Maior capacidade de trabalhar em equipe e motivar colaboradores
  • Alta produtividade e efetividade das ações
  • Assertividade nas decisões
  • Melhoria nas relações e na comunicação interpessoal
  • Redução do estresse e dos conflitos profissionais
  • Ajudar pessoas a acreditarem em si e realizarem seus sonhos e projetos com melhores soluções;
  • Empoderar o poder pessoal real
  • Transformar crenças limitantes
  • O processo de Coaching tem a capacidade de gerar ressignificados para pessoas e também para organizações.
  • Visão sistêmica da empresa e das pessoas
  • Melhor gestão do tempo
  • Estabelecimento de metas e objetivos realistas e também alcançáveis
  • Equilíbrio entre o foco nas pessoas e nos resultados

Organizações que incorporam o processo de coaching,  compreendem que os resultados serão conquistados por meio de equipes engajadas e colaborativas, lideranças inspiradoras, harmonia nos relacionamentos internos, foco e compromisso com as metas. O processo de coaching pode ser um grande aliado da empresa na busca de seus resultados.

Fontes:

MARQUES, José Roberto. O que é Coaching Sistêmico? São Paulo, 13 Abril 2016. Disponível em http://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching/o-que-e-coaching-sistemico/ Acesso em 13 Setembro 2017

NOVAES, Marcos Bidart. Um passeio pelo nevoeiro do Coaching. Blog Arbache, 14 Setembro 2016. Disponível em: http://www.arbache.com/blog/category/coaching-de-carreira. Acesso em 19 Setembro 2016.

OSWALDO, Yeda, DIAS, Elaine. Práticas de coaching e mentoring, experiências de sucesso do autocoaching ao business. São Paulo: Life, 2016.

 

A PNL e sua importância para identidade, crenças e espiritualidade.

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PNL, como você sabe, é um instrumento fantástico para o autodesenvolvimento e para o alcance de resultados altamente positivos em um curto espaço de tempo. Com algumas simples técnicas, é possível desenvolver mais flexibilidade, criatividade, melhorar a comunicação e os relacionamentos.

Mas a Programação Neurolinguística vai muito além disso. É possível gerar mudanças significativas em aspectos muito mais profundos de nossa personalidade, que parecem enraizados em nossa existência, como valores de identidade, sistemas de crenças e até mesmo o nível espiritual.

Esses valores são essenciais para o ser humano. E é possível ressignificar aspectos destes pontos para desenvolver ainda mais plenitude e possibilidades para resolver questões complexas, e também para que você tenha um grande repertório para alcançar os seus maiores sonhos.

VAMOS COMEÇAR FALANDO SOBRE IDENTIDADE

Seu nível de identidade nada mais é do que o que você pensa em si como pessoa, e usa afirmações iniciadas com “eu sou”. Por exemplo: “Eu sou próspero”. Ao fazer essa afirmação, é identificado o papel que você personifica ao realizar alguma coisa.

A nossa identidade gera mais impacto e é poderosa para nossos resultados do que as crenças que temos sobre capacidade ou mundo exterior, por exemplo.

Afirmações como: “Eu sou bonito”, “Eu sou inteligente”, “Eu sou feio” ou “Eu sou burro”, são muito fortes. Elas produzem diversas crenças, que consequentemente geram comportamentos e atitudes durante nossa vida.

O papel da PNL neste conceito de identidade é muito importante. Ela permite que você obtenha mudanças profundas com uma intervenção pontual. Quando conseguimos identificar a crença de identidade, é gerado um impacto de mudança poderoso e isso pode ser feito em si ou em outras pessoas em um curto espaço de tempo.

CRENÇAS: NOSSO PRINCÍPIO DE REALIDADE

As crenças são sentidos e significados que damos a tudo e a todos. É o nosso princípio de realidade, o que é certo ou errado. Resumidamente, é o que acreditamos sobre tudo.

Elas são criadas através de experiências diretas ou indiretas que tenham sido significativas. Podem ser absorvidas através da cultura ou com a convivência com outras pessoas. Também são criadas a partir da observação de mundo, do que acontece com as outras pessoas.  Quando uma crença é instalada, você começa a enxergar o mundo a partir de seu prisma.

Costumamos falar que as crenças funcionam como filtros da realidade: Você enxerga ou ouve algo com os olhos e ouvidos dessa crenças. Com isso, a mente filtra a realidade através dos mecanismos de generalização, eliminação e distorção que elas proporcionam.

Por exemplo: Uma pessoa acredita que o brasileiro é mal educado. Ela só conseguirá enxergar atos de má educação e gestos ofensivos. Em momentos que as pessoas estão sendo bem educadas, gentis e cordiais, ela não irá prestar atenção nesses atos, pois a crença filtra essa realidade.

COMO TÉCNICAS DE PNL PODEM MUDAR ESSE CENÁRIO

Ter o domínio de técnicas para alterar crenças limitantes significa poder mudar a realidade como um todo e alcançar plenamente a felicidade, conseguir se amar, realizar-se, quando antes não era possível. E a Programação Neurolinguística oferece diversas técnicas para mudar as programações humanas e potencializar a capacidade de se conseguir o que desejar, em qualquer área da vida.

Como as crenças são conectadas com nossa identidade e espiritualidade, é fundamental nos aprofundarmos também na questão espiritual.

O NÍVEL ESPIRITUAL

Na PNL, o nível espiritual é o que nos conecta aos grupos que fazemos parte, como família, amigos, trabalho, etc. É a conexão com algo maior que nós ou com as entidades espirituais em que cada um acredita.

O nosso espiritual é o propósito maior que sustenta a identidade e que gera crenças e comportamentos.

Saber intervir com eficiência no nível espiritual é dominar técnicas para resolver, potencializar e conectar relacionamentos de forma rápida e concreta. É um grande diferencial para obter grandes realizações em qualquer área em que se deseja.

Com as técnicas, é possível solucionar qualquer desafio, de maneira muito pontual e precisa.

E você, percebe como a Programação Neurolinguística consegue agir de maneira profunda nesses assuntos tão sensíveis e fundamentais para a nossa existência?

Fonte: Ápice Desenvolvimento Humano

Coaching

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Coaching é um processo definido como um mix de recursos que utiliza técnicas, ferramentas e conhecimentos de diversas ciências como a administração, gestão de pessoas, psicologia, neurociência, linguagem ericksoniana, recursos humanos, planejamento estratégico, entre outras. A metodologia visa a conquista de grandes e efetivos resultados em qualquer contexto, seja pessoal, profissional, social, familiar, espiritual ou financeiro, até 20 vezes mais rápido, comprovadamente.

Trata-se de um processo que produz mudanças positivas e duradouras em um curto espaço de tempo de forma efetiva e acelerada. Coaching significa tirar um indivíduo de seu estado atual e levá-lo ao estado desejado de forma rápida e satisfatória. O processo de Coaching é uma oportunidade de visualização clara dos pontos individuais, de aumento da autoconfiança, de quebrar crenças limitantes, para que as pessoas possam conhecer e atingir seu potencial máximo e alcançar suas metas de forma objetiva e, principalmente, assertiva.

Conheça as principais definições utilizadas nos processos de Coaching e seus significados:

COACH – A palavra Coach vem do inglês e significa treinador. No Coaching, ela diz respeito ao profissional capacitado e habilitado a aplicar os processos, técnicas e ferramentas da metodologia no intuito de desenvolver pessoas e organizações e assim, auxilia-los a alcançar resultados extraordinários.

COACHEE – O Coachee é a pessoa que passa pelo processo de Coaching e vivencia cada uma das etapas do mesmo, ou seja, nada mais é do que o cliente. O trabalho é embasado na definição dos seus objetivos e das ações desempenhadas para que o resultado desejado seja alcançado. Através das técnicas e ferramentas do Coaching, o Coachee é capaz de se desenvolver em âmbito pessoal e/ou profissional, conquistar soluções efetivas, sair do ponto A para o ponto B e assim, alcançar alta performance e resultados extraordinários.

NICHOS DE COACHING

Por meio de técnicas comprovadas e perguntas assertivas, o Coaching auxilia o Coachee a desenvolver habilidades e competências, identificar pontos de melhoria, vencer limitações, definir metas e objetivos e assim, alcançar seus resultados desejados, seja em âmbito pessoal ou profissional. Por conta disso, a metodologia possui dois nichos principais, o Life Coaching – voltado para atender necessidades pessoais e o Business Coaching – voltado para as necessidades profissionais, executivas, corporativas e empresariais.

Confira abaixo algumas ramificações destes 02 nichos:

  • Coaching Cristão
  • Coaching Esportivo
  • Coaching Financeiro
  • Coaching de Emagrecimento
  • Coaching de Relacionamento
  • Coaching in Company
  • Coaching de Vendas
  • Coaching de Carreira
  • Coaching para Concursos
  • Coaching de Liderança

BENEFÍCIOS DO COACHING

O Coaching oferece múltiplos benefícios em diversas áreas da vida. Confira alguns deles:

  • BENEFÍCIOS PESSOAIS
  • Desenvolvimento pessoal;
  • Elevação da felicidade e realização;
  • Conquista do autoconhecimento e autodesenvolvimento;
  • Evolução e melhoria contínua;
  • Melhora na qualidade de vida e equilíbrio interior;
  • Equilíbrio e inteligência emocional;
  • Quebra de crenças limitantes;
  • Alinhamento de valores e missão de vida;
  • Novas competências e aprimoramento de habilidades;
  • Melhora na qualidade de vida e bem estar;
  • Diminuição de estresse e cargas negativas;
  • Melhora nos relacionamentos pessoais;
  • Aumento da congruência interna e externa;
  • Melhoria da autoestima e autoconfiança;
  • Melhoria no controle das emoções;
  • Aumento da flexibilidade e adaptação a mudanças;
  • BENEFÍCIOS PROFISSIONAIS
  • Desenvolvimento profissional;
  • Aperfeiçoamento dos planos de negócio;
  • Estruturação de objetivos e metas claras;
  • Maior utilização de talentos e Identificação de pontos a serem desenvolvidos;
  • Identificação e suporte para superar obstáculos;
  • Agilidade na gestão de mudanças;
  • Desenvolvimento de competências para o empreendedorismo;
  • Aumento da visão sistêmica empresarial;
  • Maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional;
  • Gerenciamento de tempo;
  • Maximização da performance e dos resultados;
  • Visão sistêmica;
  • Recursos para ter comunicação e relacionamento mais eficazes;
  • Desenvolvimento de habilidades de liderança;
  • Ampliação da persuasão;
  • Aumento da produtividade.
  • Aumento da flexibilidade e adaptação a mudanças;

Fonte: Portal IBC , Livro Manual de Coaching – André Percia/Maurício Sita

O que é PNL?

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Programação Neurolinguística, ou simplesmente PNL, é muito mais do que uma maneira de falar ou de pensar positivamente, este sistema de conhecimentos, surgido na Califórnia (EUA) no início dos anos 70, e que se mantém em desenvolvimento até hoje, vem revolucionando os métodos de comunicação e desenvolvimento humano, sendo largamente procurado por pessoas das áreas de terapia, gestão de pessoas, vendas, treinamento, educação e comunicação, entre outras.

É desafiante definir de forma concisa o que é PNL, porque ela é muitas coisas ao mesmo tempo e traz resultados surpreendentes, sendo usada por pessoas com diferentes finalidades. Resumidamente, como Richard Bandler, um dos criadores da PNL, diz “a Programação Neurolinguística é um processo educacional sobre como usar melhor o nosso cérebro”.

Ela é exatamente isso. Talvez a coisa mais importante saber sobre a PNL é que através dela é possível utilizar o cérebro para alcançar quaisquer resultados que desejamos, tornando possível conseguir excelência em qualquer campo de interesse.

A PNL surgiu do interesse em compreender, descrever e ensinar modelos comportamentais e linguísticos de pessoas consideradas excelentes naquilo que faziam, e por isso também é conhecida como a arte da Excelência Humana.

Também pode ser definida como o estudo da experiência subjetiva humana. De uma forma mais ilustrativa, podemos considerá-la como o manual de instrução do funcionamento do cérebro humano, ou seja, de como o cérebro capta e registra informações através dos 5 sentidos, de como estrutura e processa estas informações e a partir disso mantém e produz padrões de pensamentos, padrões emocionais, comportamentais e comunicacionais que se apresentam de forma consciente ou inconsciente em nosso dia a dia.

Neste manual também está contemplando orientações de como intervir nestes registros de modo a obter respostas emocionais ou comportamentais mais positivas, mudando padrões que estão limitando seu crescimento pessoal ou profissional. Com as ferramentas da PNL é possível obter as mudanças que queremos em nossas vidas de maneira rápida e precisa, e surpreendentemente sem esforço.

Um das razões que faz da PNL um conjunto de ferramentas de resultados extremamente eficientes e rápidos é que ao invés de investigar e discorrer pela vida toda da pessoa, ela age cirurgicamente, assertivamente, justamente sobre as estruturas ou registros inconscientes específicos referentes àquelas mudanças que se deseja obter, economizando-se assim tempo e dinheiro.

A PNL é hoje considerada um dos modelos mais eficientes em processos de mudanças breves e objetivas. Pode ser utilizada tanto para questões emocionalmente complexas como depressão, pânico, vícios, fobias, timidez e insegurança, como para questões comportamentais mais simples como uma dificuldade de estudar ou resistência para praticar exercícios. Mais do que um tratamento, a PNL oferece um processo catalisador de desenvolvimento pessoal em qualquer área da vida.

Além disso, a PNL também é um modelo poderoso de comunicação que traz resultados altamente positivos nos relacionamentos e na aprendizagem.

QUAL É A ORIGEM DA PNL?
A PNL surgiu na Universidade da Califórnia (EUA) no início da década de 70, criada por Richard Bandler, matemático, Gestalt terapeuta e estudioso em informática, e por John Grinder, linguista especializado em gramática transformacional.

Eles estavam interessados em pesquisar o modelo de excelência de alguns dos melhores terapeutas da época: Virginia Satir, Fritz Perls e Milton Erickson.

O objetivo era identificar os padrões linguísticos e comportamentais utilizados por estes profissionais e poder aplica-los, e posteriormente ensiná-los, obtendo os mesmos resultados extraordinários. Assim seus criadores identificaram e organizaram suas descobertas em um conjunto de modelos, técnicas e princípios e deram o nome de Programação Neurolinguística (PNL):

Programação: mecanismos ou esquemas inconscientes, rotinas instaladas;
Neuro: fisiologia, emoção, sensação, 5 sentidos, representações internas;
Linguística: estrutura linguística, pensamentos, crenças, valores;

Nos anos seguintes, Leslie Cameron-Bandler, Judith DeLozier, Robert Dilts e David Gordon dariam importantes contribuições para a PNL, que teve origem a partir do trabalho terapêutico, mas logo se percebeu que ela era um modelo revolucionário que poderia ser aplicado a várias outras áreas.

APLICAÇÃO DA PNL
As aplicações da PNL são diversas, em qualquer contexto que se deseja obter excelência a PNL pode ser utilizada. Mas ela é comumente procurada por pessoas que tem interesse em autodesenvolvimento e buscam crescimento pessoal e profissional acelerado.

É também uma poderosa ferramenta de trabalho para profissionais do comportamento humano, podendo incorporá-la com sucesso tanto em atendimentos individuais ou trabalhos em grupo.

A PNL é altamente aplicável ao mundo dos negócios, para desenvolvimento de um modelo de comunicação clara, assertiva, influenciadora e empática. Muito procurada também para o desenvolvimento de liderança, treinamentos na área de vendas e para gerenciamento eficiente de conflitos.

Fonte: Ápice Desenvolvimento Humano

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